<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807</id><updated>2012-01-23T22:07:22.117-02:00</updated><category term='Ciência'/><category term='Reflexão'/><category term='Profecia'/><category term='Cultura'/><category term='Agnosticismo'/><category term='Religião'/><category term='Ateísmo'/><category term='Teísmo'/><title type='text'>CULTURA E RELIGIOSIDADE</title><subtitle type='html'>TEXTOS REFLEXIVOS QUE VERSAM SOBRE A DIFERENÇA EXISTENTE ENTRE CULTURA RELIGIOSA E RELIGIÃO.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>64</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-222686527603407490</id><published>2012-01-23T21:53:00.001-02:00</published><updated>2012-01-23T21:53:15.903-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Sobre a ilusão e a religião...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Ywr7BNhcYI4/Tx3yvYHp4HI/AAAAAAAAC44/XnsIPBHTlhQ/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="291" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ywr7BNhcYI4/Tx3yvYHp4HI/AAAAAAAAC44/XnsIPBHTlhQ/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Dizemos a nós próprios que seria realmente muito bonito se houvesse um Deus, criador do mundo e Providência bondosa, se houvesse uma ordem moral universal e uma vida no além, mas é muito estranho que tudo isso seja da maneira como temos de desejar que seja."&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; (&lt;b&gt;Sigmund Freud&lt;/b&gt;, O futuro de uma ilusão)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-222686527603407490?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/222686527603407490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=222686527603407490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/222686527603407490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/222686527603407490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2012/01/sobre-ilusao-e-religiao.html' title='Sobre a ilusão e a religião...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Ywr7BNhcYI4/Tx3yvYHp4HI/AAAAAAAAC44/XnsIPBHTlhQ/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3180801835723340865</id><published>2012-01-21T23:16:00.002-02:00</published><updated>2012-01-21T23:16:10.916-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'>Jesus nasceu em junho?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_Oc2SbBZ3Rg/TxtjUWl2tHI/AAAAAAAAC4o/wNHUntsj_ZA/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://4.bp.blogspot.com/-_Oc2SbBZ3Rg/TxtjUWl2tHI/AAAAAAAAC4o/wNHUntsj_ZA/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para alguns, o Natal é uma época qualquer do ano. Para outros marca a celebração máxima do cristianismo. Interpretações à parte, todos nós aprendemos, seja na escola ou na família, que Jesus nasceu em 25 dezembro. No entanto, uma pesquisa realizada pelo astrônomo australiano Dave Reneke, sugere que Jesus não nasceu em dezembro e sim em 17 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo de Reneke, diretor da conceituada revista Sky and Telescope e diretor do Observatório de Port Macquarie, se baseia na informação contida no Evangelho de Mateus, que descreve o surgimento de "estrela" como sinal do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizando um moderno programa de computador capaz de reproduzir o céu há milhares de anos, Reneke concluiu que a "Estrela de Natal", que segundo a Bíblia teria guiado os Três Reis Magos até a Manjedoura, era na realidade a conjunção espetacular entre Júpiter e Vênus, ocorrida dois anos e seis meses antes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe um consenso entre os pesquisadores sobre a data exata em que Cristo nasceu, sendo geralmente estimada entre 3 aC (3 anos antes) e 1 dC (1 ano depois).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alinhamento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Júpiter e Vênus chegaram muito perto, refletindo muita luz. Naturalmente não se pode afirmar com total certeza que esta era a estrela de Natal descrita na Bíblia, mas até o presente momento esta é a explicação mais aceitável que já vi sobre isso", disse Reneke em entrevista à BBC Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alinhamento a que o astrônomo se refere é similar ao ocorrido no início de dezembro, quando Júpiter e Vênus ficaram muito próximos, com a diferença que em 17 de junho de 2 aC os planetas estavam tão juntos que parecia um único objeto. "A astronomia é uma ciência muito precisa. Através de cálculos é possível apontar exatamente onde estavam os objetos no céu e existe uma grande possibilidade que esta conjunção possa ser a estrela descrita por Mateus". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras teorias especulam sobre a Estrela de Belém ser um cometa ou uma supernova, causada pela explosão de uma estrela, mas até hoje não foram devidamente comprovadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sem Polêmicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Reneke, sua pesquisa não deve ser vista como uma tentativa de contestação religiosa. "É apenas uma pesquisa astronômica. Quando misturamos ciência e religião sempre haverá a chance de irritar ou magoar as pessoas. Neste caso, o resultado pode até servir para reforçar a fé, uma vez que mostra que realmente havia um grande objeto brilhante no céu no momento certo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes dos estudos de Reneke, muitos teólogos também contestaram a data atribuída ao nascimento de Jesus. Isso porque o Novo Testamento diz que quando Cristo veio ao mundo, os pastores cuidavam de seus rebanhos à noite e ao ar livre. Segundo os teólogos isso seria inviável em dezembro, uma vez que o inverno israelense é muito rigoroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota do Apolo11:&lt;/b&gt; Este não é um artigo religioso, mas científico, onde um pesquisador tenta correlacionar uma data conhecida a um evento astronômico. As palavras que possam representar citações religiosas são necessárias dentro do contexto histórico a que se refere o artigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;a href="http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Cientista_diz_que_Jesus_pode_ter_nascido_em_junho&amp;amp;posic=dat_20081211-091705.inc"&gt;&lt;b&gt;APOLO11&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3180801835723340865?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3180801835723340865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3180801835723340865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3180801835723340865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3180801835723340865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2012/01/jesus-nasceu-em-junho.html' title='Jesus nasceu em junho?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-_Oc2SbBZ3Rg/TxtjUWl2tHI/AAAAAAAAC4o/wNHUntsj_ZA/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-7687543697134815383</id><published>2012-01-18T18:26:00.001-02:00</published><updated>2012-01-18T18:26:15.061-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Jesus Cristo nunca existiu?</title><content type='html'>&lt;div class="title-article-single" style="position: relative; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LAcBv5V8BL0/Txcq0EIgZxI/AAAAAAAAC30/4Na7WgasEo8/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="334" src="http://3.bp.blogspot.com/-LAcBv5V8BL0/Txcq0EIgZxI/AAAAAAAAC30/4Na7WgasEo8/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="text-align: center;"&gt;Jesus Cristo nunca Existiu&lt;/h1&gt;&lt;div class="shared-single" style="bottom: 5px; right: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author author-article-single" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;La Sagesse&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote class="noborder"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;“Existe uma chave para a liberdade: Pense! Se quiseres ser um cordeiro, seja feita a tua vontade. Não reclames, entretanto, quando fores servido em nosso grande Sabbath!”&lt;/div&gt;&lt;div class="alignright" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Um “bem velho” dito pagão, do século XX&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class="aligncenter" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Prefácio&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho a satisfação de recomendar ao público a presente obra, escrita sob o título “Jesus Cristo Nunca Existiu”, de La Sagesse, em cujo conteúdo o autor revela o seu pensamento de modo fiel e sem reticências a respeito de tão delicado assunto. Embora seja este o seu primeiro trabalho publicado, o autor revela-se um escritor em potencial, de quem muito ainda se pode esperar. Diante da necessidade sempre crescente da verdade, encetou a presente obra para doar à humanidade a sua contribuição de natureza cultural, querendo apenas cumprir o seu dever de informar, perante si próprio e perante os homens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos oportunistas pouco importa se sob a palavra sonora se oculta a hipocrisia e a mentira. Contudo, para os espíritos puros e corajosos, para os quais os interesses particulares não devem sobrepor-se aos anseios do povo, mister se faz que a verdade surja em toda a sua plenitude, deitando por terra toda a fraude e mistificação. Este é um livro corajoso, concebido sem a preocupação de agradar ou desagradar, não importando se suscetibilidades são feridas pelo que aqui está exposto. O seu intuito é exclusivamente patentear as provas inequívocas de falsificação e mistificação, as quais foram impostas aos homens a ferro e fogo, durante séculos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No decurso da obra, são reveladas todas as ideias da Igreja como realmente são: a mais pútrida e falsa amoedação que pode haver, capaz de desprezar a natureza e os valores naturais. Constituiu-se a Igreja em verdadeiro parasita do homem crente, a verdadeira tarântula através da qual o clero que se constitui em uma minoria privilegiada vem sugando e envenenando sem parar o sangue e a vida daqueles que, iludidos por falsas promessas, mantêm os olhos fechados para a realidade da vida e das coisas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Leia mais em &lt;a href="http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/"&gt;ateusnet&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-7687543697134815383?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/7687543697134815383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=7687543697134815383' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/7687543697134815383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/7687543697134815383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2012/01/jesus-cristo-nunca-existiu.html' title='Jesus Cristo nunca existiu?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LAcBv5V8BL0/Txcq0EIgZxI/AAAAAAAAC30/4Na7WgasEo8/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2037163346545613193</id><published>2011-12-13T15:54:00.000-02:00</published><updated>2011-12-13T15:54:03.613-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profecia'/><title type='text'>Mais sobre o fim do mundo em 2012...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pXcZ7Xq09pU/TueRJ0jVUII/AAAAAAAACzw/YJgujzDbWqA/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" src="http://2.bp.blogspot.com/-pXcZ7Xq09pU/TueRJ0jVUII/AAAAAAAACzw/YJgujzDbWqA/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;À medida que internet se expande, mais informações passam a ser acessadas transformando o simples ato de navegar na rede na mais fantástica forma de disseminação do conhecimento jamais ocorrida na história da humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Texto completo em &lt;a href="http://www.apolo11.com/2012.php?titulo=2012_Tudo_o_que_voce_precisa_saber_sobre_o_fim_do_mundo&amp;amp;posic=dat_20111212-065747.inc"&gt;Apolo11&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;i style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2037163346545613193?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2037163346545613193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2037163346545613193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2037163346545613193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2037163346545613193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/12/mais-sobre-o-fim-do-mundo-em-2012.html' title='Mais sobre o fim do mundo em 2012...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pXcZ7Xq09pU/TueRJ0jVUII/AAAAAAAACzw/YJgujzDbWqA/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8116566996282951383</id><published>2011-11-24T11:40:00.001-02:00</published><updated>2011-11-24T11:42:13.990-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teísmo'/><title type='text'>O ateísmo nos moldes da fé...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-isTuVKV3X3E/Ts5Jhba61dI/AAAAAAAACxo/2TWSoWhmBCo/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="187" src="http://3.bp.blogspot.com/-isTuVKV3X3E/Ts5Jhba61dI/AAAAAAAACxo/2TWSoWhmBCo/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;O ateísmo quando vivido nos moldes similares à religião, &lt;u&gt;&lt;b&gt;transforma-se em religião&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; e promove as mesmas mazelas. O comunismo na União Soviética foi uma ilusão "não doce", porque obrigava os humanos a um regime de ferro, sem a esperança de uma vida pós esta vida efêmera. Um porém: como criacionistas nós precisamos admitir um fato, até pelo exercício da humildade: os criacionistas, em nome de qualquer tipo de fé, subjugaram muitos mais à morte. O regime stalinista (ateu), por exemplo, matou menos que o nazismo (criacionista). Isto é fato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: small;"&gt;Enéias Teles Borges &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8116566996282951383?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8116566996282951383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8116566996282951383' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8116566996282951383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8116566996282951383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/11/o-ateismo-nos-moldes-da-fe.html' title='O ateísmo nos moldes da fé...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-isTuVKV3X3E/Ts5Jhba61dI/AAAAAAAACxo/2TWSoWhmBCo/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8320577921794445788</id><published>2011-11-16T14:58:00.001-02:00</published><updated>2011-11-16T15:44:46.032-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teísmo'/><title type='text'>A dura vida dos ateus</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-O8vUzxokYEM/TsPsmN4dyjI/AAAAAAAACwQ/TUTiZxCoZzY/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-O8vUzxokYEM/TsPsmN4dyjI/AAAAAAAACwQ/TUTiZxCoZzY/s400/Blogue1.jpg" width="327" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O diálogo aconteceu entre uma jornalista e um taxista na última sexta-feira. Ela entrou no táxi do ponto do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, por volta das 19h30. Como estava escuro demais para ler o jornal, como ela sempre faz, puxou conversa com o motorista de táxi, como ela nunca faz. Falaram do trânsito (inevitável em São Paulo) que, naquela sexta-feira chuvosa e às vésperas de um feriadão, contra todos os prognósticos, estava bom. Depois, outro taxista emparelhou o carro na Pedroso de Moraes para pedir um “Bom Ar” emprestado ao colega, porque tinha carregado um passageiro “com cheiro de jaula”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Continuaram, e ela comentou que trabalharia no feriado. Ele perguntou o que ela fazia. “Sou jornalista”, ela disse. E ele: “Eu quero muito melhorar o meu português. Estudei, mas escrevo tudo errado”. Ele era jovem, menos de 30 anos. “O melhor jeito de melhorar o português é lendo”, ela sugeriu. “Eu estou lendo mais agora, já li quatro livros neste ano. Para quem não lia nada...”, ele contou. “O importante é ler o que você gosta”, ela estimulou. “O que eu quero agora é ler a Bíblia”. Foi neste ponto que o diálogo conquistou o direito a seguir com travessões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;- Você é evangélico? – ela perguntou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &amp;nbsp;- Sou! – ele respondeu, animado.&lt;br /&gt; &amp;nbsp;- De que igreja?&lt;br /&gt; &amp;nbsp;- Tenho ido na Novidade de Vida. Mas já fui na Bola de Neve.&lt;br /&gt; - Da Novidade de Vida eu nunca tinha ouvido falar, mas já li matérias sobre a Bola de Neve. É bacana a Novidade de Vida?&lt;br /&gt; - Tou gostando muito. A Bola de Neve também é bem legal. De vez em quando eu vou lá.&lt;br /&gt; - Legal.&lt;br /&gt; - De que religião você é?&lt;br /&gt; - Eu não tenho religião. Sou ateia.&lt;br /&gt; - Deus me livre! Vai lá na Bola de Neve.&lt;br /&gt; - Não, eu não sou religiosa. Sou ateia.&lt;br /&gt; - Deus me livre!&lt;br /&gt; - Engraçado isso. Eu respeito a sua escolha, mas você não respeita a minha.&lt;br /&gt; - (riso nervoso).&lt;br /&gt; - Eu sou uma pessoa decente, honesta, trato as pessoas com respeito, trabalho duro e tento fazer a minha parte para o mundo ser um lugar melhor. Por que eu seria pior por não ter uma fé?&lt;br /&gt; - Por que as boas ações não salvam.&lt;br /&gt; - Não?&lt;br /&gt; - Só Jesus salva. Se você não aceitar Jesus, não será salva.&lt;br /&gt; - Mas eu não quero ser salva.&lt;br /&gt; - Deus me livre!&lt;br /&gt; - Eu não acredito em salvação. Acredito em viver cada dia da melhor forma possível.&lt;br /&gt; - Acho que você é espírita.&lt;br /&gt; - Não, já disse a você. Sou ateia.&lt;br /&gt; - É que Jesus não te pegou ainda. Mas ele vai pegar.&lt;br /&gt; - Olha, sinceramente, acho difícil que Jesus vá me pegar. Mas sabe o que eu acho curioso? Que eu não queira tirar a sua fé, mas você queira tirar a minha não fé. Eu não acho que você seja pior do que eu por ser evangélico, mas você parece achar que é melhor do que eu porque é evangélico. Não era Jesus que pregava a tolerância?&lt;br /&gt; - É, talvez seja melhor a gente mudar de assunto...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O taxista estava confuso. A passageira era ateia, mas parecia do bem. Era tranquila, doce e divertida. Mas ele fora doutrinado para acreditar que um ateu é uma espécie de Satanás. Como resolver esse impasse? (Talvez ele tenha lembrado, naquele momento, que o pastor avisara que o diabo assumia formas muito sedutoras para roubar a alma dos crentes. Mas, como não dá para ler pensamentos, só é possível afirmar que o taxista parecia viver um embate interno: ele não conseguia se convencer de que a mulher que agora falava sobre o cartão do banco que tinha perdido era a personificação do mal.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Chegaram ao destino depois de mais algumas conversas corriqueiras. Ao se despedir, ela agradeceu a corrida e desejou a ele um bom fim de semana e uma boa noite. Ele retribuiu. E então, não conseguiu conter-se:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Veja se aparece lá na igreja! – gritou, quando ela abria a porta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; - Veja se vira ateu! – ela retribuiu, bem humorada, antes de fechá-la.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ainda deu tempo de ouvir uma risada nervosa.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A parábola do taxista me faz pensar em como a vida dos ateus poderá ser dura num Brasil cada vez mais evangélico – ou cada vez mais neopentecostal, já que é esta a característica das igrejas evangélicas que mais crescem. O catolicismo – no mundo contemporâneo, bem sublinhado – mantém uma relação de tolerância com o ateísmo. Por várias razões. Entre elas, a de que é possível ser católico – e não praticante. O fato de você não frequentar a igreja nem pagar o dízimo não chama maior atenção no Brasil católico nem condena ninguém ao inferno. Outra razão importante é que o catolicismo está disseminado na cultura, entrelaçado a uma forma de ver o mundo que influencia inclusive os ateus. Ser ateu num país de maioria católica nunca ameaçou a convivência entre os vizinhos. Ou entre taxistas e passageiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Já com os evangélicos neopentecostais, caso das inúmeras igrejas que se multiplicam com nomes cada vez mais imaginativos pelas esquinas das grandes e das pequenas cidades, pelos sertões e pela floresta amazônica, o caso é diferente. E não faço aqui nenhum juízo de valor sobre a fé católica ou a dos neopentecostais. Cada um tem o direito de professar a fé que quiser – assim como a sua não fé. Meu interesse é tentar compreender como essa porção cada vez mais numerosa do país está mudando o modo de ver o mundo e o modo de se relacionar com a cultura. Está mudando a forma de ser brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Por que os ateus são uma ameaça às novas denominações evangélicas? Porque as neopentecostais – e não falo aqui nenhuma novidade – são constituídas no modo capitalista. Regidas, portanto, pelas leis de mercado. Por isso, nessas novas igrejas, não há como ser um evangélico não praticante. É possível, como o taxista exemplifica muito bem, pular de uma para outra, como um consumidor diante de vitrines que tentam seduzi-lo a entrar na loja pelo brilho de suas ofertas. Essa dificuldade de “fidelizar um fiel”, ao gerir a igreja como um modelo de negócio, obriga as neopentecostais a uma disputa de mercado cada vez mais agressiva e também a buscar fatias ainda inexploradas. É preciso que os fiéis estejam dentro das igrejas – e elas estão sempre de portas abertas – para consumir um dos muitos produtos milagrosos ou para serem consumidos por doações em dinheiro ou em espécie. O templo é um shopping da fé, com as vantagens e as desvantagens que isso implica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É também por essa razão que a Igreja Católica, que em períodos de sua longa história atraiu fiéis com ossos de santos e passes para o céu, vive hoje o dilema de ser ameaçada pela vulgaridade das relações capitalistas numa fé de mercado. Dilema que procura resolver de uma maneira bastante inteligente, ao manter a salvo a tradição que tem lhe garantido poder e influência há dois mil anos, mas ao mesmo tempo estimular sua versão de mercado, encarnada pelos carismáticos. Como uma espécie de vanguarda, que contém o avanço das tropas “inimigas” lá na frente sem comprometer a integridade do exército que se mantém mais atrás, padres pop star como Marcelo Rossi e movimentos como a Canção Nova têm sido estratégicos para reduzir a sangria de fiéis para as neopentecostais. Não fosse esse tipo de abordagem mais agressiva e possivelmente já existiria uma porção ainda maior de evangélicos no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tudo indica que a parábola do taxista se tornará cada vez mais frequente nas ruas do Brasil – em novas e ferozes versões. Afinal, não há nada mais ameaçador para o mercado do que quem está fora do mercado por convicção. E quem está fora do mercado da fé? Os ateus. É possível convencer um católico, um espírita ou um umbandista a mudar de religião. Mas é bem mais difícil – quando não impossível – converter um ateu. Para quem não acredita na existência de Deus, qualquer produto religioso, seja ele material, como um travesseiro que cura doenças, ou subjetivo, como o conforto da vida eterna, não tem qualquer apelo. Seria como vender gelo para um esquimó.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tenho muitos amigos ateus. E eles me contam que têm evitado se apresentar dessa maneira porque a reação é cada vez mais hostil. Por enquanto, a reação é como a do taxista: “Deus me livre!”. Mas percebem que o cerco se aperta e, a qualquer momento, temem que alguém possa empunhar um punhado de dentes de alho diante deles ou iniciar um exorcismo ali mesmo, no sinal fechado ou na padaria da esquina. Acuados, têm preferido declarar-se “agnósticos”. Com sorte, parte dos crentes pode ficar em dúvida e pensar que é alguma igreja nova.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Já conhecia a “Bola de Neve” (ou “Bola de Neve Church, para os íntimos”, como diz o seu site), mas nunca tinha ouvido falar da “Novidade de Vida”. Busquei o site da igreja na internet. Na página de abertura, me deparei com uma preleção intitulada: “O perigo da tolerância”. O texto fala sobre as famílias, afirma que Deus não é tolerante e incita os fiéis a não tolerar o que não venha de Deus. Tolerar “coisas erradas” é o mesmo que “criar demônios de estimação”. Entre as muitas frases exemplares, uma se destaca: “Hoje em dia, o mal da sociedade tem sido a Tolerância (em negrito e em maiúscula)”. Deus me livre!, um ateu talvez tenha vontade de dizer. Mas nem esse conforto lhe resta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ainda que o crescimento evangélico no Brasil venha sendo investigado tanto pela academia como pelo jornalismo, é pouco para a profundidade das mudanças que tem trazido à vida cotidiana do país. As transformações no modo de ser brasileiro talvez sejam maiores do que possa parecer à primeira vista. Talvez estejam alterando o “homem cordial” – não no sentido estrito conferido por Sérgio Buarque de Holanda, mas no sentido atribuído pelo senso comum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Me arriscaria a dizer que a liberdade de credo – e, portanto, também de não credo – determinada pela Constituição está sendo solapada na prática do dia a dia. Não deixa de ser curioso que, no século XXI, ser ateu volte a ter um conteúdo revolucionário. Mas, depois que Sarah Sheeva, uma das filhas de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, passou a pastorear mulheres virgens – ou com vontade de voltar a ser – em busca de príncipes encantados, na “Igreja Celular Internacional”, nada mais me surpreende.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se Deus existe, que nos livre de sermos obrigados a acreditar nele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;(&lt;i&gt;Eliane Brum)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/11/dura-vida-dos-ateus-em-um-brasil-cada-vez-mais-evangelico.html"&gt;Época&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Editor do blogue: Enéias Teles Borges&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8320577921794445788?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8320577921794445788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8320577921794445788' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8320577921794445788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8320577921794445788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/11/dura-vida-dos-ateus.html' title='A dura vida dos ateus'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-O8vUzxokYEM/TsPsmN4dyjI/AAAAAAAACwQ/TUTiZxCoZzY/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5478265274344459074</id><published>2011-10-06T19:10:00.000-03:00</published><updated>2011-10-06T19:10:42.441-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Um cristão ateu</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mO9EsTWFpQ8/To4nCxXEI8I/AAAAAAAACpg/QkoQozvA0Xc/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-mO9EsTWFpQ8/To4nCxXEI8I/AAAAAAAACpg/QkoQozvA0Xc/s400/Blogue2.jpg" width="296" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Eu tenho um primo evangélico que está&amp;nbsp;sendo “treinado” para se tornar pastor da igreja dele. Um belo dia, ele veio aqui em casa e me fez uma pergunta bem estranha:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — E aí, Barros, já&amp;nbsp; encontrou Deus?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Eu não! Era pra eu tá&amp;nbsp;procurando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Isso levou a uma conversa já&amp;nbsp;bem comum pra mim: o crente fanático querendo me vender a droga que ele usa. Daí&amp;nbsp;que eu aproveitei que o interlocutor era meu primo — e muito provavelmente não iria me descer a porrada depois que eu não aceitasse a droga oferecida — e testei uma nova abordagem da discussão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Eu disse a meu primo que iria conversar com ele sobre Deus, desde que ele concordasse em imaginar que eu também estaria sendo abordado, naquele exato momento, por um crente em Lord Brähma. Ele topou. E aí&amp;nbsp;estão os melhores momentos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Mas por que você não acredita em Deus, Barros?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Uai! O cara tá me fazendo lá&amp;nbsp;a mesma pergunta:&lt;i&gt; “Por que eu não acredito no Lord Brähma?”&lt;/i&gt;. E tu? Por que não acredita no Lord Brähma?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Eu creio no único Deus verdadeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Não perguntei no que você crê. Perguntei por que você não acredita no deus do meu amigo lá do outro lado do Atlântico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Porque Deus é único!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Ó, o cara disse que discorda de você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Não faz a menor diferença que ele discorde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Pois é: ele disse também que não interessa que você&amp;nbsp;discorde dele. E que foi Lord Brähma o criador do universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Ele pode pensar o que quiser. Deus é&amp;nbsp;o criador do universo e a Bíblia é&amp;nbsp;a sua revelação para a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Mas ele falou a mesma coisa, acredita? Que você&amp;nbsp;pode pensar o que quiser, e que nada vai mudar a verdade. Que, no caso dele, é outra. E que, também, a revelação do deus dele para o povo dele é bem anterior à do seu deus para os hebreus… Que esse “para a humanidade” tá forçando a barra. Qual de vocês está certo, afinal?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Está&amp;nbsp;certo aquele que está&amp;nbsp;do lado da verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Qual é&amp;nbsp;a verdade? Deus criou o universo? Ou Lord Brähma criou o universo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — A verdade está na Bíblia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — E por que a verdade não está&amp;nbsp;no &lt;i&gt;Mahabharata&lt;/i&gt;, por exemplo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — O que é&amp;nbsp;isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Mas você&amp;nbsp;não sabe? Então que garantia você&amp;nbsp;tem de que a verdade não está nesse texto sagrado e não no seu?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — A garantia que eu tenho é&amp;nbsp;a de que Deus apenas deixou a Bíblia para ser sua forma de comunicação com o homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — E se num livro sagrado hindu estiver escrito que outros deuses falsos serão venerados e isso levará&amp;nbsp;uma grande parte da raça humana para o Inferno de Lord Brähma? Você não estaria lascado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Barros, não dá pra discutir com quem rejeita a Bíblia como a palavra de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — E o crente lá da Índia tá&amp;nbsp;dizendo que não dá&amp;nbsp;pra discutir com quem rejeita o &lt;i&gt;Mahabharata&lt;/i&gt; e os outros textos sagrados deles como a revelação de Brähma. Não é interessante?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Só&amp;nbsp;existe um Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Você, então, não acredita em Lord Brähma…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Claro que não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — E por quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Porque não existe outro deus além do Deus vivo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Você&amp;nbsp;não toparia estudar alguns textos hindus, frequentar alguns templos onde se pratique o hinduísmo, conhecer a filosofia deles, enfim, você não toparia procurar por alguma revelação de Brähma pra você?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Não vejo razão para isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt; — Então não me peça pra procurar o seu Deus também. Porque você não vê razão para procurar Brähma, o hindu não vê razão para procurar mais outro deus além dos milhares que eles já têm, e eu não vejo razão para procurar deus nenhum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://deusilusao.com/2010/12/01/um-cristao-ateu/"&gt;&lt;b&gt;DeusILUSÃO&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5478265274344459074?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5478265274344459074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5478265274344459074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5478265274344459074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5478265274344459074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/10/um-cristao-ateu.html' title='Um cristão ateu'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mO9EsTWFpQ8/To4nCxXEI8I/AAAAAAAACpg/QkoQozvA0Xc/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-4134178955124063806</id><published>2011-10-05T10:05:00.004-03:00</published><updated>2011-10-05T10:05:39.424-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>A oração de um fariseu moderno</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jSQ3Lrgac5M/ToxWFpZgByI/AAAAAAAACpQ/qmpdNrUXIAI/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="299" src="http://3.bp.blogspot.com/-jSQ3Lrgac5M/ToxWFpZgByI/AAAAAAAACpQ/qmpdNrUXIAI/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;A oração de um fariseu do século XXI é mais ou menos assim: "Graças de dou, meu Deus, porque não sou como os membros das outras igrejas. Graças te dou porque eu tenho a verdade e porque não estou no erro, como todos os demais que não partilham da mesma fé e que não frequentam a mesma agremiação da qual faço parte. Graças te dou por ter nascido na família certa, na igreja verdadeira, enquanto todos os que não adoram como faço, estão nas trevas das forças do Mal. &lt;u&gt;&lt;b&gt;Graças te dou porque faço parte da igreja remanescente, aquela que levará a luz para todas as demais, que estão nos braços do engano&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;. Graças te dou..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-4134178955124063806?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/4134178955124063806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=4134178955124063806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4134178955124063806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4134178955124063806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/10/oracao-de-um-fariseu-moderno.html' title='A oração de um fariseu moderno'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-jSQ3Lrgac5M/ToxWFpZgByI/AAAAAAAACpQ/qmpdNrUXIAI/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-1216030006718628440</id><published>2011-09-27T12:17:00.002-03:00</published><updated>2011-11-28T11:04:42.712-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>A exclusivista religião nazista</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DKv3OyQdWMo/ToHolq2aLLI/AAAAAAAACoQ/Mf18YVYRtjE/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-DKv3OyQdWMo/ToHolq2aLLI/AAAAAAAACoQ/Mf18YVYRtjE/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em 1930, no Himalaia (Tibete), os nazistas começaram a explorar o topo do mundo em busca de evidencias de sumo sacerdotes que eles acreditavam serem seus ancestrais de sangue. A crença nesses ancestrais fundaria a nova religião da Alemanha, uma religião em que Adolf Hitler seria o sumo sacerdote.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Havia a crença de que o sangue ariano puro estava sendo contaminado por raças inferiores, e que uma vez que essas raças inferiores fossem eliminadas surgiria novamente à raça ariana pura, que dominaria o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O fundamento dos alemães era uma crença pagã, de que em algum lugar do Atlântico Norte, num continente, habitava uma raça de super-seres que caíram em desgraça por conta do mal e da depravação, o nome desse continente era Atlântida, e antes deste povo ser destruído, sete sacerdotes escaparam de barco, chegando a Índia e ao Tibete, os místicos acreditam que esses sacerdotes sejam os verdadeiros deuses da raça ariana e também os ancestrais de todos os ancestrais indianos e europeus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Alguns místicos acreditam que a história de Atlântida é real, e a prova é que os arianos eram o povo escolhido, descendentes dos deuses que habitavam o continente, e que os mesmos perderam seus poderes procriando com meros mortais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A busca pela prova da superioridade ariana logo se transformou em crimes, e pessoas começaram a serem mortas, eles acreditavam que uma vez que a conseguissem provar que seus ancestrais eram deuses, seria simples recriar a raça de deuses arianos através da seleção para procriação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler proclamou que: “a humanidade sobe um degrau a cada 700 anos, e o objetivo final é a vinda dos filhos de Deus”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Logo Hitler filiou-se a um partido, do qual em pouco tempo se tornou líder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Num dos primeiros discursos de Hitler neste partido, estava presente Rudolf Hess, um veterano de guerra, que enxergou em Hitler, exímio orador, o homem que reconduziria a Alemanha ao lugar ocupado antes da guerra, crendo que Hitler era o “Messias” profetizado nos círculos pagãos da Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Estes grupos pagãos eram freqüentados por pessoas ricas e influentes de Munique (capital da Alemanha) e praticavam a astrologia, contava com filósofos e reverenciavam o sol para conseguirem atingir os seus objetivos.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 1920, o Partido dos Trabalhadores da Alemanha, mudou seu nome para “Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães” (NSDAP), popularmente conhecido como “Partido Nazista”, que sob a liderança de Hitler cresceu exponencialmente em curto espaço de tempo.&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Naquela época os judeus já eram hostilizados, pois, criam que os judeus impediam os arianos de ocupar o seu lugar de direito de dominadores do mundo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E assim Alfred Rosenberg, lançou o livro “A Religião do Sangue”, a nova doutrina nazista, pois, acreditava que a igreja deveria ser “Igreja de Sangue” ao invés da “Igreja da Fé/Igreja da Crença”, pois, o sangue unia as raças nórdicas, para Rosenberg sangue, descendência racial e identidade racial tornaram-se o principio da nova ideologia. Os mitos nórdicos substituíram a Bíblia como fundação da nova religião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler foi além da doutrina de Rosenberg e escreveu “Vamos arrancar a fachada cristã e trazer a religião peculiar a nossa raça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E como símbolo da religião nazista, Hitler escolheu a suástica, que estava presente em diversas culturas, para os chineses a suástica era tida como símbolo da sorte, e até hoje são símbolos das religiões hindus e budistas, a suástica também representava o martelo de Thor o deus do trovão e força na crença pagã nórdica. Para Hitler, a suástica representava a missão da luta pela vitória do homem ariano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em 1933 Hitler torna-se fhurer (o líder), com os rituais da sua religião instaurada, iniciou-se a doutrinação na fé nazista tendo Hitler como deus começava cedo e tinha continuidade na vida adulta. E havia fidelidade a Hitler, era orgulho viver ou morrer por Hitler.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E na busca da recriação da raça ariana, instituiu-se o “Programa Nacional de Eutanásia de Crianças Deficientes”, onde crianças que nasciam com algum tipo de enfermidade eram mortas. As propagandas alegavam que a morte dessas crianças era um ato de caridade, que libertava almas aprisionadas em corpos atormentados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Muitos acreditam que os nazistas invocavam espíritos estranhos e eram adeptos de milenares rituais ocultistas da Europa, documentos comprovam que suas crenças se baseavam em crenças pagãs de lutas entre a luz e as trevas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A crença nazista também se apoiou na crença hindu da reencarnação e castas, historiadores afirmam que Hitler acreditava ser a reencarnação do rei Hendrich, um líder alemão da idade média que impediu a invasão islava.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A “SS” um órgão de repressão do governo nazista era tido por Hitler como soldados de uma “guerra santa”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os maçons também foram vitimas do regime nazista, pois, criam que era uma sociedade secreta criada por judeus para conspirar contra os alemães.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;As concentrações de massa eram cuidadosamente preparadas para serem emotivas e provocarem o êxtase religioso, e no centro desse ritual estava Hitler, que “encarnava” o Messias, uma divindade.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E o domínio nazista foi aumentando, nações e mais nações foram derrotadas pelos arianos, até que ao experimentar a derrota, chefes da marinha alemã passaram a crer que os aliados estavam usando as forças místicas da guerra contra a Alemanha, e como defesa os alemães também deveriam usar de forças ocultas e isso levou a fundação de um instituto de pendulo, onde com objetos suspensos por uma corda sobre mapas tentavam indicar a posição das embarcações e submarinos dos inimigos, e com base nessas vidências eram dada as coordenadas para a marinha alemã.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Cercado pelas forças dos países aliados, Hitler acreditava que forças místicas poderiam salvá-lo da derrota que estava clara, mas não foi assim, tanto que Hitler e sua noiva cometeram suicídio.&lt;br /&gt;Em novembro de 1945 vários nazistas do alto escalão foram julgados pelos países aliados em Nuremberg, e o ocultista Rosenberg, autor do livro “A religião do Sangue” foi enforcado em novembro de 1946.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O Terceiro Reich que deveria durar mais de 1000 anos durou apenas 12 anos, e fez 50 milhões de vitimas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Todas as culturas sofreram influencias místicas, porém, na Alemanha nazista a ligação de políticos com o ocultismo levou a um mal sem paralelos na história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;(&lt;a href="http://www.blogdomario.com/2010/04/religiao-nazista.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;Blog do Mario&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Não há como pensar diferente: a crença faz bem, mas o mundo seria muito melhor sem qualquer tipo de religião (cultura religiosa).&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-1216030006718628440?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/1216030006718628440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=1216030006718628440' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/1216030006718628440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/1216030006718628440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/09/exclusivista-religiao-nazista.html' title='A exclusivista religião nazista'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-DKv3OyQdWMo/ToHolq2aLLI/AAAAAAAACoQ/Mf18YVYRtjE/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5874070639609716272</id><published>2011-08-12T12:08:00.000-03:00</published><updated>2011-08-12T12:08:42.013-03:00</updated><title type='text'>Um ateu praticante...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-r9KZk4P6kdQ/TkVB4eWNabI/AAAAAAAACiw/vzRRuHfyODM/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://3.bp.blogspot.com/-r9KZk4P6kdQ/TkVB4eWNabI/AAAAAAAACiw/vzRRuHfyODM/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Do blogue DEUSILUSÃO&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou ateu. Praticante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O ateu não é, como muito estupidamente se pensa, aquela pessoa que&amp;nbsp;‘não acredita em nada’. Eu acredito, sim, em muitas coisas. Uma delas é que um mundo sem religião seria um lugar bem melhor para se viver. As pessoas poderiam muito bem inventar quantos deuses quisessem para adorar, pelos quais estragassem as suas vidas e desperdiçassem o&amp;nbsp; seu tempo. Isso seria problema delas, desde que mantivessem esses hábitos na sua privacidade. Entretanto, a religião é o que faz com que essas ilusões se tornem prejudiciais não só para quem nelas acredita, mas&amp;nbsp; para todos nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Você pode querer argumentar que a “sua” religião é uma religião “do bem”, “boazinha”, “não faz mal a ninguém”, isso querendo comparar com, digamos, a religião muçulmana. Mas como você, obviamente, não consegue entender, se a sua religião não é uma das três grandes monoteístas — cristã, judaica e islâmica –, nem a dos mórmons, nem a hindu, nem uma das outras menores,&amp;nbsp; se a “sua” não é uma dessas, é com absoluta certeza uma ramificação de uma delas, ou uma ramificação de uma ramificação, dentre as inúmeras outras que pipocam todo dia no “mercado”, e que você “a escolheu” porque ela serviu em você — como um sapato. Mas, assim como o sapato, a “sua” religião também foi fabricada para suprir uma necessidade sua e gerar renda para o seu fabricante. Você obviamente não tem interesse em enxergar a quantidade de gente que está enriquecendo com isso; mas outras pessoas enxergaram: daí o motivo de tantas “novas” igrejas. A indústria da fé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Mas o seu argumento continua de pé: sua religião é do bem. Você pode querer dizer que a sua religião não quer dominar o mundo, matar infiéis, impor à força o seu Deus, governar o país, etc. Você pode dizer, por exemplo, que não pertence à fé cristã, que ceifou milhões — milhões — de vidas humanas ao longo da História pela fogueira, pela tortura, pela espada, pelas guerras e por aí afora. Mas o que você também não entende, e talvez mesmo não queira entender, é que ela só não fez isso tudo porque nunca teve o poder para isso. Nunca teve, ou não tem “ainda”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Esse blog foi concebido não só para expressar algumas das minhas opiniões sobre Deus, religião, fé, ateísmo e tal. Eu pretendo convidar pessoas religiosas para lerem os meus textos e darem suas opiniões. Não farei isso na intenção de que se tornem ateias, de que aceitem a minha visão do mundo, mas, sim, com o tentador convite para que me convençam de suas crenças e derrubem as minhas, e que possam, com isso (quem sabe?), “salvar a minha alma”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Um outro motivo para a criação do blog é a minha própria proteção. É mais seguro defender minhas opiniões daqui. Um ateu dificilmente conservaria todos os dentes na boca caso se atrevesse a usar o mesmo expediente de pregar em praça pública as suas convicções, tal como o crente faz. Não é nada fácil imaginar que um grupo de ateus seria capaz de se reunir e agredir um pregador que estivesse divulgando as suas crenças num local público. Entretanto, seria exatamente isso o que se poderia esperar dos religiosos se fosse um ateu o orador. Por isso eu prefiro a relativa segurança da web à insegurança do púlpito. Eu considero as pessoas religiosas tão inofensivas quanto um bêbado dirigindo uma escavadeira. Ou segurando um revólver. Um ateu covarde, vivo e “praticante” é infinitamente mais útil do que um ateu valente e morto. Nós, ateus, não precisamos de mártires.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Eu “criei” esse blog em 3 passos. Levou apenas 6 minutos. No 7º eu descansei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Autor: Valmidênio Barros do Blogue &lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://deusilusao.wordpress.com/"&gt;DEUSILUSÃO&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Nota:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt; Um dos melhores blogues da internet brasileira. Impossível ler os textos e deixar de imaginar uma mente inteligente por trás. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tw Cen MT Condensed&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Enéias Teles Borges&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5874070639609716272?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5874070639609716272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5874070639609716272' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5874070639609716272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5874070639609716272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/08/um-ateu-praticante.html' title='Um ateu praticante...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-r9KZk4P6kdQ/TkVB4eWNabI/AAAAAAAACiw/vzRRuHfyODM/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-1851854001781446612</id><published>2011-08-06T18:12:00.000-03:00</published><updated>2011-08-06T18:12:00.872-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Transmitindo a esperança...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mXN8tm0v_JE/Tj2uFoBz5OI/AAAAAAAACiA/5aibKV3s34c/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-mXN8tm0v_JE/Tj2uFoBz5OI/AAAAAAAACiA/5aibKV3s34c/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Um  líder de igreja local resolveu visitar seu superior para lhe pedir  conselhos. Seu comandante era um homem escolado, idoso e com muita  experiência no trato dos fiéis. Lá chegando abriu o coração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;-  Está muito difícil cuidar da igreja. Sou procurado todos os dias para  dar conselhos, efetuar casamentos, funerais e muitas outras atividades  afins. Tenho consolado as pessoas, mas preciso ser franco: não consigo  acreditar mais naquilo que doutrino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O ancião olhou para aquele jovem líder de igreja local e lhe disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;-  Quanto eu tinha a sua idade tive que enfrentar as mesmas situações e  depois, como você está fazendo agora, aconselhei-me com um ancião. Vou  lhe transmitir o mesmo que ele me ensinou e aquilo que faço até hoje. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;-  Ele me ensinou (prosseguiu o ancião) que nós temos uma missão especial,  pois somos mais fortes que a maioria das pessoas. Ensinou-me que os  fiéis, assim como nós, vivem num mundo cão. Vivem e sofrem, tendo como  consolo a esperança da fé que professam. Percorrem o vale da sombra da  morte cultivando uma convicção que nós transmitimos: a de que depois  desta vida miserável haverá uma vida melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;-  Imagine se nós (disse mais o ancião), que não cremos no que pregamos,  começássemos a mostrar para eles a realidade da vida e da morte. Imagine  se mostrássemos que depois desta vida horrível e curta não existe mais  nada além do nada eterno...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;-  Siga o meu conselho (concluiu o ancião), o mesmo que recebi com a sua  idade. Continue transmitindo a esperança. Mesmo sabendo que ela está  escudada em ficção, continue até que você fique velho como eu. Transmita  um pouco de alegria aos membros da sua igreja. Eles não possuem nada  além da fé! Imagine se também deixassem de possuir a esperança...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Foi  assim que aquele jovem pastor de igreja local, seguiu cumprindo a sua  missão. A de oferecer fantasia, para combater a dura realidade da vida e  da morte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Por que tirar a esperança de um povo, quando não se tem nada melhor para colocar no lugar? &lt;b&gt;&lt;u&gt;No  mundo religioso a ignorância quanto à verdade da vida e da morte é  importante fator de esperança. A esperança não precisa coadunar com a  verdade...&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;(&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2011/08/transmitindo-esperanca.html"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Tw Cen MT Condensed&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8pt;"&gt;Enéias Teles Borges&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-1851854001781446612?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/1851854001781446612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=1851854001781446612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/1851854001781446612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/1851854001781446612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/08/transmitindo-esperanca.html' title='Transmitindo a esperança...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mXN8tm0v_JE/Tj2uFoBz5OI/AAAAAAAACiA/5aibKV3s34c/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8326857425638820490</id><published>2011-07-08T20:27:00.003-03:00</published><updated>2011-09-18T12:51:24.544-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Sou contra o proselitismo religioso</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YJlmygiL3Z8/TheSaxdt6GI/AAAAAAAACes/0QdyY7wj8Hs/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-YJlmygiL3Z8/TheSaxdt6GI/AAAAAAAACes/0QdyY7wj8Hs/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Hoje à noite, por volta das 19 horas, o telefone tocou. Era uma pessoa (homem) se oferecendo para ler um texto bíblico. Depois que desliguei o fone, o outro telefone aqui de casa tocou, era uma mulher se oferecendo para a mesma coisa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu agradeci pela cordialidade, mas não abri espaço para saber de qual igreja eram. Sei que estavam ligando para as casas da região. &lt;b&gt;&lt;u&gt;A intenção é boa, mas não me interessa saber qual o conglomerado da fé está fazendo isso&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;. Caso a turma se identifique, a Bíblia passará para o segundo plano, cedendo o lugar para o “asqueroso” proselitismo. É do proselitismo que vem a ideia horrível da “verdade única” e que pertence à denominação que prega qualquer verdade (que diz ser o remanescente de Deus aqui na Terra).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Além do bom pretexto para se ler a Bíblia para as pessoas, certamente haverá uma estatística apontando quantas ligações foram feitas e o resultado disso. Certamente o objetivo é levar “almas ao pé da cruz”, mas via qual igreja? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Seria muito bom se esse tipo de atividade missionária e social fosse desenvolvido de tal maneira que não houvesse necessidade de dizer qual o centro de fé está efetuando a missão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% yellow; color: black; font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Nada contra a leitura da Bíblia para ouvintes, via telefone. Tudo contra o proselitismo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Tw Cen MT Condensed&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8pt;"&gt;Enéias Teles Borges&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8326857425638820490?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8326857425638820490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8326857425638820490' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8326857425638820490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8326857425638820490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/07/sou-contra-o-proselitismo-religioso.html' title='Sou contra o proselitismo religioso'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YJlmygiL3Z8/TheSaxdt6GI/AAAAAAAACes/0QdyY7wj8Hs/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2696226291116283780</id><published>2011-06-15T18:58:00.000-03:00</published><updated>2011-06-15T18:58:53.621-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teísmo'/><title type='text'>Decifrando a crença religiosa</title><content type='html'>&lt;div class="text-single"&gt;&lt;div class="text-single"&gt;    &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jSBv9MqnXsg/Tfkq1S4RGzI/AAAAAAAACbs/INIhsOF-lOM/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="299" src="http://2.bp.blogspot.com/-jSBv9MqnXsg/Tfkq1S4RGzI/AAAAAAAACbs/INIhsOF-lOM/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1. Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre tive a curiosidade de entender por que se acredita na  existência de deus. Quero dizer, eu sei que deus não existe, mas sei  também que se acredita nele. E, se se acredita, deve haver algum motivo  para isso — algum motivo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, como os próprios indivíduos que creem nesse tipo de “entidade”  parecem ignorar esse tipo de detalhe, e como os ateus em geral  contentam-se com refutações conceituais da existência divina, nunca foi  fácil distinguir o melhor caminho a ser tomado para investigar esse tipo  de questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria fácil demonstrar que crenças religiosas estão equivocadas  quanto ao mundo exterior. Porém, a ideia nunca foi simplesmente  rotulá-las como “equivocadas” e encerrar a discussão. Queria também  entendê-las quanto àquilo em que estão certas — isto é, quanto ao nosso  mundo interior. Noutras palavras, por que a crença religiosa funciona,  se sabemos que é falsa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. A raiz emocional da crença&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de alguns anos refletindo sobre o assunto, cheguei a um modelo que parece razoável para explicar esse fenômeno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A premissa é que a crença religiosa baseia-se em sentimentos, sendo a  racionalização de tais sentimentos na forma de “explicações” aquilo que  constitui a esfera “conceitual” da crença religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que, nesse  nível conceitual — no sentido de ser uma “explicação” para o mundo —, a  religião está em geral equivocada, havendo abundantes evidências disso  no meio científico. Porém, o que nos interessa aqui é entender a esfera  “humana” da crença religiosa, não o mero reflexo linguístico disso, as  racionalizações desse sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que, para tornar um sentimento comunicável, precisamos  racionalizá-lo, transformá-lo em conceitos — e tais conceitos,  baseando-se em sentimentos pessoais que antecedem a linguagem, serão  algo incompreensível aos que não tiverem vivido esses mesmos sentimentos  pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão algo, por assim dizer, “criptografado”. No caso, a  única chave para entender tais conceitos seria ter vivido as  experiências nas quais se baseiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crença religiosa nasceria, então, como um sentimento pessoal. Esse  sentimento seria depois racionalizado em alguma “teoria”, tornando-se  comunicável. Porém, nesse processo de tradução “sentimento/linguagem”,  só os que tivessem experimentado esses mesmos sentimentos conseguiriam  entender o “verdadeiro sentido” do que quisemos dizer. Os demais  permaneceriam “incrédulos” ou “cegos” à nossa verdade, pois não a  “viveram” (parece ser esse o mecanismo psicológico de uma “verdade  revelada”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa ótica, a raiz da religiosidade não estaria naquilo em que se  acredita, isto é, nas explicações particulares que aprendemos a dar para  nossos sentimentos. Isso diferiria de indivíduo para indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo  contrário, a religiosidade estaria nesses próprios sentimentos, tomados  em si mesmos. Porém, em si mesmos, tais sentimentos são incomunicáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante está em notarmos que, por detrás da “casca linguística”  de nossas crenças, que seria “superficial”, haveria esse nível mais  “profundo” de nossas vidas, que é essencialmente emocional — e seria  esse elemento emocional que nos inspiraria à criação de “explicações”  que, por sua vez, justificariam essas mesmas emoções racionalmente, num  movimento circular de autovalidação (vemos aqui uma clara hierarquia  entre razão e emoção, estando a emoção decisivamente no controle, porém  de uma forma dissimulada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para entendermos a crença religiosa, seria preciso entendermos  essa raiz emocional da qual nasce. Porém, como essa raiz emocional  existe num nível pré-linguístico de nossas vidas mentais, parece  impossível penetrar na questão religiosa diretamente, por meio da  racionalidade, sem nunca ter vivido experiências religiosas. Seria como  tentar “entender” o que é “verde” sem nunca ter visto cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aqui, tudo o que fizemos foi delinear como a crença religiosa  parece nascer de um sentimento, o qual seria então racionalizado em  alguma “explicação” — lembrando que tais explicações, à luz da ciência,  quase invariavelmente se mostram equivocadas. Naturalmente, não haveria  problema algum se a questão da religiosidade permanecesse restrita ao  âmbito de nossa interioridade, como uma espécie de “sabedoria de vida”.  Porém, quando passamos a buscar em nossas vidas interiores respostas  para o mundo exterior, caímos no erro típico das explicações religiosas:  o indivíduo projeta seus sentimentos pessoais como &lt;em&gt;explicações &lt;/em&gt;para  a realidade exterior — tentando explicar o mundo a partir de como se  sente a seu respeito. Porém, como a física não está submetida aos nossos  sistemas límbicos, o resultado disso é sempre uma interpretação falsa  da realidade, centrada na perspectiva humana, e que não pode ser  demonstrada de forma objetiva, pois só existe em nosso modo pessoal de  sentir a realidade.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Amigos reais e imaginários&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa parece ser a mecânica essencial da crença humana, não apenas a  religiosa. Convicções de base emocional parecem sempre basear-se nesse  mesmo mecanismo de “racionalização” de sentimentos. Agora, para  conseguirmos penetrar um pouco na questão religiosa sem ter acesso à  chave original — a experiência mística —, podemos tentar outro caminho, o  da empatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos o seguinte: se tivéssemos de explicar a crença religiosa em  termos de sentimentos que conhecemos bem, que sentimentos seriam esses?  Por exemplo, se entendêssemos a crença religiosa como gerada pelos  mesmos mecanismos mentais, digamos, da amizade ou do amor, não seria  essa uma perspectiva muito mais familiar, e muito mais inteligível, a  partir da qual interpretar a questão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para começar a “entrar” no pensamento religioso a partir desse  solo compartilhado, imaginemos a seguinte situação: um indivíduo &lt;em&gt;xis&lt;/em&gt; está defendendo que deus existe porque, com ele, sua vida tem “sentido”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Claro que, do ponto de vista formal, esse argumento não diz muita  coisa. Porém, deixemos de lado a questão de o indivíduo estar certo ou  não, e tentemos apenas entender o que ele está dizendo: sua alegação é  que, com a crença em deus, sua vida se torna mais agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensarmos dessa maneira, ficará claro que o que justifica a crença  religiosa, nesse nível afetivo, não é sua veracidade, mas o prazer que  ela nos proporciona. Agora pensemos: esse tipo de prazer proporcionado  pela crença religiosa pode ser equiparado a qualquer outro que sintamos  em nosso dia a dia? Parece que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ilustrar, imaginemos que estivéssemos nos sentindo sozinhos na  vida, abandonados a nós mesmos numa existência solitária e sem sentido.  Sentimo-nos vazios, atravessados pela sensação de irrealidade de nossos  sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora suponha-se que, determinado dia, encontrássemos uma pessoa, ou  um grupo de pessoas, com que compartilhar nossas vidas — pessoas que  dessem atenção ao que fazemos, que nos motivassem, nos ajudassem a  alcançar nossos objetivos, e assim por diante. Poderíamos dizer que,  nessa situação, a convivência “deu sentido” às nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem, agora nos perguntemos: em que o “sentido” encontrado a  partir de outro ser humano diferiria do sentido encontrado a partir da  crença em deus? Ao que parece, em nada. Talvez pareça existir alguma  diferença em nível conceitual — talvez se racionalizarmos que o “sentido  divino” seria “mais perfeito” que o humano —, mas não parece haver  qualquer diferença em como nos sentimos. O resultado prático, o  bem-estar, é o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a religião lida com toda uma série de sentimentos  distintos. Porém, parecem ser todos sentimentos cotidianos, que  experimentamos no dia a dia. Nesse caso particular, como deus nos afasta  da “solidão” ou do “vazio”, note-se que ele estaria funcionando como  uma espécie de amigo imaginário, e não fazemos tal afirmação  simplesmente como um “insulto”, mas como uma descrição bastante exata do  que parece estar ocorrendo, isto é, do papel que a crença nessa  entidade estaria executando em nossas vidas em termos de satisfação  pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus, nessa ótica, seria uma espécie de “amigo de segurança”,  protegendo-nos da sensação de que nossas vidas poderiam a qualquer  momento despencar no vazio. Naturalmente, esse é um papel que poderia, a  princípio, ser executado por qualquer pessoa. Porém, quando não temos  ninguém ao nosso lado, o que nos resta é deus. Assim, nessa lógica,  indivíduos acreditariam em deus pelo mesmo motivo que têm amigos —  porque vivem melhor assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. Racionalizando o desconhecido&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de encerrar a discussão, resta analisarmos um último ponto: a  independência entre o que pensamos e o que sentimos. Para exemplificar  essa ideia, consideremos que, aos olhos do indivíduo religioso, o prazer  decorrente da “amizade divina” será em geral entendido como uma “prova”  da existência de deus. Porém, eis o detalhe interessante: se  refutássemos essa sua explicação — e todas as demais que pudesse  oferecer —, ele deixaria de crer em deus? Dificilmente, pois continuaria  &lt;em&gt;sentindo&lt;/em&gt; que deus existe — sendo essa a verdadeira base de sua  crença. Então, mesmo que o indivíduo tenha agora encontrado uma “razão”  para crer em deus, não foi essa razão que, originalmente, o levou a  crer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso refutá-la também não o levará a descrer. Para que parasse  de crer, precisaríamos fazer com que o indivíduo parasse de &lt;em&gt;sentir&lt;/em&gt; que deus existe — e parece difícil imaginar como isso poderia ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceba-se que, no exemplo acima, as “explicações” do indivíduo  religioso seriam apenas uma tentativa, mais ou menos desesperada, de  justificar aquilo que sente, sendo óbvio que a motivação por detrás de  seu comportamento não é entender o mundo, mas proteger seu objeto de  afeto — a agradável sensação de “sentir-se acompanhado” que deus lhe  proporciona. Então, como suas “explicações” são simplesmente um meio,  resulta que não faz realmente diferença se o indivíduo acredita que seu  bem-estar decorre de um “milagre divino”, de uma “iluminação  espiritual”, ou de qualquer outra fantasia do gênero. Sua explicação é  tão somente um palavrório vazio para uma realidade que ele ignora sobre  si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As explicações racionais que damos para nossos sentimentos seriam,  nessa ótica, simplesmente um véu de linguagem lançado sobre uma base  irracional, sobre a qual não temos controle, e que em geral não  entendemos — indicando por que temos a tendência de “explicar” tais  sentimentos de maneira simbólica, por meio de racionalizações, em vez de  explicá-los literalmente, por meio de descrições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse esquema, como já deve ter ficado claro, o conceito de deus  seria apenas um simbolismo para algo que o indivíduo sente. Ao falar da  existência de deus, o sujeito pensa estar falando de um ente exterior,  mas, sem perceber, está descrevendo sua própria &lt;em&gt;vida interior&lt;/em&gt; —  a despeito de a alegoria usada para “dar forma” a esse sentimento ter  acidentalmente tomado a forma de uma explicação para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro disso, um detalhe interessante é que, apesar de não &lt;em&gt;entendermos&lt;/em&gt; realmente a natureza e a significância da crença em deus, nós &lt;em&gt;agimos&lt;/em&gt;  como se entendêssemos. Nós em geral também não entendemos por que  queremos ter amigos — mas mesmo assim queremos tê-los. Nessa situação,  se nos perguntarem o porquê disso, as chances são que inventaremos uma  explicação qualquer para justificar aquilo que sentimos — sendo óbvio  que, se alguém refutasse tais razões, nós nem por isso deixaríamos de  ter amigos. Similarmente, no caso da crença religiosa, sabemos no que  acreditar, mas não sabemos o porquê disso. Nessa situação, nós  inventamos uma explicação que supostamente justificaria nossos  sentimentos, e passamos a gostar dessa explicação, não porque ela faz  sentido, não porque ela é verdadeira, mas porque ela reflete aquilo de  sentimos. Porém, o tempo todo, ao proceder dessa maneira, confabulando  explicações racionais para nossa vida interior, parece que estamos  apenas tentando dar forma, através da linguagem, ao mundo que existe  dentro de nós mesmos — não tentando entender o mundo que nos cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição a ser tirada disso tudo parece ser que, em grande parte, nós  não entendemos nossas próprias vidas. Daí ser possível esse tipo de  equívoco tão básico sobre nós mesmos, e sobre a natureza da realidade.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que só em linhas gerais, a exposição acima já nos dá alguma  direção para começarmos a “decodificar” a religião em termos naturais.  Apesar de o conteúdo conceitual da crença religiosa ser facilmente  refutável, vimos que não parece ser essa a sua essência. Parece haver  algo essencialmente humano no que faz a religião funcionar, e esse algo  não parece depender das explicações particulares em que se acredita.  Dito de outro modo, apesar de tomar frequentemente essa roupagem, a  religião não seria uma explicação para o mundo, mas uma explicação de  nós mesmos. Então, se quisermos entender por que a religião é falsa,  bastará olharmos o mundo ao nosso redor. Porém, se quisermos entender  por que é verdadeira, teremos de olhar para dentro de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: &lt;b&gt;André Cancian&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Fonte: (&lt;a href="http://www.blogger.com/1.%20Introdu%C3%A7%C3%A3oSempre%20tive%20a%20curiosidade%20de%20entender%20por%20que%20se%20acredita%20na%20exist%C3%AAncia%20de%20deus.%20Quero%20dizer,%20eu%20sei%20que%20deus%20n%C3%A3o%20existe,%20mas%20sei%20tamb%C3%A9m%20que%20se%20acredita%20nele.%20E,%20se%20se%20acredita,%20deve%20haver%20algum%20motivo%20para%20isso%20%E2%80%94%20algum%20motivo%20humano.Por%C3%A9m,%20como%20os%20pr%C3%B3prios%20indiv%C3%ADduos%20que%20creem%20nesse%20tipo%20de%20%E2%80%9Centidade%E2%80%9D%20parecem%20ignorar%20esse%20tipo%20de%20detalhe,%20e%20como%20os%20ateus%20em%20geral%20contentam-se%20com%20refuta%C3%A7%C3%B5es%20conceituais%20da%20exist%C3%AAncia%20divina,%20nunca%20foi%20f%C3%A1cil%20distinguir%20o%20melhor%20caminho%20a%20ser%20tomado%20para%20investigar%20esse%20tipo%20de%20quest%C3%A3o.Seria%20f%C3%A1cil%20demonstrar%20que%20cren%C3%A7as%20religiosas%20est%C3%A3o%20equivocadas%20quanto%20ao%20mundo%20exterior.%20Por%C3%A9m,%20a%20ideia%20nunca%20foi%20simplesmente%20rotul%C3%A1-las%20como%20%E2%80%9Cequivocadas%E2%80%9D%20e%20encerrar%20a%20discuss%C3%A3o.%20Queria%20tamb%C3%A9m%20entend%C3%AA-las%20quanto%20%C3%A0quilo%20em%20que%20est%C3%A3o%20certas%20%E2%80%94%20isto%20%C3%A9,%20quanto%20ao%20nosso%20mundo%20interior.%20Noutras%20palavras,%20por%20que%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa%20funciona,%20se%20sabemos%20que%20%C3%A9%20falsa?2.%20A%20raiz%20emocional%20da%20cren%C3%A7aDepois%20de%20alguns%20anos%20refletindo%20sobre%20o%20assunto,%20cheguei%20a%20um%20modelo%20que%20parece%20razo%C3%A1vel%20para%20explicar%20esse%20fen%C3%B4meno.A%20premissa%20%C3%A9%20que%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa%20baseia-se%20em%20sentimentos,%20sendo%20a%20racionaliza%C3%A7%C3%A3o%20de%20tais%20sentimentos%20na%20forma%20de%20%E2%80%9Cexplica%C3%A7%C3%B5es%E2%80%9D%20aquilo%20que%20constitui%20a%20esfera%20%E2%80%9Cconceitual%E2%80%9D%20da%20cren%C3%A7a%20religiosa.%20Sabemos%20que,%20nesse%20n%C3%ADvel%20conceitual%20%E2%80%94%20no%20sentido%20de%20ser%20uma%20%E2%80%9Cexplica%C3%A7%C3%A3o%E2%80%9D%20para%20o%20mundo%20%E2%80%94,%20a%20religi%C3%A3o%20est%C3%A1%20em%20geral%20equivocada,%20havendo%20abundantes%20evid%C3%AAncias%20disso%20no%20meio%20cient%C3%ADfico.%20Por%C3%A9m,%20o%20que%20nos%20interessa%20aqui%20%C3%A9%20entender%20a%20esfera%20%E2%80%9Chumana%E2%80%9D%20da%20cren%C3%A7a%20religiosa,%20n%C3%A3o%20o%20mero%20reflexo%20lingu%C3%ADstico%20disso,%20as%20racionaliza%C3%A7%C3%B5es%20desse%20sentimento.O%20problema%20%C3%A9%20que,%20para%20tornar%20um%20sentimento%20comunic%C3%A1vel,%20precisamos%20racionaliz%C3%A1-lo,%20transform%C3%A1-lo%20em%20conceitos%20%E2%80%94%20e%20tais%20conceitos,%20baseando-se%20em%20sentimentos%20pessoais%20que%20antecedem%20a%20linguagem,%20ser%C3%A3o%20algo%20incompreens%C3%ADvel%20aos%20que%20n%C3%A3o%20tiverem%20vivido%20esses%20mesmos%20sentimentos%20pessoalmente.%20Ser%C3%A3o%20algo,%20por%20assim%20dizer,%20%E2%80%9Ccriptografado%E2%80%9D.%20No%20caso,%20a%20%C3%BAnica%20chave%20para%20entender%20tais%20conceitos%20seria%20ter%20vivido%20as%20experi%C3%AAncias%20nas%20quais%20se%20baseiam.A%20cren%C3%A7a%20religiosa%20nasceria,%20ent%C3%A3o,%20como%20um%20sentimento%20pessoal.%20Esse%20sentimento%20seria%20depois%20racionalizado%20em%20alguma%20%E2%80%9Cteoria%E2%80%9D,%20tornando-se%20comunic%C3%A1vel.%20Por%C3%A9m,%20nesse%20processo%20de%20tradu%C3%A7%C3%A3o%20%E2%80%9Csentimento/linguagem%E2%80%9D,%20s%C3%B3%20os%20que%20tivessem%20experimentado%20esses%20mesmos%20sentimentos%20conseguiriam%20entender%20o%20%E2%80%9Cverdadeiro%20sentido%E2%80%9D%20do%20que%20quisemos%20dizer.%20Os%20demais%20permaneceriam%20%E2%80%9Cincr%C3%A9dulos%E2%80%9D%20ou%20%E2%80%9Ccegos%E2%80%9D%20%C3%A0%20nossa%20verdade,%20pois%20n%C3%A3o%20a%20%E2%80%9Cviveram%E2%80%9D%20%28parece%20ser%20esse%20o%20mecanismo%20psicol%C3%B3gico%20de%20uma%20%E2%80%9Cverdade%20revelada%E2%80%9D%29.Nessa%20%C3%B3tica,%20a%20raiz%20da%20religiosidade%20n%C3%A3o%20estaria%20naquilo%20em%20que%20se%20acredita,%20isto%20%C3%A9,%20nas%20explica%C3%A7%C3%B5es%20particulares%20que%20aprendemos%20a%20dar%20para%20nossos%20sentimentos.%20Isso%20diferiria%20de%20indiv%C3%ADduo%20para%20indiv%C3%ADduo.%20Pelo%20contr%C3%A1rio,%20a%20religiosidade%20estaria%20nesses%20pr%C3%B3prios%20sentimentos,%20tomados%20em%20si%20mesmos.%20Por%C3%A9m,%20em%20si%20mesmos,%20tais%20sentimentos%20s%C3%A3o%20incomunic%C3%A1veis.O%20importante%20est%C3%A1%20em%20notarmos%20que,%20por%20detr%C3%A1s%20da%20%E2%80%9Ccasca%20lingu%C3%ADstica%E2%80%9D%20de%20nossas%20cren%C3%A7as,%20que%20seria%20%E2%80%9Csuperficial%E2%80%9D,%20haveria%20esse%20n%C3%ADvel%20mais%20%E2%80%9Cprofundo%E2%80%9D%20de%20nossas%20vidas,%20que%20%C3%A9%20essencialmente%20emocional%20%E2%80%94%20e%20seria%20esse%20elemento%20emocional%20que%20nos%20inspiraria%20%C3%A0%20cria%C3%A7%C3%A3o%20de%20%E2%80%9Cexplica%C3%A7%C3%B5es%E2%80%9D%20que,%20por%20sua%20vez,%20justificariam%20essas%20mesmas%20emo%C3%A7%C3%B5es%20racionalmente,%20num%20movimento%20circular%20de%20autovalida%C3%A7%C3%A3o%20%28vemos%20aqui%20uma%20clara%20hierarquia%20entre%20raz%C3%A3o%20e%20emo%C3%A7%C3%A3o,%20estando%20a%20emo%C3%A7%C3%A3o%20decisivamente%20no%20controle,%20por%C3%A9m%20de%20uma%20forma%20dissimulada%29.Ent%C3%A3o,%20para%20entendermos%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa,%20seria%20preciso%20entendermos%20essa%20raiz%20emocional%20da%20qual%20nasce.%20Por%C3%A9m,%20como%20essa%20raiz%20emocional%20existe%20num%20n%C3%ADvel%20pr%C3%A9-lingu%C3%ADstico%20de%20nossas%20vidas%20mentais,%20parece%20imposs%C3%ADvel%20penetrar%20na%20quest%C3%A3o%20religiosa%20diretamente,%20por%20meio%20da%20racionalidade,%20sem%20nunca%20ter%20vivido%20experi%C3%AAncias%20religiosas.%20Seria%20como%20tentar%20%E2%80%9Centender%E2%80%9D%20o%20que%20%C3%A9%20%E2%80%9Cverde%E2%80%9D%20sem%20nunca%20ter%20visto%20cores.At%C3%A9%20aqui,%20tudo%20o%20que%20fizemos%20foi%20delinear%20como%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa%20parece%20nascer%20de%20um%20sentimento,%20o%20qual%20seria%20ent%C3%A3o%20racionalizado%20em%20alguma%20%E2%80%9Cexplica%C3%A7%C3%A3o%E2%80%9D%20%E2%80%94%20lembrando%20que%20tais%20explica%C3%A7%C3%B5es,%20%C3%A0%20luz%20da%20ci%C3%AAncia,%20quase%20invariavelmente%20se%20mostram%20equivocadas.%20Naturalmente,%20n%C3%A3o%20haveria%20problema%20algum%20se%20a%20quest%C3%A3o%20da%20religiosidade%20permanecesse%20restrita%20ao%20%C3%A2mbito%20de%20nossa%20interioridade,%20como%20uma%20esp%C3%A9cie%20de%20%E2%80%9Csabedoria%20de%20vida%E2%80%9D.%20Por%C3%A9m,%20quando%20passamos%20a%20buscar%20em%20nossas%20vidas%20interiores%20respostas%20para%20o%20mundo%20exterior,%20ca%C3%ADmos%20no%20erro%20t%C3%ADpico%20das%20explica%C3%A7%C3%B5es%20religiosas:%20o%20indiv%C3%ADduo%20projeta%20seus%20sentimentos%20pessoais%20como%20explica%C3%A7%C3%B5es%20para%20a%20realidade%20exterior%20%E2%80%94%20tentando%20explicar%20o%20mundo%20a%20partir%20de%20como%20se%20sente%20a%20seu%20respeito.%20Por%C3%A9m,%20como%20a%20f%C3%ADsica%20n%C3%A3o%20est%C3%A1%20submetida%20aos%20nossos%20sistemas%20l%C3%ADmbicos,%20o%20resultado%20disso%20%C3%A9%20sempre%20uma%20interpreta%C3%A7%C3%A3o%20falsa%20da%20realidade,%20centrada%20na%20perspectiva%20humana,%20e%20que%20n%C3%A3o%20pode%20ser%20demonstrada%20de%20forma%20objetiva,%20pois%20s%C3%B3%20existe%20em%20nosso%20modo%20pessoal%20de%20sentir%20a%20realidade.3.%20Amigos%20reais%20e%20imagin%C3%A1riosEssa%20parece%20ser%20a%20mec%C3%A2nica%20essencial%20da%20cren%C3%A7a%20humana,%20n%C3%A3o%20apenas%20a%20religiosa.%20Convic%C3%A7%C3%B5es%20de%20base%20emocional%20parecem%20sempre%20basear-se%20nesse%20mesmo%20mecanismo%20de%20%E2%80%9Cracionaliza%C3%A7%C3%A3o%E2%80%9D%20de%20sentimentos.%20Agora,%20para%20conseguirmos%20penetrar%20um%20pouco%20na%20quest%C3%A3o%20religiosa%20sem%20ter%20acesso%20%C3%A0%20chave%20original%20%E2%80%94%20a%20experi%C3%AAncia%20m%C3%ADstica%20%E2%80%94,%20podemos%20tentar%20outro%20caminho,%20o%20da%20empatia.Pensemos%20o%20seguinte:%20se%20tiv%C3%A9ssemos%20de%20explicar%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa%20em%20termos%20de%20sentimentos%20que%20conhecemos%20bem,%20que%20sentimentos%20seriam%20esses?%20Por%20exemplo,%20se%20entend%C3%AAssemos%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa%20como%20gerada%20pelos%20mesmos%20mecanismos%20mentais,%20digamos,%20da%20amizade%20ou%20do%20amor,%20n%C3%A3o%20seria%20essa%20uma%20perspectiva%20muito%20mais%20familiar,%20e%20muito%20mais%20intelig%C3%ADvel,%20a%20partir%20da%20qual%20interpretar%20a%20quest%C3%A3o?Ent%C3%A3o,%20para%20come%C3%A7ar%20a%20%E2%80%9Centrar%E2%80%9D%20no%20pensamento%20religioso%20a%20partir%20desse%20solo%20compartilhado,%20imaginemos%20a%20seguinte%20situa%C3%A7%C3%A3o:%20um%20indiv%C3%ADduo%20xis%20est%C3%A1%20defendendo%20que%20deus%20existe%20porque,%20com%20ele,%20sua%20vida%20tem%20%E2%80%9Csentido%E2%80%9D.Claro%20que,%20do%20ponto%20de%20vista%20formal,%20esse%20argumento%20n%C3%A3o%20diz%20muita%20coisa.%20Por%C3%A9m,%20deixemos%20de%20lado%20a%20quest%C3%A3o%20de%20o%20indiv%C3%ADduo%20estar%20certo%20ou%20n%C3%A3o,%20e%20tentemos%20apenas%20entender%20o%20que%20ele%20est%C3%A1%20dizendo:%20sua%20alega%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20que,%20com%20a%20cren%C3%A7a%20em%20deus,%20sua%20vida%20se%20torna%20mais%20agrad%C3%A1vel.Se%20pensarmos%20dessa%20maneira,%20ficar%C3%A1%20claro%20que%20o%20que%20justifica%20a%20cren%C3%A7a%20religiosa,%20nesse%20n%C3%ADvel%20afetivo,%20n%C3%A3o%20%C3%A9%20sua%20veracidade,%20mas%20o%20prazer%20que%20ela%20nos%20proporciona.%20Agora%20pensemos:%20esse%20tipo%20de%20prazer%20proporcionado%20pela%20cren%C3%A7a%20religiosa%20pode%20ser%20equiparado%20a%20qualquer%20outro%20que%20sintamos%20em%20nosso%20dia%20a%20dia?%20Parece%20que%20sim.Para%20ilustrar,%20imaginemos%20que%20estiv%C3%A9ssemos%20nos%20sentindo%20sozinhos%20na%20vida,%20abandonados%20a%20n%C3%B3s%20mesmos%20numa%20exist%C3%AAncia%20solit%C3%A1ria%20e%20sem%20sentido.%20Sentimo-nos%20vazios,%20atravessados%20pela%20sensa%C3%A7%C3%A3o%20de%20irrealidade%20de%20nossos%20sonhos.Agora%20suponha-se%20que,%20determinado%20dia,%20encontr%C3%A1ssemos%20uma%20pessoa,%20ou%20um%20grupo%20de%20pessoas,%20com%20que%20compartilhar%20nossas%20vidas%20%E2%80%94%20pessoas%20que%20dessem%20aten%C3%A7%C3%A3o%20ao%20que%20fazemos,%20que%20nos%20motivassem,%20nos%20ajudassem%20a%20alcan%C3%A7ar%20nossos%20objetivos,%20e%20assim%20por%20diante.%20Poder%C3%ADamos%20dizer%20que,%20nessa%20situa%C3%A7%C3%A3o,%20a%20conviv%C3%AAncia%20%E2%80%9Cdeu%20sentido%E2%80%9D%20%C3%A0s%20nossas%20vidas.Muito%20bem,%20agora%20nos%20perguntemos:%20em%20que%20o%20%E2%80%9Csentido%E2%80%9D%20encontrado%20a%20partir%20de%20outro%20ser%20humano%20diferiria%20do%20sentido%20encontrado%20a%20partir%20da%20cren%C3%A7a%20em%20deus?%20Ao%20que%20parece,%20em%20nada.%20Talvez%20pare%C3%A7a%20existir%20alguma%20diferen%C3%A7a%20em%20n%C3%ADvel%20conceitual%20%E2%80%94%20talvez%20se%20racionalizarmos%20que%20o%20%E2%80%9Csentido%20divino%E2%80%9D%20seria%20%E2%80%9Cmais%20perfeito%E2%80%9D%20que%20o%20humano%20%E2%80%94,%20mas%20n%C3%A3o%20parece%20haver%20qualquer%20diferen%C3%A7a%20em%20como%20nos%20sentimos.%20O%20resultado%20pr%C3%A1tico,%20o%20bem-estar,%20%C3%A9%20o%20mesmo.Claro%20que%20a%20religi%C3%A3o%20lida%20com%20toda%20uma%20s%C3%A9rie%20de%20sentimentos%20distintos.%20Por%C3%A9m,%20parecem%20ser%20todos%20sentimentos%20cotidianos,%20que%20experimentamos%20no%20dia%20a%20dia.%20Nesse%20caso%20particular,%20como%20deus%20nos%20afasta%20da%20%E2%80%9Csolid%C3%A3o%E2%80%9D%20ou%20do%20%E2%80%9Cvazio%E2%80%9D,%20note-se%20que%20ele%20estaria%20funcionando%20como%20uma%20esp%C3%A9cie%20de%20amigo%20imagin%C3%A1rio,%20e%20n%C3%A3o%20fazemos%20tal%20afirma%C3%A7%C3%A3o%20simplesmente%20como%20um%20%E2%80%9Cinsulto%E2%80%9D,%20mas%20como%20uma%20descri%C3%A7%C3%A3o%20bastante%20exata%20do%20que%20parece%20estar%20ocorrendo,%20isto%20%C3%A9,%20do%20papel%20que%20a%20cren%C3%A7a%20nessa%20entidade%20estaria%20executando%20em%20nossas%20vidas%20em%20termos%20de%20satisfa%C3%A7%C3%A3o%20pessoal.Deus,%20nessa%20%C3%B3tica,%20seria%20uma%20esp%C3%A9cie%20de%20%E2%80%9Camigo%20de%20seguran%C3%A7a%E2%80%9D,%20protegendo-nos%20da%20sensa%C3%A7%C3%A3o%20de%20que%20nossas%20vidas%20poderiam%20a%20qualquer%20momento%20despencar%20no%20vazio.%20Naturalmente,%20esse%20%C3%A9%20um%20papel%20que%20poderia,%20a%20princ%C3%ADpio,%20ser%20executado%20por%20qualquer%20pessoa.%20Por%C3%A9m,%20quando%20n%C3%A3o%20temos%20ningu%C3%A9m%20ao%20nosso%20lado,%20o%20que%20nos%20resta%20%C3%A9%20deus.%20Assim,%20nessa%20l%C3%B3gica,%20indiv%C3%ADduos%20acreditariam%20em%20deus%20pelo%20mesmo%20motivo%20que%20t%C3%AAm%20amigos%20%E2%80%94%20porque%20vivem%20melhor%20assim.4.%20Racionalizando%20o%20desconhecidoAntes%20de%20encerrar%20a%20discuss%C3%A3o,%20resta%20analisarmos%20um%20%C3%BAltimo%20ponto:%20a%20independ%C3%AAncia%20entre%20o%20que%20pensamos%20e%20o%20que%20sentimos.%20Para%20exemplificar%20essa%20ideia,%20consideremos%20que,%20aos%20olhos%20do%20indiv%C3%ADduo%20religioso,%20o%20prazer%20decorrente%20da%20%E2%80%9Camizade%20divina%E2%80%9D%20ser%C3%A1%20em%20geral%20entendido%20como%20uma%20%E2%80%9Cprova%E2%80%9D%20da%20exist%C3%AAncia%20de%20deus.%20Por%C3%A9m,%20eis%20o%20detalhe%20interessante:%20se%20refut%C3%A1ssemos%20essa%20sua%20explica%C3%A7%C3%A3o%20%E2%80%94%20e%20todas%20as%20demais%20que%20pudesse%20oferecer%20%E2%80%94,%20ele%20deixaria%20de%20crer%20em%20deus?%20Dificilmente,%20pois%20continuaria%20sentindo%20que%20deus%20existe%20%E2%80%94%20sendo%20essa%20a%20verdadeira%20base%20de%20sua%20cren%C3%A7a.%20Ent%C3%A3o,%20mesmo%20que%20o%20indiv%C3%ADduo%20tenha%20agora%20encontrado%20uma%20%E2%80%9Craz%C3%A3o%E2%80%9D%20para%20crer%20em%20deus,%20n%C3%A3o%20foi%20essa%20raz%C3%A3o%20que,%20originalmente,%20o%20levou%20a%20crer.%20Por%20isso%20refut%C3%A1-la%20tamb%C3%A9m%20n%C3%A3o%20o%20levar%C3%A1%20a%20descrer.%20Para%20que%20parasse%20de%20crer,%20precisar%C3%ADamos%20fazer%20com%20que%20o%20indiv%C3%ADduo%20parasse%20de%20sentir%20que%20deus%20existe%20%E2%80%94%20e%20parece%20dif%C3%ADcil%20imaginar%20como%20isso%20poderia%20ser%20feito.Perceba-se%20que,%20no%20exemplo%20acima,%20as%20%E2%80%9Cexplica%C3%A7%C3%B5es%E2%80%9D%20do%20indiv%C3%ADduo%20religioso%20seriam%20apenas%20uma%20tentativa,%20mais%20ou%20menos%20desesperada,%20de%20justificar%20aquilo%20que%20sente,%20sendo%20%C3%B3bvio%20que%20a%20motiva%C3%A7%C3%A3o%20por%20detr%C3%A1s%20de%20seu%20comportamento%20n%C3%A3o%20%C3%A9%20entender%20o%20mundo,%20mas%20proteger%20seu%20objeto%20de%20afeto%20%E2%80%94%20a%20agrad%C3%A1vel%20sensa%C3%A7%C3%A3o%20de%20%E2%80%9Csentir-se%20acompanhado%E2%80%9D%20que%20deus%20lhe%20proporciona.%20Ent%C3%A3o,%20como%20suas%20%E2%80%9Cexplica%C3%A7%C3%B5es%E2%80%9D%20s%C3%A3o%20simplesmente%20um%20meio,%20resulta%20que%20n%C3%A3o%20faz%20realmente%20diferen%C3%A7a%20se%20o%20indiv%C3%ADduo%20acredita%20que%20seu%20bem-estar%20decorre%20de%20um%20%E2%80%9Cmilagre%20divino%E2%80%9D,%20de%20uma%20%E2%80%9Cilumina%C3%A7%C3%A3o%20espiritual%E2%80%9D,%20ou%20de%20qualquer%20outra%20fantasia%20do%20g%C3%AAnero.%20Sua%20explica%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20t%C3%A3o%20somente%20um%20palavr%C3%B3rio%20vazio%20para%20uma%20realidade%20que%20ele%20ignora%20sobre%20si%20mesmo.As%20explica%C3%A7%C3%B5es%20racionais%20que%20damos%20para%20nossos%20sentimentos%20seriam,%20nessa%20%C3%B3tica,%20simplesmente%20um%20v%C3%A9u%20de%20linguagem%20lan%C3%A7ado%20sobre%20uma%20base%20irracional,%20sobre%20a%20qual%20n%C3%A3o%20temos%20controle,%20e%20que%20em%20geral%20n%C3%A3o%20entendemos%20%E2%80%94%20indicando%20por%20que%20temos%20a%20tend%C3%AAncia%20de%20%E2%80%9Cexplicar%E2%80%9D%20tais%20sentimentos%20de%20maneira%20simb%C3%B3lica,%20por%20meio%20de%20racionaliza%C3%A7%C3%B5es,%20em%20vez%20de%20explic%C3%A1-los%20literalmente,%20por%20meio%20de%20descri%C3%A7%C3%B5es.Nesse%20esquema,%20como%20j%C3%A1%20deve%20ter%20ficado%20claro,%20o%20conceito%20de%20deus%20seria%20apenas%20um%20simbolismo%20para%20algo%20que%20o%20indiv%C3%ADduo%20sente.%20Ao%20falar%20da%20exist%C3%AAncia%20de%20deus,%20o%20sujeito%20pensa%20estar%20falando%20de%20um%20ente%20exterior,%20mas,%20sem%20perceber,%20est%C3%A1%20descrevendo%20sua%20pr%C3%B3pria%20vida%20interior%20%E2%80%94%20a%20despeito%20de%20a%20alegoria%20usada%20para%20%E2%80%9Cdar%20forma%E2%80%9D%20a%20esse%20sentimento%20ter%20acidentalmente%20tomado%20a%20forma%20de%20uma%20explica%C3%A7%C3%A3o%20para%20o%20mundo.Dentro%20disso,%20um%20detalhe%20interessante%20%C3%A9%20que,%20apesar%20de%20n%C3%A3o%20entendermos%20realmente%20a%20natureza%20e%20a%20signific%C3%A2ncia%20da%20cren%C3%A7a%20em%20deus,%20n%C3%B3s%20agimos%20como%20se%20entend%C3%AAssemos.%20N%C3%B3s%20em%20geral%20tamb%C3%A9m%20n%C3%A3o%20entendemos%20por%20que%20queremos%20ter%20amigos%20%E2%80%94%20mas%20mesmo%20assim%20queremos%20t%C3%AA-los.%20Nessa%20situa%C3%A7%C3%A3o,%20se%20nos%20perguntarem%20o%20porqu%C3%AA%20disso,%20as%20chances%20s%C3%A3o%20que%20inventaremos%20uma%20explica%C3%A7%C3%A3o%20qualquer%20para%20justificar%20aquilo%20que%20sentimos%20%E2%80%94%20sendo%20%C3%B3bvio%20que,%20se%20algu%C3%A9m%20refutasse%20tais%20raz%C3%B5es,%20n%C3%B3s%20nem%20por%20isso%20deixar%C3%ADamos%20de%20ter%20amigos.%20Similarmente,%20no%20caso%20da%20cren%C3%A7a%20religiosa,%20sabemos%20no%20que%20acreditar,%20mas%20n%C3%A3o%20sabemos%20o%20porqu%C3%AA%20disso.%20Nessa%20situa%C3%A7%C3%A3o,%20n%C3%B3s%20inventamos%20uma%20explica%C3%A7%C3%A3o%20que%20supostamente%20justificaria%20nossos%20sentimentos,%20e%20passamos%20a%20gostar%20dessa%20explica%C3%A7%C3%A3o,%20n%C3%A3o%20porque%20ela%20faz%20sentido,%20n%C3%A3o%20porque%20ela%20%C3%A9%20verdadeira,%20mas%20porque%20ela%20reflete%20aquilo%20de%20sentimos.%20Por%C3%A9m,%20o%20tempo%20todo,%20ao%20proceder%20dessa%20maneira,%20confabulando%20explica%C3%A7%C3%B5es%20racionais%20para%20nossa%20vida%20interior,%20parece%20que%20estamos%20apenas%20tentando%20dar%20forma,%20atrav%C3%A9s%20da%20linguagem,%20ao%20mundo%20que%20existe%20dentro%20de%20n%C3%B3s%20mesmos%20%E2%80%94%20n%C3%A3o%20tentando%20entender%20o%20mundo%20que%20nos%20cerca.A%20li%C3%A7%C3%A3o%20a%20ser%20tirada%20disso%20tudo%20parece%20ser%20que,%20em%20grande%20parte,%20n%C3%B3s%20n%C3%A3o%20entendemos%20nossas%20pr%C3%B3prias%20vidas.%20Da%C3%AD%20ser%20poss%C3%ADvel%20esse%20tipo%20de%20equ%C3%ADvoco%20t%C3%A3o%20b%C3%A1sico%20sobre%20n%C3%B3s%20mesmos,%20e%20sobre%20a%20natureza%20da%20realidade.5.%20Conclus%C3%A3oMesmo%20que%20s%C3%B3%20em%20linhas%20gerais,%20a%20exposi%C3%A7%C3%A3o%20acima%20j%C3%A1%20nos%20d%C3%A1%20alguma%20dire%C3%A7%C3%A3o%20para%20come%C3%A7armos%20a%20%E2%80%9Cdecodificar%E2%80%9D%20a%20religi%C3%A3o%20em%20termos%20naturais.%20Apesar%20de%20o%20conte%C3%BAdo%20conceitual%20da%20cren%C3%A7a%20religiosa%20ser%20facilmente%20refut%C3%A1vel,%20vimos%20que%20n%C3%A3o%20parece%20ser%20essa%20a%20sua%20ess%C3%AAncia.%20Parece%20haver%20algo%20essencialmente%20humano%20no%20que%20faz%20a%20religi%C3%A3o%20funcionar,%20e%20esse%20algo%20n%C3%A3o%20parece%20depender%20das%20explica%C3%A7%C3%B5es%20particulares%20em%20que%20se%20acredita.%20Dito%20de%20outro%20modo,%20apesar%20de%20tomar%20frequentemente%20essa%20roupagem,%20a%20religi%C3%A3o%20n%C3%A3o%20seria%20uma%20explica%C3%A7%C3%A3o%20para%20o%20mundo,%20mas%20uma%20explica%C3%A7%C3%A3o%20de%20n%C3%B3s%20mesmos.%20Ent%C3%A3o,%20se%20quisermos%20entender%20por%20que%20a%20religi%C3%A3o%20%C3%A9%20falsa,%20bastar%C3%A1%20olharmos%20o%20mundo%20ao%20nosso%20redor.%20Por%C3%A9m,%20se%20quisermos%20entender%20por%20que%20%C3%A9%20verdadeira,%20teremos%20de%20olhar%20para%20dentro%20de%20n%C3%B3s%20mesmos."&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;ateus net&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges - Editor do Blogue&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2696226291116283780?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2696226291116283780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2696226291116283780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2696226291116283780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2696226291116283780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/06/decifrando-crenca-religiosa.html' title='Decifrando a crença religiosa'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jSBv9MqnXsg/Tfkq1S4RGzI/AAAAAAAACbs/INIhsOF-lOM/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3407179467267040381</id><published>2011-06-05T12:09:00.001-03:00</published><updated>2011-06-05T12:18:58.010-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Religião faz o cérebro encolher</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-z5Q1vgg0Huk/TeucLcGBuRI/AAAAAAAACaQ/oHXy3I7dpYM/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-z5Q1vgg0Huk/TeucLcGBuRI/AAAAAAAACaQ/oHXy3I7dpYM/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;O CIÊNCIA MALUCA adora uma boa banalidade – e não vê problema algum nisso. Mas o papo hoje é um pouquinho mais sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem um milhão de  estudos por aí que apontam uma série de benefícios  da  religião para o  cérebro. Mas, na ciência (ainda mais quando a gente   inclui o “maluca” no  meio), pouca coisa é &lt;b&gt;unanimidade&lt;/b&gt;. Pesquisadores da Universidade de Duke, nos EUA, observaram os cérebros de&lt;b&gt; 268 homens e mulheres&lt;/b&gt; com mais de 58 anos e notaram que o &lt;b&gt;hipocampo&lt;/b&gt; – região envolvida, principalmente, na formação de memórias – era &lt;b&gt;significativamente menor&lt;/b&gt; naqueles que se identificavam com grupos religiosos específicos ou que tinham passado por &lt;b&gt;experiências religiosas&lt;/b&gt; de mudança de vida – aquela coisa de estar quase morrendo e “nascer” de novo, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por quê?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;Hum, ninguém tem certeza ainda. Mas a principal&lt;b&gt; hipótese&lt;/b&gt; do &lt;a href="http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0017006" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;estudo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é que certos aspectos da religião causem, em algumas pessoas, um&lt;b&gt; estado constante de estresse&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;Um indivíduo que faz parte de uma &lt;b&gt;minoria religiosa&lt;/b&gt; e  sofre preconceito por isso vive num estado de nervos mais delicado.  Também pode acontecer com o sujeito que vive com o medo de ser&lt;b&gt; punido&lt;/b&gt; por Deus por isso ou aquilo, ou então com o que tem &lt;b&gt;ideias conflitantes&lt;/b&gt; com certos dogmas da religião. Ao longo do tempo, a liberação constante dos hormônios do estresse &lt;b&gt;diminuiria o volume do hipocampo&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tenso, né?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;(&lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/religiao-faz-o-cerebro-encolher/"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Super&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Quero vera agora. Será que os partidários da &lt;b&gt;&lt;i&gt;Fé Cega, Faca Amolada (FCFA)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; dirão alguma coisa?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Enéias Teles Borges &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3407179467267040381?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3407179467267040381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3407179467267040381' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3407179467267040381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3407179467267040381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/06/religiao-faz-o-cerebro-encolher.html' title='Religião faz o cérebro encolher'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-z5Q1vgg0Huk/TeucLcGBuRI/AAAAAAAACaQ/oHXy3I7dpYM/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-6283414621573881118</id><published>2011-05-26T10:04:00.000-03:00</published><updated>2011-09-20T11:08:55.173-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Deus capacita os escolhidos?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CCLTLlj5NYg/Td5O9KHOhmI/AAAAAAAACYs/6U9oisfQ9Fk/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-CCLTLlj5NYg/Td5O9KHOhmI/AAAAAAAACYs/6U9oisfQ9Fk/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A frase é bonita e causa impacto: &lt;b&gt;"Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos"&lt;/b&gt;. Já a ouvi inúmeras vezes e em todas eu me perguntei: faz sentido? Acredito que não. É óbvio que para um &lt;i&gt;agnóstico teísta &lt;/i&gt;(meu caso) o resultado de qualquer conclusão será irrelevante. Quero me postar, agora, como um membro fiel de uma &lt;i&gt;entidade difusora de cultura religiosa&lt;/i&gt;. Nessa postura é que afirmo: a frase em testilha não faz sentido. Fica a impressão que a escolha divina é dirigida exclusivamente aos incapacitados. Quer dizer então que existem pessoas capacitadas e que por essa razão jamais serão escolhidas? O que é capacitação? Para pregar, para dar bom exemplo, para ser eticamente correto? A frase foi feita para causar impacto, nada mais que isso. Ela é inteiramente despida de coerência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Uma análise sincera da frase acima leva uma pessoa justa pensar mais ou menos da seguinte maneira: a frase correta deveria ser: &lt;b&gt;"Deus escolhe capacitados e incapacitados, aperfeiçoa os capacitados, capacita e aperfeiçoa os incapacitados"&lt;/b&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Esquecendo que o ora digitador é agnóstico, não faz mais sentido a frase "adaptada"?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-6283414621573881118?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/6283414621573881118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=6283414621573881118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6283414621573881118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6283414621573881118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/05/deus-capacita-os-escolhidos.html' title='Deus capacita os escolhidos?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CCLTLlj5NYg/Td5O9KHOhmI/AAAAAAAACYs/6U9oisfQ9Fk/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5090583667155439226</id><published>2011-05-18T19:49:00.000-03:00</published><updated>2011-05-18T19:49:07.014-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Pesquisa comprova que fé em Deus é inerente ao ser humano</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zPzsRI54c7o/TdRMwpWLlmI/AAAAAAAACXE/X735iFhtuqQ/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-zPzsRI54c7o/TdRMwpWLlmI/AAAAAAAACXE/X735iFhtuqQ/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma pesquisa conduzida por dois acadêmicos da Universidade de Oxford,  Inglaterra, intitulada “Projeto de Cognição, Religião e Teologia” teve o  custo recorde de 1,9 milhão de libras esterlinas. Sua conclusão final é  que o pensamento humano está “enraizado” em conceitos religiosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto envolveu ao todo 57 eruditos, oriundos de 20 países, que  lecionam disciplinas como Antropologia, Psicologia e Filosofia. A  investigação se propunha a descobrir se a crença em divindades e na vida  depois da morte são conceitos aprendidos ao longo da vida ou são  inerentes ao ser humano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o professor Roger Trigg, um dos diretores do projeto, nossa  tendência natural é “ver um propósito neste mundo… nós procuramos um  sentido. Pensamos que existe algo mais, mesmo que não consigamos vê-lo…  Tudo isso tende a gerar em nós uma forma religiosa de pensar”. Para ele,  a pesquisa mostrou que religião “não é apenas algo que algumas poucas  pessoas fazem no domingo em vez de ir jogar golfe… Reunimos várias  evidências que sugerem que a religião é um aspecto comum da natureza  humana, presente em diferentes sociedades. Isto sugere que as tentativas  de suprimir a religião tendem a ter vida curta, uma vez que o  pensamento humano parece estar enraizado em conceitos religiosos, como a  existência de deuses ou agentes sobrenaturais, a possibilidade de vida  após a morte, e de algo anterior a essa”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O doutor Trigg destaca ainda que, curiosamente, as pessoas que vivem  nas cidades de países mais desenvolvidos, são menos propensas a serem  religiosas do que as que vivem no campo ou em áreas economicamente menos  desenvolvidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Realizado em Oxford, um dos estudos conduzidos pela equipe concluiu  que crianças com menos de cinco anos de idade são mais propensas a crer  em situações “sobrenaturais”, do que a entender as limitações dos seres  humanos. Nesse experimento, perguntava-se às crianças se as mães delas  sabiam que objeto estava guardado em uma caixa fechada. Crianças de três  anos de idade acreditavam que suas mães e Deus sempre sabiam qual era o  conteúdo, mas a partir dos quatro as crianças começavam a entender que  suas mães não eram oniscientes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro estudo feito na China mostrou que pessoas de diferentes  culturas creem instintivamente que alguma parte de sua mente, alma ou  espírito sobrevive de alguma forma após a morte. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O diretor do projeto, Dr. Justin Barret, do Centro de Antropologia e  Mente da Universidade de Oxford, afirma que a fé é um fenômeno que  subsiste nas diversas culturas do mundo porque as pessoas que  compartilham os laços da religião “são mais propensas a cooperar com a  sociedade”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele faz questão de enfatizar que “o projeto não se dispôs a provar  que Deus ou deuses existem”. O doutor Trigg entende ainda que “tanto  ateus quanto as pessoas religiosas podem utilizar o estudo para defender  seu ponto de vista”. “Richard Dawkins aceitaria nossas conclusões e  diria que temos de evoluir para sair disso. Mas as pessoas de fé podem  argumentar que a universalidade do sentimento religioso serve ao  propósito de Deus. Se existe um Deus, então ele teria nos dado  inclinações para procurá-lo”, conclui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os eruditos de Oxford acreditam fortemente que a religião não vai se enfraquecer, &amp;nbsp;como muitos especulam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;a href="http://networkedblogs.com/hVhV5"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Agência Pavanews&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; É claro que a cultura religiosa, religiosidade e similares não se enfraquecerão. Alguma dúvida? O que se questiona de fato é: como ficarão esses conglomerados que pensam que somente eles possuem a verdade? O ser humano sempre acreditará em algo sobrenatural. &lt;b&gt;É a fé em qualquer tipo de deus...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5090583667155439226?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5090583667155439226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5090583667155439226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5090583667155439226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5090583667155439226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/05/pesquisa-comprova-que-fe-em-deus-e.html' title='Pesquisa comprova que fé em Deus é inerente ao ser humano'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zPzsRI54c7o/TdRMwpWLlmI/AAAAAAAACXE/X735iFhtuqQ/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8621982064946685736</id><published>2011-05-03T19:56:00.000-03:00</published><updated>2011-05-03T19:56:05.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Sobre a Inquisição...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7fzjPwQAnD0/TcCHw6KZdqI/AAAAAAAACVk/dV1wVLzNxXc/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-7fzjPwQAnD0/TcCHw6KZdqI/AAAAAAAACVk/dV1wVLzNxXc/s400/Blogue2.jpg" width="336" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conhecido também como Santo Ofício, a Inquisição era um instituição dos  tribunais da Igreja Católica que julgavam e puniam pessoas acusadas de  se desviar do caminho de Deus.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tiveram 2 versões, a da Idade  Média nos séculos XIII e XIV, e a Inquisição Moderna em Portugal e na  Espanha que durou do século XV até o século XIX! Começou em 1231  quando o Papa Gregório IX criou um orgão para investigar suspeitos de  heresia, pois ele estava preocupado com o crescimento das seitas  religiosas. Qualquer pessoa que professasse práticas diferentes das reconhecidas como "cristãs" era considerada herege. Atuando  na Itália, França, Alemanha e Portugal, a Inquisição Medieval tinha  penas mais leves, sendo a mais comum a excomunhão.( Tortura passou a ser  autorizada pelo Papa a partir de 1252 para arrancar confissões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  segunda "era" da Inquisição veio com toda força começando na Espanha em  1478. Os alvos eram principalmente Judeus e Cristãos-novos(Recem  convertidos acusados de continuarem praticando o Judaísmo). Com apoio  dos reis o Santo Ofício ganhou força e passou a considerar heresia  qualquer ofensa "a fé e aos costumes católicos". Quem usasse toalhas  limpas no começo do sábado ou não comesse carne de porco era acusado de  Judaísmo. Depois a lista de perseguidos foi ampliada para incluir protestantes, iluministas, homossexuais e bígamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As  punições passaram a ser mais pesadas como a famosa "Morte na Fogueira",  tinha também prisão perpétua e confisco de bens. A crueldade dos  inquisidores cresceu tanto que o próprio Papa pediu aos espanhóis que  diminuíssem o banho de sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como acontecia a Inquisição&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Julgamento:&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os  monges do Santo Ofício chegavam a aldeia e reunia toda população na  igreja. No período de Graça(que durava 1 mês) convidavam os pecadores a  admitirem seus pecados. Quem se confessava não recebia penas severas. Quem  não aproveitasse essa chance podia ser denunciado. O pânico nessa época  era grande porque a inquisição incentivava e premiava a delação. Quando  alguém era acusado ele era interrogado e dificilmente conseguia se  salvar. Não tinha direito a um advogado, e muitas vezes era colocado  atrás dele um espião que faziam torturas para conseguir as confissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As Torturas:&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Variavam  de acordo com a heresia. As mais leves deixavam os acusados  acorrentados sem comer nem dormir por vários dias. Mas existiam outros  bem piores como "O Potro e a "Extensão", normalmente o carrasco fazia  uma demosntração de como funcionava essas técnicas para ver se o acusado  se confessava antes de receber a tortura na prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Potro:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  acusado era preso com um anel de ferro no pescoço e nos braços em uma  cama, e 8 cordas eram passadas pelo seu corpo. Ao sinal do inquisitor o  carrasco puxava as cordas que chegavam a entrar na carne do acusado  fazendo jorrar sangue, até que ele confessasse ou perdesse a  consciência.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Extensão&lt;/span&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cordas  puxadas por um torniquete faziam os punhos se aproximarem um do outro  por trás. As mãos do condenado se tocavam, isso fazia os ombros se  deslocarem. Essas torturas foram descritas pelo Jean Coustos,  Mestre de uma loja maçônica que acabou confessando seus "pecados" e foi  condenado a trabalhos forçados.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As Sentenças:&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sentença era divulgada em público normalmente com o rei presente. As penas iam da excomunhão até a morte na fogueira. Se  o condenado se confessasse até o pé da fogueira, e se sua conversão a  fé católica fosse considerava verdadeira ele podia trocar a morte pela  prisão perpétua. Caso contrário era queimado vivo na fogueira. Se eles descobrissem defuntos que haviam sido hereges, o cadáver era desenterrado e queimado também.&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Frei dominicano Tomás de Torquemada (Hitler da Inquisição)&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nos  registros históricos ele foi o inquisitor geral da Espanha. Autorizou a  tortura para obter confissões, ampliou a lista de heresias e pressionou  o rei a trocar tolerância religiosa pela perseguição aos Judeus e aos  hereges. Responsável por mais de 170 mil judeus expulsos da Espanha e 2 mil mortes na fogueira.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gatos Pretos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você tem MEDO de Gato Preto ? Ele também é vítima da Inquisição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na  idade Média como os gatos tinham hábitos noturnos, por isso passaram a  acreditar que ele tinha pacto com o demônio. Se fosse preto então ele  era das trevas. O Papa Inocêncio VIII incluiu o Gato Preto na lista de perseguidos pela Inquisição. Em  1560 um gato preto ferido a pedradas conseguiu se esconder na casa de  uma velhinha que dava abrigo aos gatos. No dia seguinte a velhinha  apareceu com machucados, assim o povo concluiu que ela era uma Bruxa e  se transformava em gato a noite... Não preciso contar o que aconteceu  com ela não é? O gato também era incluído no paganismo, já que era  reverenciado como divindade principalmente entre povos antigos como os  Egípcios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É dai que vem as lendas e o MEDO do Gato Preto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caça aos gatos só terminou em 1630 quando o rei Luís XIII proibiu a perseguição aos bichos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: (&lt;a href="http://medob.blogspot.com/2011/04/inquisicao.html"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;MEDO B&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Editor do Blogue: Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8621982064946685736?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8621982064946685736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8621982064946685736' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8621982064946685736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8621982064946685736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/05/sobre-inquisicao.html' title='Sobre a Inquisição...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-7fzjPwQAnD0/TcCHw6KZdqI/AAAAAAAACVk/dV1wVLzNxXc/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-4512987706952688269</id><published>2011-04-12T21:13:00.003-03:00</published><updated>2011-05-03T18:18:17.792-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Profecia de Hitler. Você Acredita?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-n7RhTG3zhjE/TaTpenfpb6I/AAAAAAAACUA/B4YvzkkR1mI/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-n7RhTG3zhjE/TaTpenfpb6I/AAAAAAAACUA/B4YvzkkR1mI/s400/Blogue1.jpg" width="263" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Recebi, via correio eletrônico. Creio que muitos receberam pois isso costuma circular rapidamente na internet.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Material retirado de um pequeno livro publicado em 1958, que tráz supostas  profecias atribuidas ao espírito de Hittler. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Essas profecias teriam sido  psicografadas por vários médiuns espíritas, pouco tempo após a morte  dele. Pra quem não sabe... Adolf Hitler nasceu na Austria em 20 de abril  1889, e cometeu suicidio em 30 de abril de 1945.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Hitler (1949) psicografado pelo medium H.  Kolder:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Não se alegre pela paz, porque a centelha da guerra  continuará acesa entre os povos. E haverá sangue... e haverá lágrimas. Mas a  pessoa cruel virá no cruzar do milênio. Após 1995 mundo será governado por  víboras. E o veneno estará espalhado um pouco em todos os lados. O céu de muitas  cidades alemãs, suíças, francesas e italianas será obscurecido por nuvens que  transportarão uma carga de morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O capitalismo e o marxismo são sistemas  injustos porque terminam crucificando o homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Primeiro cairá o marxismo e o  barulho da queda se ouvirá até a lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Depois cairá o capitalismo e o barulho  de sua queda se ouvirá até o sol.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Onde caírem as duas bestas, restará somente  cinzas, porque suas doutrinas eram somente cinzas. Quando entrarem no túnel da  década viperina, as ideologias entrarão em crise profunda. Faltarão as  idéias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler (1951)  psicografado pelo medium F. Riedman:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Haverá mudanças  substanciais na Europa: Mudarão as fronteiras, as capitais, as terras e os  mares. Haverá mudanças impostas pela natureza e mudanças impostas pelo homem. A  natureza dará uma nova forma a muitas praias, a muitos mares e a muitos montes.  Moscou se tornará uma cidade provincial enquanto que São Petersburgo voltará a  ser capital da Rússia. Roma se tornará um museu enquanto que Milão se tornará a  capital da Itália. Berlim voltará aos esplendores dos anos gloriosos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O Mar  do Norte pegará algumas terras. Mas serão sobretudo as praias da Itália, França  e Espanha que serão inundadas. A parte alta do Mediterrâneo ferverá como uma  panela sobre o fogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E o inverno virá junto com o verão."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler (1952) por um grupo de pesquisa  mediúnica de Frankfurt:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Não se salvará nada desta civilização de  consumo. E é justo que seja assim, porque o consumismo é uma roda que gira  continuamente. E a cada giro produz ânsia e fadiga. Cobiça de ter! Cobiça de  consumir! Sobre esta plataforma vem edificada uma vida  angustiada".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler  (1952) psicografado pelo medium I. Fridmant:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Diga aos homens  para se prepararem para enfrentar tempos muito duros. Haverá fome em todos os  lugares. E mais do que falta de pão, haverá falta d'água. Muitos dirão: os  reservatórios estão cheios de água. Mas se tratará de água infectada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Se  lembra da grande crise de 1929? Em menos de 1 século depois voltará a ocorrer. E  será muito pior, porque não será somente uma crise econômica. Será o 3º conflito  mundial e haverá uma grande quantidade de enganadores, capazes somente de mover  a língua e de sugar o sangue do povo criança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Nos altos postos, haverá  somente gigantes da corrupção, com coração de coelho. Os ladrões mais astutos e  mais rafinados se apresentarão ao povo com uma rica bagagem de mentiras. E o  povo criança votará neles... no entanto, o povo criança serão dados jogos,  divertimentos e campeonatos. Assim, o povo esquece sempre a liberdade e a  democracia, os cidadãos votam em ladrões e o país se torna um  esgoto".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler (1953)  psicografado pelo medium L. Helmut:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Não passarão ainda muitas  décadas e a vida terrestre não valerá a pena de ser vivida. Toda a terra será um  veneno e toda a vida do homem será uma doença. A terra se tornará infectada como  uma ferida cheia de pus. Os políticos prometerão consertar as coisas, mas  gastarão todos os fundos na luta "desintoxicante" em inúteis assembléias, em  discussões, em contestações, em comissões, em paracomissões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Chagas horrendas  se abrirão na carne dos homens e dos animais. Chagas horrendas se abrirão na  terra que um dia era fértil. O Apocalipse virá mesmo, isso foi construído grão  após grão por homens loucos, incapazes e corruptos. Por isso foi decidido o  grande dilúvio. E se salvarão os mais dotados. Na lei eterna, só há lugar para  os melhores. Não será a massa que será salva, mas os super-homens. E a vida  nova, os novos relacionamentos entre os homens, serão projetados e realizados  por estas mentes superiores."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Hitler (1954) psicografado pelo medium R.  Dowden:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Quando o turbilhão oriental passar pela Terra, o Japão  será destruído por uma série de terremotos que deixarão na vida daquele povo uma  ferida profunda.O destino da Itália é aquele de mudar a cada mudança de vento. O  homem simples não poderá fazer nada, porque já está tudo escrito. Quem enfrentar  os tempos das grandes mudanças com humildade, serenidade e sobretudo preparado  dentro, se salvará. Quando o milênio morrer, morrerão muitas coisas. E muitas  coisas mortas, ressurgirão. Naquele tempo, apronte sua bolsa, porque será o  tempo de grandes migrações".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler (1955) psicografado pelo medium T.  Simpson:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitler teria falado em alemão e francês, enquanto, os  registros afirmam que o médium não conhecia francês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"A Alemanha voltará  a ser uma. A Inglaterra perderá as suas colônias, perderá a monarquia e perderá  a unidade histórica. Então se compreenderá que a democracia não existia naquela  terra. A França será destinada ao papel de dependente da Alemanha. A União  Soviética se despedaçará em mil fragmentos. E cada fragmento reivindicará a sua  bandeira. Uma crise espantosa passará pelos países do leste. A fome e a peste  levarão os povos eslavos à agonia. Os Estados Unidos perderão as suas estrelas:  uma a uma. De agressores serão agredidos. Chegará o dia em que eles deverão se  defender, seja no interior como no exterior. A estátua da liberdade explodirá  durante a lua cheia. E com a estátua da liberdade, despedaçará a história dos  Estados Unidos da América. O mundo entenderá então que os Estados Unidos não  eram grandes, mas somente ricos. E a riqueza é como a onda do mar, vai e volta.  A cor que atacará os EUA será a amarela. Naquele tempo, tremerá o mundo. E  tremerá sobretudo a Europa. Somente os países da América Latina darão luz. Será  o Brasil o centro da civilização. Será necessária uma grande limpeza: onde não  chegar o homem, chegará a natureza. A Flórida desaparecerá, se tornará mar... E  do mar voltará uma terra. Que terá escondido o mistério de uma civilização. E  neste mistério se encontrará uma nova lei de vida".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Hitler (1957) psicografado pelo medium F.  Zellerh:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"Tudo mudará somente quando o homem mudar. Quando a vida  mudar. Quando se apagar a luz e depois de uma longa noite, surgirá o novo sol.  Eu disse que mudará tudo, na terra, no mar e no céu. O sol surgirá no poente e  se porá no levante. A brisa do mar será sentida (onde é hoje) na montanha,  enquanto que o gelo será encontrado (onde é hoje) no mar.O primeiro sinal destes  acontecimentos será dado pelas estações. Quando a rosa florescer em janeiro e a  neve for vista em maio, significará que os tempos estão vizinhos... Então haverá  pânico entre os povos. Mas será necessário que isto ocorra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E no novo tempo,  um novo sol se porá, no levante e não mais no poente"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É coisa  pra se pensar...&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Meus amigos, o mundo tem de tudo. É possível achar motivos para acreditar em qualquer coisa. Esta é uma delas..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-4512987706952688269?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/4512987706952688269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=4512987706952688269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4512987706952688269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4512987706952688269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/04/profecia-de-hitler-voce-acredita.html' title='Profecia de Hitler. Você Acredita?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-n7RhTG3zhjE/TaTpenfpb6I/AAAAAAAACUA/B4YvzkkR1mI/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-6726826125144117919</id><published>2011-03-24T14:34:00.000-03:00</published><updated>2011-03-24T14:34:32.132-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>A oração do gato e a oração do cão...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-SaFKqrjyEDc/TYt_bxYZejI/AAAAAAAACSs/pDHWPJZ7dOc/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="314" src="https://lh4.googleusercontent.com/-SaFKqrjyEDc/TYt_bxYZejI/AAAAAAAACSs/pDHWPJZ7dOc/s400/Blogue3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Cão Sábio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo dia um  cão sábio passou por um grupo de gatos. À medida que se aproximava, percebeu que  estavam muito concentrados no que estava acontecendo entre eles e não lhe prestavam  a menor atenção. Decidiu então parar e escutar o que diziam. Do meio deles  levantou-se um gato grande e solene que olhou para todos e disse: - Irmãos,  rezem, e depois rezem de novo e outra vez ainda, sem duvidar; e então, em  verdade lhes digo, vai chover rato. Ao ouvir isto, o cachorro riu deles por  dentro e afastou-se, pensando: - Oh, gatos cegos e insensatos! Pois não está  escrito e eu não sei, e meus antepassados antes de mim não sabiam que o que  chove quando rezamos e suplicamos com fé não são ratos, e sim ossos? (Khalil  Gibran) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Observaram que um segmento religioso desdenha da fé e da oração dos outros segmentos? Afinal a oração que vale é sempre a dele, rigorosamente "como imaginava o cão&amp;nbsp; sábio..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-6726826125144117919?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/6726826125144117919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=6726826125144117919' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6726826125144117919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6726826125144117919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/03/oracao-do-gato-e-oracao-do-cao.html' title='A oração do gato e a oração do cão...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-SaFKqrjyEDc/TYt_bxYZejI/AAAAAAAACSs/pDHWPJZ7dOc/s72-c/Blogue3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-6902610176255861097</id><published>2011-03-22T09:37:00.004-03:00</published><updated>2011-04-12T21:21:48.624-03:00</updated><title type='text'>O envenenangelho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-lhLHz0MFHik/TYfgQJcf98I/AAAAAAAAGJc/ULS0lQZwgCs/s1600/poison1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh3.googleusercontent.com/-lhLHz0MFHik/TYfgQJcf98I/AAAAAAAAGJc/ULS0lQZwgCs/s400/poison1.jpg" width="285" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei de ser “evangélico”! Sei que está em  moda dizer isto, mas não  digo por causa da moda, como quem vai sendo manobrado  como massa, mas  sim por causa do nó na garganta mesmo, do aperto no peito e da  triste  constatação do imenso engano que cegou a igreja evangélica espalhada por  todos os lados. Graças a Deus nunca fui “gospel”, mas ser “evangélico” não diz  mais o que deveria dizer e não representa tudo o que Deus me  chamou para ser  Nele em amor e Graça e que está para muito além das  portas das igrejas [com “i” minúsculo]. Meu lugar, e o convite que  recebi, é para ser do Reino e deste  privilégio não abro mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que digo certamente será combatido pelos “santos”, pelos “homens de ‘deus’”, por “pastores” e “gente da visão”. Serei  chamado de “perturbador da fé”, “insubordinado”, “sem fé”, “sem aliança”, “sem  cobertura”, dirão que estou causando escândalo ou coisas semelhantes a  estas,  mas assumo o que estou dizendo com a convicção de quem não vai  pular do barco  naufragando, mas que tem a vontade firme na rocha de  ganhar a quantos  conseguir, dentro e fora do barco, com minha pregação  simples, sem arranjos,  sem perverção e o mais sincera/verdadeira  possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou enojado e  farto de Atos [feiticeiramente] Proféticos, Teo-loteria  da Prosperidade,  declarações esquizofrênicas de autoridade, coberturas  espirituais e recados  dados por um “deus” que nunca cumpre o que promete e muda de idéia e direção  como quem troca de sapato. Apóstolos,  pastores e bispos que subiram no pináculo  do templo e se fazem  mediadores entre “deus” e os homens tentando fazer-se  iguais a Deus,  dizendo o que seu rebanho pode ou não pode fazer, julgando o  servo  alheio, sob a pena de não ordenar mais a bênção de “deus” aos seus  discípulos através de sua autoridade. Campanhas de promoção barata e  tentativas algemadas de lotar templos com gente que vem enganada e  enganando-se, tentando frustradamente, de todos os jeitos, alcançar a  inalcançável oração para a qual Deus não disse “amém”, mas que o “profeta” declarou que aconteceria. É gente que lê e ouve o Evangelho,  mas leva pra casa  e para o coração o envenenangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há lugar firme na rocha! Mas estes  loucos teimam em construir suas  casas/templos na areia. Negaram a cruz,  afirmando não haver nela  salvação suficiente, inventando quebras humanas de  maldições  hereditárias e uma santidade apenas moral/sexual/farisaica, sem ética  e  sem caráter, sem verdade de vida no Evangelho. Não crêem que a armadura  de  Deus, o capacete da salvação, o escudo da fé, a couraça da justiça, o cinturão  da verdade e o calçado do evangelho da paz são equipamentos  dados gratuitamente  a todos os que crêem, até mesmo aos mais pequeninos  na fé e não somente a uma “elite sacerdotal” detentora de uma “revelação nova”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denuncio estes  lobos enganadores, raça de víboras, envenenadores do  Evangelho que, não se  contentando em mudar apenas uma vírgula ou til da  revelação, perverteram todo o  sentido da Palavra, ensinando doutrinas  perversas que nada tem a ver com o  Caminho/Boa Nova anunciada em Jesus, o Filho de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não creio, de modo  algum, em um “deus” que só age ou me livra do mau/mal se eu  orar/verbalizar/declarar/profetizar meu pedido. Eu creio em um  Deus que ouve  minhas orações, sim! Todas elas. Muito antes delas me  virem aos lábios. Ele me  livra de vales da sombra da morte que eu nem  imagino que se levantaram contra  mim e vou andando em fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu Deus não se apresenta em “shows da fé”, não  faz politicagem, não dá “jeitinho”, não me abençoa só porque sou fiel, mas em  Graça e amor me  reconciliou com Ele, sem merecimento algum, sem justiça  própria, mas  justificado mediante a fé Naquele que por mim se entregou mesmo  sendo eu um pecador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cantores de Deus não estão nos palcos das TVs,  não lotam auditórios,  nem ginásios, não são performáticos, mas estão cantando e  louvando a  Deus dentro das prisões, no silêncio do seu quarto louvando somente  a  Deus. Não buscam seu próprio interesse de vender mais CDs, não são  idólatras  de sua própria imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste ver tantos amigos, colegas de ministério,  gente querida e de  Deus, mas que estão fascinados e tentados pela possibilidade  de  transformar as pedras em pães, de jogar-se do pináculo do templo e  venderem  suas almas ao principado deste século de sucesso, holofotes e  aplausos. Minha  oração é para que estes se arrependam e creiam no  Evangelho. Abandonem o  envenenangelho pregado por interesses pessoais,  medidos em números e não na  verdade de Deus produzida em amor. Por favor voltem ao Evangelho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um  lugar de liberdade e vida pacificada, plenificada, renovada todos  os dias. Sem  trocas, sem barganha, sem modificar ou acrescentar nada à  Palavra revelada em  Jesus, nem mesmo as novas interpretações e  revelações exclusivíssimas que  alguns falsos mestres e falsos apóstolos  dizem ter recebido. O caminho antigo  ainda é o Novo e Vivo Caminho em  Deus. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do  mundo é nossa garantia  irrevogável que [todas] as nossas maldições e dores  foram levadas sobre  Ele. Está dito! Está escrito! Quem ouvirá? Quem vai crer em  nossa  pregação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;strong&gt;O Deus que disse “arrependam-se e creiam no  Evangelho” te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;(&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.genizahvirtual.com/2011/03/o-envenenangelho.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+Genizah+%28Genizah%29&amp;amp;utm_content=Twitter"&gt;&lt;em&gt;Genizah&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Enquanto a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;FCFA (Fé Cega, Faca Amolada)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; continuar atuando, mais pessoas "pensantes" haverão de se afastar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-6902610176255861097?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/6902610176255861097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=6902610176255861097' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6902610176255861097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6902610176255861097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/03/o-envenenangelho.html' title='O envenenangelho'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-lhLHz0MFHik/TYfgQJcf98I/AAAAAAAAGJc/ULS0lQZwgCs/s72-c/poison1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3059449406905264135</id><published>2011-03-21T11:48:00.000-03:00</published><updated>2011-03-21T11:48:46.359-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>É possível pactuar com uma divindade?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-j6yjAYy5GCw/TYdlQdhzCiI/AAAAAAAACSE/2gxjYjF9Wfw/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="https://lh4.googleusercontent.com/-j6yjAYy5GCw/TYdlQdhzCiI/AAAAAAAACSE/2gxjYjF9Wfw/s400/Blogue3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pacto é um acordo entre partes. Vale dizer que, num acordo, os envolvidos  precisam possuir uma ferramenta que permita o cumprimento do pacto ou o  aferimento do seu não cumprimento. Em palavras bem simples poderíamos dizer que  num pacto as partes precisam ser alcançadas, em caso de cumprimento ou não. Não  fosse assim como ter a certeza de que o pacto será cumprido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis porque  se torna complexo pactuar com uma divindade. O lado humano (material) está à  vista e é palpável. Como seria possível formular um acordo entre o lado humano e  o lado divino (imaterial)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto que não se cala: como conferir se  o pacto está sendo cumprido? Como as partes poderiam se alcançar? Quem poderia  arbitrar para saber se o pacto está sendo honrado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo eu diria que  é impossível tal pactuação. Não seria possível pactuar porque não seria possível  o alcance entre as partes - sendo uma material e a outra imaterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como  explicar, então, os pactos sugeridos nos &lt;i&gt;centros da fé cega e da faca  amolada&lt;/i&gt;? Fácil de explicar. Entre as partes (material e imaterial) existe o  intermediário que, segundo se sabe, tem condições de promover o alcance entre os  pactuantes e saber se o pacto foi assinado, está sendo cumprido ou se foi  violado. Esse intermediário tem nome que pode variar conforme a administradora  que é contratada. Em alguns lugares ele é conhecido por padre, em outros por  pastor, bispo, apóstolo, missionário, reverendo, ancião, diácono...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer  pactuar com uma divindade? Confia nos intermediários que existem aos borbotões?  Então vá e assine o contrato, mas não cobre a assinatura (visível) da outra  parte...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2009/10/e-possivel-pactuar-com-uma-divindade.html?spref=fb"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3059449406905264135?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3059449406905264135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3059449406905264135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3059449406905264135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3059449406905264135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/03/e-possivel-pactuar-com-uma-divindade.html' title='É possível pactuar com uma divindade?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-j6yjAYy5GCw/TYdlQdhzCiI/AAAAAAAACSE/2gxjYjF9Wfw/s72-c/Blogue3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5683868776655318564</id><published>2011-03-16T17:02:00.001-03:00</published><updated>2011-03-16T17:08:36.678-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Três deuses, um funeral</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dois texto abaixo foram extraídos do fabuloso blogue &lt;a href="http://deusilusao.wordpress.com/"&gt;DeusILUSÃO&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-b0oE-ZWsiSM/TYEVC_HYQ-I/AAAAAAAACRg/OTn6UEECvqk/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh5.googleusercontent.com/-b0oE-ZWsiSM/TYEVC_HYQ-I/AAAAAAAACRg/OTn6UEECvqk/s400/Blogue1.jpg" width="384" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Três deuses, um funeral&amp;nbsp;(parte 1)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #736926; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;O&amp;nbsp;boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu&amp;nbsp;dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.”&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #736926; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;(Isaías; 1:3)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #736926; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Essa “fala”, comparando o povo de Israel a um boi e a um jumento, é de Deus, um tanto quanto estressado com o seu “povo escolhido”, que, como sempre, não estava puxando adequadamente o seu saco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Um Deus um pouco mais inteligente teria percebido, de cara, que nenhum povo, por mais primitivo ou humilde que fosse, iria nunca gostar de se sentir possuído por alguém, muito menos da forma como um animal é possuído por seu dono. Mas é assim que Deus vê sua obra-prima, de acordo com o livro sagrado que ele usa para ser revelado ao mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;E sorte daquele povo por isso, porque nem toda a obra-prima de Deus teria a mesma sorte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #736926; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;ASSIM diz o SENHOR ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.” (Is 45:1)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;É. Existiram nações, no plural, que deveriam ser abatidas pelo “povo escolhido”. Aí vem a pergunta inevitável: “Quem teve mais sorte nesse universo: os que nasceram fazendo parte da nação que é tratada como um animal, ou todo o resto que não teve a honra de ser escolhido pelo Criador de todas as coisas e foi predestinado a sucumbir pelo fio da espada dos seus apadrinhados?” Ou seja, é estar entre o cabresto e a espada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #736926; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas.” (Is 45:7)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;A Bíblia está repleta de coisas desse tipo (ou piores do que isso) que depõem fortemente contra a ideia de um Deus, ao mesmo tempo, todo-poderoso e, adivinha, bonzinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Um crente que venha até você com essa ladainha de que o Deus dele é um Deus de amor, ou é um grande hipócrita, ou um grande imbecil, ou um analfabeto, coitado, que só conhece da Bíblia o que o padre ou pastor leem para ele aos domingos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Eu toleraria os dois últimos, porque não se escolhe ser analfabeto, ou imbecil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;“&lt;em&gt;Mas ai de vós hipócritas! Que, por fora, são como os túmulos caiados de branco, mas, por dentro, estão cheios de imundícies!” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Vosso Deus foi nascido da hipocrisia da palavra e, pela palavra, é mantido vivo e perfazendo todos os tipos de barbárie ao longo dos séculos. Assim sendo, também pela palavra eu destruirei vossa hipocrisia e vos entregarei de volta o vosso Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Morto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #323232; font-family: Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Três deuses, um funeral (parte 2)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Vamos com calma, que o caminho é longo. É que há hipocrisia demais e Deus de menos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;No texto anterior eu fiz uma coisa totalmente vetada a um ateu: usar versículos da Bíblia de forma isolada, para defender um argumento. Apesar de ser esse o &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt; das quadrilhas que enriquecem à custa da “palavra”, o ateu não tem a mesma prerrogativa e, invariavelmente, vai ouvir de algum religioso que, em certos casos, é preciso “ler o contexto”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;É assim que funciona: quando a “palavra” é absurda demais e dói nas vistas, o crente recorre ao contexto, como se ele, o contexto, tivesse o poder de mostrar que Deus estava querendo dizer outra coisa. Quando não é o caso, o contexto é dispensado e fica valendo o que está escrito, tal e qual como está no versículo, não sujeito a interpretações, uma vez que é a “palavra” sagrada, eterna e imutável de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Mas só quando convém. E esse é o segredo para se continuar vivendo com a hipocrisia de se estar tão fortemente convencido a ponto de querer impor ao mundo o absurdo de que há, entre nós, uma coleção de livros inteira escrita pelo criador do universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Aí você poderia esperar tudo de livros assim, menos que fossem tão absurdamente humanos e tão intimamente vinculados à época em que foram escritos. Supõe-se que um Deus eterno deveria ser, pelo menos, um tanto divino e atemporal. E quando o crente descobre que não é, ele recorre ao contexto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0023f5; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;em&gt;Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #605712; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #605712; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;(1 João; 4:8)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Deus é amor…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de amaldiçoar toda a humanidade pelo erro de apenas duas pessoas (Gênesis 3:14-19);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de afogar quase toda a vida inutilmente, pois o mal continuou (Gênesis 6:7, Gênesis 8:21);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de criar leis cruéis, intolerantes, absurdas, supersticiosas e preconceituosas (Levítico 15:19, Êxodo 21:20-21, Deuteronômio 22:21, Levítico 21.18-20, Deuteronômio 25:11,12, etc);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar pessoas e animais inocentes que nada tinham a ver com as decisões do faraó  (Êxodo 12:29, Êxodo 9:3-6);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar muitos do seu próprio povo escolhido apenas por estarem insatisfeitos (Números 14:27-29);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de provocar o genocídio de vários povos (Deuteronômio 7:1);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar um homem apenas por não querer engravidar a mulher do próprio irmão (Gênesis 38:08-10);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar um homem apenas por ter catado lenha no sábado (Números 15 32-36);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar duas pessoas apenas por terem mentido sobre a venda de um terreno (Atos 05:1-10);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de ameaçar com castigos eternos os que nele não cressem (João 3:18, Lucas 10:10-16, João 3:18, Apocalipse 21:8);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar uma mulher apenas por ter olhado para trás (Gênesis 19:26);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar dezenas de jovens apenas por terem zombado da careca de um profeta (2 Reis 2:24);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de dizer que ele mesmo criou o mal, o surdo, o mudo e o cego (Isaías 45:7, Êxodo 4:11);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de dizer que no seu julgamento final haverá os piores horrores (Lucas 21:23, Apocalipse 6:8, Apocalipse 9:6);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de queimar vivas várias pessoas (2 Reis 10-13, Números 11:1);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de exigir que matassem as mulheres casadas e guardassem as virgens (Números 31:17-18);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de impedir que um homem fosse ao velório do seu pai (Mateus 8:21-22);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de humilhar uma mulher que buscava a cura para a filha (Mateus 15:22-27);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de assegurar que não veio trazer a paz, mas a espada e a desavença (Mateus 10:34,37);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de matar uma criança inocente pelo erro do rei que ele mesmo escolheu (2 Samuel 12:14,15);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de castigar com pragas terríveis seus desafetos (Números 16:41-50, Números 25:9, 2Samuel 5:6, 2 Samuel 24:15, etc)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de sadicamente enganar seu povo escolhido (Números 11:18-20 e Números 18:31,32);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de ordenar o massacre de crianças, idosos e mulheres grávidas (Deuteronômio 32:25, Ezequiel 9:6, Deuteronômio 2:33,34);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Depois de muitos outros incontáveis atos violentos, cruéis, intolerantes e sangrentos cometidos diretamente ou incentivados por ele… Deus é amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Vá, cristão. Vá correndo ler o contexto. Se é que você lê a Bíblia…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;“Se mais cristãos lessem a Bíblia, haveria menos cristãos”(Derek W. Clayton).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Além de bem redigido e&amp;nbsp;de clareza ímpar, o texto do blogue Deus ILUSÃO traz uma lógica irrefutável...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5683868776655318564?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5683868776655318564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5683868776655318564' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5683868776655318564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5683868776655318564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/03/tres-deuses-um-funeral.html' title='Três deuses, um funeral'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-b0oE-ZWsiSM/TYEVC_HYQ-I/AAAAAAAACRg/OTn6UEECvqk/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-462429566239073767</id><published>2011-02-28T14:08:00.001-03:00</published><updated>2011-02-28T14:11:38.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Religiões e Seitas - Fundadores</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-sBCnhwG0MW4/TWvWVEV14UI/AAAAAAAACQM/2q_S0b_Uw9Y/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-sBCnhwG0MW4/TWvWVEV14UI/AAAAAAAACQM/2q_S0b_Uw9Y/s400/Blogue3.jpg" width="398" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;BUDISMO – Sidarta Gautama&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Príncipe Gautama, também conhecido como BUDA, fundou o “Budismo”por volta do séc. V a.C. Diz a tradição que seu nascimento ocorreu por volta de 560 a.C. e o mesmo foi concebido com 40 dentes dizendo “Sou Senhor do Mundo”; e que seu pai, o Rei Suddhodana da Índia, queria evitar que o filho tivesse contato com o sofrimento do Mundo, o isolando no Castelo, até que ele saiu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CONFUCIONISMO – K’Ong Fu-Tse (Confúcio)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nasceu em Lu, na China, por volta do séc. V a.C. Disse ter obtido a Graça Celeste pois sua mãe quando gestante peregrinou à montanha Ni-Kieou, onde a vegetação se abriu e ela encontrou os 05 elementos, a saber: madeira, fogo, terra, metal, água; considerados popularmente como os responsáveis pela vida terrena; e encontrou também um unicórnio. Confúcio tentou anos chegar ao poder. Era sempre ouvido mas nunca conseguia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;TAOÍSMO – Lao-Tse&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nasceu na China, na província de Honan; segundo a tradição chinesa, veio com o nome de Li Erh (Lao-Tse significa “velho filósofo”) por volta de 604 a.C.; “Tao” significa “caminho”. Consta a História que ele encontrou seu contemporâneo Confúcio e o repreendeu por sua vaidade e ambição. Lao-Tse criou o Tao Teh-King, que é a “Bíblia”dos taoístas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ISLAMISMO – Abulgasin Mohammad (Maomé)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundado por Maomé na antiga Arábia Saudita, um órfão que nasceu por volta de 570 d.C.; se casou com uma viúva rica de mais ou menos 20 anos mais velha. Inspirou o Corão (ou Alcorão), considerado a “Bíblia” dos maometanos. Este por sua vez, preserva boa parte do Livro de Gênesis da Bíblia Cristã, e, na verdade, é uma mescla de zoroastrismo, judaísmo, budismo, confucionismo e até porções do Novo Testamento. Os maometanos são descendentes de Ismael, filho de Abraão com a criada Agar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ROSACRUCIONISMO – Desconhecido&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um desconhecido que percorreu a Europa em 1597 d.C. com o intuito de criar uma sociedade às pesquisas de Alquimia, Pouco se sabe sobre ele, mas lhe atribuem o livro “A REFORMA GERAL DO MUNDO” publicado em 1614 d.C. que tem como personagem principal Christian Resenkreutz. O livro conta que ele foi enviado a um mosteiro. Um monge o leva à Terra Santa onde morreu na ilha de Chipre. Christan foi para Arábia e Egito e após para Europa. Com os conhecimentos das peregrinações, reuniu a ordem e morreu aos 150, porque quis!…&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;MAÇONARIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mescla de ritos populares e de denominações distintas iniciado na Inglaterra por volta de 1717 d.C.; Seus contribuintes foram anglicanos, huguenotes, pedreiros livres e pessoas insatisfeitas. O mistério é a base da crença, que mantém um sistema de auto-ajuda aos afiliados em troca de “outras” coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;HINDUÍSMO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mescla de Ritos Populares iniciados no Japão, século VI a.C.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;XINTOÍSMO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mescla de Ritos Populares iniciados na Índia entre 2000 e 1500 a.C.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ESPIRITISMO – Hipolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi em 1848 [ano], em Hydevislle, EUA, que as irmãs Margaret e Kate Fox afirmaram ver as mesas girando, e ouvir pancadas na casa em que moravam… Faziam perguntas e estas eram respondidas mediante estalidos de dedos. O Sr. Rivail, médico e professor francês, nascido em 1804 lançou a “Bíblia” dos espíritas “O Livro dos Espíritos” em 1857; tornou-se médium. Organizou em Paris a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Adotou o nome de Allan Kardec, alegando ser este o seu nome na outra encarnação. Morreu em 1869 arrependendo-se publicamente por ter escrito tal livro. No Brasil, eis alguns de seus seguidores desfarçados: Legião da Boa Vontade, Ordem Rosacruz, Racionalismo Cristão, Cultura Racional, Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;VODU&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mescla de ritos africanos focado nas Antilhas que em 1803 d.C. foram levados em massa aos EUA onde teve uma certa Organização. Muito semelhante a Macumba e em certas seções há o assassinato de um indivíduo . Diz a crença que Vodu (ou Zumbi) era um deus que dominava à noite e protegia seus adeptos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;BAHAÍSMO – Mirzá Husayn Alí Nuri&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também conhecido como Baha Allah (Glória de DEUS), tal religião foi instituída pelo seu filho Sir Abdul-Bahá em 1894 d.C.; Na verdade, foi uma invenção islâmica de us dissidentes que queriam modificar pontos no Corão. Tais dissidentes eram liderados por Ali Muhammad que se denominava “A Porta” e muitos seguidores desta seita o consideravam uma espécie de “João Batista” para Baha Allah.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;MORMONISMO – Joseph Smith Jr.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nasceu em 1805 d.C. em Vermont/EUA. Influenciado por um livro fictício do Pastor Presbiteriano aposentado Salomão Spaulding que dizia que CRISTO após crucificação foi pregar onde é hoje os EUA e após afirmar que DEUS e CRISTO apareceram a ele dizendo para não ir a denominação nenhuma pois estavam todas corrompidas, publicou “O Livro dos Mórmons” ( a “Bíblia” deles) em 1830 d.C. que junto a “Um Livro de Mandamentos”, forma a base da doutrina mórmom, também conhecida como Igreja de Jesus Cristo aos Santos dos Últimos Dias. Mudou-se para o Estado de Illinois onde adotou a poligamia, causando um cisma na seita (Smith teve 24 esposas e 44 filhos) e depois de vários problemas com a polícia, ele e o irmão Hiram Smith foram mortos a tiros por uma multidão enfurecida em 1844.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA – Guilherme Miller&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos EUA, um fazendeiro, Batista, arrumou licença para pregar, embora tenha muita vontade, era ignorante e pouco instruído. Miller tomou Daniel 08:13-14 e ensinou daí que as 2300 tardes e 2300 noites são 2300 anos. Somou com o ano 457 a.C., data que Esdras chegou a Jerusalém e encontrou o ano 1843 d.C., o ano que segundo ele, CRISTO voltaria. Daí o título “Adventista”, pelo grande ADVENTO. Passou o ano e nada aconteceu; Miller alegou erro ao usar o calendário hebraico em vez do romano. Remarcou para 22 de outubro de 1844. Nova decepção! Teve de fugir para sua fezenda, abandonou a “nova religião” e até pediu reconciliação aos Batistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo, seus seguidores continuaram, e a Sr. Hellen G White, que se tornou a nova prefetisa dos sabatistas, disse ter uma visão onde contemplava a Arca no Céu na qual ela viu as Tábuas dos Dez Mandamentos, sendo que na visão, o 4º Mandamento destacava-se dos demais; daí o “Sétimo Dia”, formando Adventista do Sétimo Dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;TESTEMIUNHAS DE JEOVÁ – Charles Taze Russel&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido em 1853 nos EUA, foi criado na Igreja Presbiteriana, passou para Congregacional e depois ingressou na Adventista, saindo logo depois. Em 1872, Russel conseguiu reunir um grupo de discípulos sem qualquer título e se auto-denominou Pastor. Usam a Bíblia para atrair leigos mas possuem a sua própria “Bíblia”, adulterada. Afirmam ser a única Igreja certa e que CRISTO é apenas um dos Deuses!? Por isso, até Hitler os perseguiu na 2ª Guerra pela Europa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CIÊNCIA CRISTÃ – Mary Baker Eddy&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascida em 1821 nos EUA, quando jovem pertencia a Igreja Congregacional. Fundou a Igreja de Cristo Cientista (Eddyismo) que de ciência e de CRISTO não tem nada. Foi esta mulher influenciada por um relojoeiro que se dizia doutor, de nome Quimby, que era dado as práticas de ocultismo, psiquismo, espiritualismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;TEOSOFIA – Helena Blavatsky&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mescla de religiões pagãs do Oriente, a Sra. Helena, de origem russa e descendente alemã, nasceu em 1831 e aos 17 anos casou-se com o General Czarista Blavatsky. Abandonando-o 03 meses após, era uma mulher explosiva. Tornou-se médium espírita e em suas andanças pelo mundo, teve contato com diversas religiões místicas. Subdividem a humanidade em 03 raças e 05 sub-raças e dizem que CRISTO está na 5º sub-raça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;PERFECT LIBERT (PL) – Tokoharu Miki&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma imitação do Budismo. O Sr. Miki desde os 08 anos estava num monastério de Budismo no Japão. Aos 41 anos. Depois de diversas vezes tentando fundar a seita, conheceu mestre Kanada, que detinha 18 preceitos, somando a 03 de Miki formaram a base da religião, que se desfez em 1936 por desentendimentos internos. 02 anos após, Miki morre. Toruchira Miki, filho de Tokoharu, em 1946, pegando os 21 preceitos, resolveu ressucitar a seita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL – Mokiti Okada&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Okada nasceu no Japão e hoje é chamado de Meishu-Sama (Senhor da Luz). Embora os messiânicos existirem a mais tempo, somente em 1947a IMM foi reconhecida e oficializada pelo governo japonês. De Messias tal seita não tem nada! Não há qualquer referência do Senhor Jesus Cristo, nem do Espírito Santo, nem de nada vezes nada. Quando falam de DEUS, se referem a Meishu-Sama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SEICHO-NO-IE – Masaharu Tanigushi&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após ter escrito o livro “Crítica a DEUS”, onde Judas é o herói, Tanigushi, que nasceu em Kobe, no Japão, escreveu Seicho-No-Ie (Lar do Progredir Infinito), que com seu 1º número publicado em 1930, deu início a seita, afirmando ser Movimento de Iluminação da Humanidade. Afirmam que os ensinamentos de CRISTO na Judéia, Buda na Índia e o xintoísmo no Japão são manifestações do deus absoluto Amenominakanushi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;HARE KRISHNA – Krishna&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ramo do hinduísmo. No século I d.C., na Índia, o jovem Krishna, um condutor de carroças, declara-se encarnação do deus Brahma, até então um deus impessoal. Daí por diante, vários gurus dizem ser reencarnações de Krishna. Afirmam ser Krishna a “Suprema Personalidade de DEUS”. Atuam pelo mundo, principalmente junto aos jovens, induzindo-os a largar a família e a sociedade, ter seus nomes trocados por termos hindus e passar a morar em galpões junto a outros adeptos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;MENINOS DE DEUS – David Brandt Berg&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundada em 1970 por Berg, um evangelista da Aliança Cristã e Missionária nos EUA. Ele se dizia ter recebido de DEUS uma missão diferente e em 1968 iniciou entre hippies e viciados o seu trabalho. Sexo livre, ignorância bíblica, uma religião que “vale tudo”. Seu slogan é “Todas as coisas são puras para os puros”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;MOON – IGREJA DA UNIFICAÇÃO – Sun Myung Moon&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundada na Coréia em 1954 por Moon, um milionário que nasceu na Coréia do Norte em 1920, de pais Presbiterianos. Tem a família como argumento e explicam: Adão e Eva falharam por causa do pecado; CRISTO e Maria Madalena por causa da morte de CRISTO antes do casar; agora está sendo levantada por Moon e sua esposa. Com isso, passam “por cima” de CRISTO e todos os ensinamentos da Bíblia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://espacoevangelico.wordpress.com/2007/11/15/os-fundadores-de-religioes-e-seitas/"&gt;Espaço Evangélico&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Certamente a lista está incompleta e com um resumo das que foram listadas. Mas é possível ter uma ideia do mundo confuso e amalucado no qual vivemos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-462429566239073767?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/462429566239073767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=462429566239073767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/462429566239073767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/462429566239073767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/02/religioes-e-seitas-fundadores.html' title='Religiões e Seitas - Fundadores'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-sBCnhwG0MW4/TWvWVEV14UI/AAAAAAAACQM/2q_S0b_Uw9Y/s72-c/Blogue3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2962690217697217988</id><published>2011-02-26T19:36:00.002-03:00</published><updated>2011-02-26T19:41:31.071-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Perguntas intrigantes - I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-sl7W-At5UyY/TWmAfB9PdmI/AAAAAAAACPg/Lb5MFQZ16zA/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-sl7W-At5UyY/TWmAfB9PdmI/AAAAAAAACPg/Lb5MFQZ16zA/s400/Blogue1.jpg" width="336" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Algumas perguntas que me fiz, quando jovem, são as mesmas que ouço hoje dos adolescentes que não temem perguntar:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Pai de Jesus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não dizem que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo? Por que, então, dizem que existem Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo? Jesus é filho do Deus Pai ou do Deus Espírito Santo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Amor de Deus Pai&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se Deus amou o mundo de tal maneira, por que enviou o filho? Não seria o caso de enviar a si mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Eu me recuso a colocar neste espaço as respostas absurdas que obtive. Sei que são as mesmas, direcionadas às perguntas dos jovens de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2962690217697217988?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2962690217697217988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2962690217697217988' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2962690217697217988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2962690217697217988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/02/perguntas-intrigantes-i.html' title='Perguntas intrigantes - I'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-sl7W-At5UyY/TWmAfB9PdmI/AAAAAAAACPg/Lb5MFQZ16zA/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2034609393384540191</id><published>2011-01-30T14:18:00.000-02:00</published><updated>2011-01-30T14:18:02.755-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Sem igreja, graças a Deus!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TUWO5oBw8yI/AAAAAAAACKY/DqtOL41p07s/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TUWO5oBw8yI/AAAAAAAACKY/DqtOL41p07s/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entendi o que significa ser cristão no dia que resolvi não frequentar mais assiduamente nenhuma igreja. Respeito quem faz tal opção, mesmo porque já fui um deles. Mas quis a Vida que eu, talvez precocemente, percebesse que esta vida não é para mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Igreja, culto, reunião, comunidade, grupo alternativo, congregação... Estou cheio de tudo isso. Quando me convidam pra “pregar” ou ministrar alguma aula de teologia ou história da igreja vou com prazer, alegria e gratidão, e procuro fazer o melhor que posso. Mas, por favor, não me chame para fazer parte, nem me venha com aquela conversinha de que lá aonde você vai a coisa é diferente, o pregador é atualizado, moderninho, prega como se estivesse conversando informalmente, traz uma palavra bem diferente daquela tradicional. Não, por favor, mil vezes não!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É engraçado quando alguém me convida pra pregar ou lecionar! O fulano não resiste a tentação e faz aquela "bendita" pergunta: __de que igreja você é? Na hora, só pra deixá-lo feliz, eu dou uma resposta. Digo: __sou da igreja tal. Ou então respondo: __frequento, quando possível, o grupo tal. Mas hoje tomei uma decisão! Quando me fizerem tal pergunta, responderei pura e simplesmente a verdade: __não sou de lugar algum!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, farei questão de complementar: “__não faço parte de nenhuma igreja, comunidade, grupo ou o que quer que seja, porque entendo que ser cristão – que é o que eu sou – corresponde a não pertencer a nenhuma instituição religiosa." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, quem faz parte de uma igreja, paróquia, comunidade, grupo, encontro... não é mais ou menos cristão do que eu por causa disso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra que serve a instituição religiosa? Pra várias coisas, dentre as quais:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para sustentar seu líder, bispo, mentor, pastor, apóstolo, padre... pelo simples fato dele ter achado que Deus lhe escolheu para aquilo – há exceções, raras, mas há, pois há pastores que trabalham para colocar dinheiro dentro de casa;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para fazer com que pessoas que conseguem reduzir sua vida com Cristo àquilo tudo, continuem praticando sua fé;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para se afirmar como aquela que conseguiu encontrar o verdadeiro significado do Evangelho mais que qualquer outra instituição autodenominada cristã;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para alimentar as esperanças e a fé de pessoas que ainda não perceberam que ser cristão significa ter comunhão sem ter de fazer parte de uma empresa com CNPJ, com nome fantasia de igreja;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para manter aquela equivocada ideia de que Ceia se reduz a um ritual com um pedacinho de pão e a dois dedos de vinho – quando não é suco de uva. Ainda tem gente, inclusive, que briga por causa dessa bobagem – sendo que Ceia, de fato, era um grande banquete, mas que se tornou ritual quando não era interessante que os pobres participassem do banquete;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para arrogantemente dizer ao ser humano o que ele pode ou não pode fazer;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- para ser, quando metida a liberalzinha, o refúgio daqueles que não mais se enquadraram num contexto muito conservador e moralista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei disso! Aos domingos à tarde quero ficar com minha família, quero ver futebol, quero ir ao cinema, quero ler um bom livro – com certeza muito melhor do que ter de me sacrificar ouvindo estes sermões deprimentes pregados por pastores tão exclusivistas e despreparados como os dos nossos dias –, quero ouvir uma música que eu goste, quero beber uma cerveja bem gelada, quero dormir e descansar suficientemente porque tenho de trabalhar na segunda-feira, quero amar minha esposa – entenda o que quiser com a palavra “amar” –, quero ir ao parque, quero ir à sorveteria, quero ouvir e contar piadas, quero fazer qualquer coisa que me seja saudável que não seja sentar a bunda numa cadeira de igreja para seguir aquele mesmíssimo ritual: cantar uns 40 minutos, colocar uma grana no envelopinho, ouvir os avisos – no meio ou no final – e ouvir uma “pregação” com a ilusão de que quem está falando por meio daquele sujeito é o Deus Criador dos Céus e da Terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, ser cristão é ser sem igreja, sem comunidade, sem paróquia, sem grupos, sem reuniões religiosas – ainda que com cara de grupo de cristãos desinstitucionalizados... Eu cansei dessa papagaiada! Há alguns que eu amo que ainda se encontram nessa vida de dependência, são meus amigos e sempre serão, e que se sentem bem – ainda que iludidos, na minha opinião – por deixarem de fazer tantas coisas boas que o Eterno deixou para fazermos, e preferem ir a um lugar no qual eles acreditam que Ele esteja falando com eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gente! Ser cristão sem igreja, isso sim é ter liberdade em Cristo! É ter compromisso com o próximo sem ter de levantar bandeira religiosa alguma. Aliás, é entender que ser cristão não significa estar levantando uma bandeira da verdade, mas é apenas ter optado por uma dentre tantas bandeiras que se levantadas do modo certo, conseguem praticar o mesmo bem a todo e qualquer ser humano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, se Jesus não tiver existido, a vida perde o sentido, contudo, para outros a existência histórica de Jesus não faz a menor diferença. Tal pessoa não é menos feliz que eu por causa disso. Aliás, ela até pode ter encontrado o real sentido da vida antes de mim, mesmo que nunca venha conhecer a mensagem de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, se alguém me perguntar a partir de hoje: __Você é cristão? Eu responderei: __sim! E se então perguntar: Então de qual igreja você é? Eu responderei: __Graças a Deus, de nenhuma!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://jeffersonramalho.blogspot.com/2011/01/reflexao-74-sem-igreja-gracas-deus.html"&gt;Jefferson Ramalho&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Eis um resumo do que muitos querem, mas não possuem coragem para fazer. Faço parte do grupo dos cansados. Daqueles que se cansaram da rotina de toda semana, de repetições enfadonhas, de liturgia sem nexo e de mensagens pífias...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2034609393384540191?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2034609393384540191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2034609393384540191' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2034609393384540191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2034609393384540191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/01/sem-igreja-gracas-deus.html' title='Sem igreja, graças a Deus!'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TUWO5oBw8yI/AAAAAAAACKY/DqtOL41p07s/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3465854216478252088</id><published>2011-01-25T14:13:00.001-02:00</published><updated>2011-01-25T14:15:48.782-02:00</updated><title type='text'>Inimigo do seu deus</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TT72fqZ9qKI/AAAAAAAACJ4/9c_5R4MH8yI/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="185" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TT72fqZ9qKI/AAAAAAAACJ4/9c_5R4MH8yI/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;O maior inimigo do seu deus não é o ateísmo, mas o deus do seu vizinho &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando um ateu assevera que deus não existe, muitos religiosos ficam escandalizados e admirados com o fato de que alguém que não acredita no sobrenatural se empenhe tanto no combate à crença religiosa. Chegam a dizer que isso é pouco inteligente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que, dentre esses mesmos religiosos, que tanto criticam a postura combatente do ateu em relação à religião, existe uma guerra ideológica em torno de seus deuses e religiões. Por exemplo: o cristão abomina os deuses do hinduismo; o hindu não entende qual é a do cristão; o budista crê numa energia cósmica, que não tem nada a ver com um deus auto-revelado; e por ai vai.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só para citar a batalha dentro do próprio cristianismo, não faz muito tempo, católicos e protestantes se matavam na Irlanda. A história do cristianismo está manchada com o sangue derramado por cristãos matando cristãos. Hoje, a guerra entre as várias ramificações do cristianismo migrou do campo sanguinolento para o “intelectualóide”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É comum ouvir pseudocristãos, metidos a intelectuais, chamando os mais ortodoxos de estúpidos e, em resposta a esse tipo de ofensa, cristãos fundamentalistas suplicam ao seu deus para que castigue esses hereges maldizentes lançando-os no inferno, juntamente com pagãos e ateus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A confusão é tremenda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por definição, cristão é alguém cuja vida é centrada nos ensinamentos de Jesus Cristo, mas na cristandade não há conformidade de pensamento a respeito de quem exatamente foi ou é esse personagem bíblico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para alguns de seus sectários Jesus é o Deus encarnado; para outros ele não é Deus, mas a criatura primordial da criação; para alguns Jesus foi mais um dentre os profetas; para outros ele foi apenas um ser humano muito sábio; quem sabe ele tenha sido um missionário extraterrestre? E, assim como acontece com as religiões, existe um Jesus Cristo para cada gosto, para cada bolso e para cada nível intelectual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, a única diferença entre um ateu e um crente no sobrenatural é a quantidade de divindades nas quais desacreditam. O ateu não acredita em divindade alguma, enquanto o crente rejeita todas elas, menos aquela por ele idealizada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suma, o ateu tem tanto direito de criticar a fé religiosa alheia, quanto o cristão tem feito com o hinduísmo, ou o católico com o protestantismo... &lt;strong&gt;Assim, caro leitor, como a história tem demonstrado, o maior inimigo do seu deus não é o ateísmo, mas o deus do seu vizinho&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://aartedeterrazao.blogspot.com/2010/06/o-maior-inimigo-do-seu-deus-nao-e-o.html"&gt;A ARTE DE TER RAZÃO&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3465854216478252088?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3465854216478252088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3465854216478252088' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3465854216478252088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3465854216478252088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/01/inimigo-do-seu-deus.html' title='Inimigo do seu deus'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TT72fqZ9qKI/AAAAAAAACJ4/9c_5R4MH8yI/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5171197751822704267</id><published>2011-01-23T00:52:00.001-02:00</published><updated>2011-08-12T12:16:17.282-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teísmo'/><title type='text'>Imaginem um mundo sem religião...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTuW-uCUX1I/AAAAAAAACJk/a8pOqnyJXz0/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTuW-uCUX1I/AAAAAAAACJk/a8pOqnyJXz0/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A frase acima, usada como título para esse texto, é de autoria do cantor e compositor John Lennon e é citada por a Richard Dawkins no documentário "A raiz de todo mal" e no livro "Deus um delírio", nos quais ele argumenta com fervor e eloqüência em defesa de um mundo sem ataques suicidas, sem o 11 de setembro, sem o Talibã, sem as infindáveis guerras entre judeus e palestinos, sem muçulmanos, sem cristãos, enfim, um mundo sem religião. Você é capaz de imaginar como seria esse mundo? Eu bem que tentei imaginá-lo, mas me esbarrei em algumas limitações.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Até onde consegui pesquisar, não se tem conhecimento de nenhuma cultura que seja estruturalmente não religiosa ou atéia. Com efeito, ao longo dos séculos, o ateísmo foi sempre um fenômeno escasso, minoritário, periférico. Imaginar um mundo sem religião estando inserido em um mundo essencialmente religioso requer muita abstração e criatividade, a menos que tomemos um atalho e peguemos o nosso mundo, tal qual é, e simplesmente removamos a religião dele. Essa atitude, contudo, não me parece ser a forma mais honesta de lidar com a questão, mas foi o que eu fiz (e penso que seja o que muitos façam) ao aceitar o desafio de John Lennon em sua música "Imagine".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para muitos, o mundo seria melhor se não houvesse religião. Alguns, pela forma como se colocam, parecem ter certeza disso. Sinceramente, não sei como chegaram a essa conclusão, mas não quero aqui polemizar sobre o que me parece ser resultado de escolhas pessoais. Quanto a mim (e aqui exponho tão somente meu ponto de vista numa reflexão sabática despretensiosa), estou inclinado a crer que a religião não seja a raiz de todo o mal, porque, para mim, religião não é "causa" e sim "efeito". Conseqüentemente, sua remoção não seria suficiente para o estabelecimento de um mundo novo e melhor, já que a verdadeira causa permaneceria.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;É fato inegável que sempre houve atritos, conflitos e guerras baseados em princípios religiosos. Reconheço que, em nome de Deus muitas atrocidades foram cometidas. Lembro-me agora, para citar um exemplo, das Cruzadas que, sob o pretexto de reconquistar a cidade de Jerusalém – local sagrado para os cristãos – legitimou crueldades, saques, destruições e mortes, deixando um rastro de sangue ao longo de quase dois séculos de história (1096-1272). E tudo isso conduzido sob as bênçãos da igreja e, supostamente, com a aprovação do "Senhor dos exércitos, o Deus de Israel". Confesso-lhes que, ao refletir sobre esse capítulo sombrio de nossa história, sinto-me propenso a pensar que o mundo sem religião seria melhor que este em que vivemos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Por outro lado, admito a existência de um outro lado da experiência religiosa que me faz hesitar em colocá-la no cadafalso. São casos como o do quase desconhecido frade franciscano Maximiliano Kolbe, que se voluntariou para morrer em lugar de um pai de família no campo de concentração nazista de Auschwitz. Durante a segunda guerra mundial ele abrigou muitos refugiados, incluindo aí dois mil judeus. Relatos como esse me comovem!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A religião, no entender de especialistas, é um fenômeno "polissêmico". O que isso significa? Essa palavra, pouco usada em nosso dia-a-dia, deriva do grego "poli" (muitos) e "sema" (significado) e é empregada pelos estudiosos da religião para dizer que ela é um signo aberto, que pode assumir significados diversos de acordo com o contexto e ser usada para praticamente tudo. Em nome da religião estimulou-se a inquisição e a caça às bruxas; em nome da religião promoveu-se a arte e a poesia. Em nome da religião se mata; em nome da religião se salva. Em nome da religião, tudo pode ser justificado. É isso que os especialistas querem dizer quando se referem a ela como "polissêmica".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Quando analisamos os textos sagrados nos quais as religiões se alimentam, fica mais fácil entender esse comportamento metamórfico que as caracteriza. Tomemos o cristianismo como exemplo, apenas por ser essa a religião com a qual temos maior afinidade. Em certa ocasião, Jesus disse que não veio ao mundo para trazer paz e sim espada (leiam em S. Mateus 10:34-36). Em outro momento ele afirma o contrário. Diz ele: "bem-aventurado os pacificadores" (leiam em S. Mateus 5:9). Afirmações como essas, aparentemente conflitantes e incoerentes, abrem margem para interpretações dúbias, divergentes, contraditórias, antagônicas. Qualquer um pode se sentir no direito de invocá-las ou interpretá-las em benefício próprio ou conforme a conveniência do momento, justificando assim tanto a guerra (por motivos "nobres", sempre) quanto a paz. Atualmente, presenciamos uma explosão de novas denominações religiosas cristãs, cada uma com suas singularidades e incongruências e todas ancoradas no mesmo texto sagrado. A natureza polissêmica desse texto sagrado favorece (e até justifica) esse fenômeno bizarro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Com base no que foi colocado até aqui, parece-me razoável presumir que a religião, por ser polissêmica, isto é, aberta e sujeita a interpretações circunstanciais e influências pessoais, pode ser usada (e de fato tem sido usada) para apoiar movimentos que promovem tanto a paz quanto a guerra, tanto a concórdia quanto o conflito, tanto a vida quanto a morte. Ora, isso me leva a concluir que a religião em si não passa de um instrumento, que pode ser usado (e de fato o é) de acordo com a habilidade de quem o domina. E em sendo um instrumento, então não pode ser "a causa" do bem ou do mal, porque não há intenção em um instrumento.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Se me permitem a comparação, o mesmo pode ser dito a respeito da ciência. Ela também é um instrumento, uma ferramenta e, como tal, seu propósito é o propósito de quem a utiliza. Há quem faça bom uso da ciência, mas há também quem não o faça. Após a segunda gerra mundial, muitos se perguntavam se ainda era possível acreditar em Deus depois de Auschwitz. Por outro lado, outros também se questionam se ainda era possível acreditar na ciência depois de Hiroshima.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não sei se estou conseguindo ser claro, mas o que estou tentando dizer é que, assim como a ciência, a religião não deve ser tomada como a "causa" de certos males que afetam nosso mundo e concluir que, sem ela, estaríamos mais próximos do paraíso terrestre. Isso porque, no meu entender, a verdadeira causa de tais males precede a própria manifestação religiosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Evidentemente, o que expus aqui é apenas o "meu" ponto de vista atual. Sei que muitos discordariam dele se porventura viessem a ler o que acabo de escrever. Por isso e de antemão, registro aqui meu sincero respeito e apreciação por essas opiniões contrárias. Contudo, reafirmo o que disse e que resumo da seguinte forma:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;(1)&lt;/b&gt; O sentimento religioso é inerente ao ser humano. Conforme disse antes, não se tem conhecimento de qualquer cultura que seja estruturalmente não religiosa ou atéia. Em sendo assim, não consigo imaginar como seria um mundo sem religião, a menos que imagine um mundo sem seres humanos. Se a religião não existisse, nós a inventaríamos, talvez com outro nome, mas com essência semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;(2)&lt;/b&gt; Entendo que os problemas que existem na sociedade são decorrentes da natureza humana. Somos seres belicosos, sedentos de poder e essencialmente egoístas. A própria sociedade (que também é uma invenção humana) se apóia nesse nosso egoísmo (aprendemos com o tempo a impor limites a esse egoísmo em troca de um bem maior). Em sendo isso verdade, então, com religião ou sem religião, continuaríamos a ser o que somos: egoístas, violentos e ávidos por poder.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;E depois de tanto falar a pergunta persiste. Hipoteticamente falando, o mundo sem religião seria melhor ou pior do que este em que vivemos?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não me parece que seja possível responder a essa pergunta de maneira honesta. Faltam-nos elementos para análise. Podemos fazer suposições. Podemos eleger uma das opções como preferida e elencar características positivas e/ou negativas para apoiar nossa escolha, mas o fato é que só conhecemos um mundo – o mundo com religião – e o outro não passa de uma hipótese ou utopia.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Julgo importante lembrar que, na maioria dos casos, as utopias são elaboradas não com o fim de se criar um novo mundo ou uma nova sociedade e sim reformar o mundo e a sociedade em que vivemos. Em sendo assim, vale à penas considerar a proposta de John Lennon e tentar imaginar como seria esse mundo sem cristãos, muçulmanos, budistas e outros rótulos religiosos que causam tantas divisões. Talvez esse exercício nos ajude a melhorar o mundo que conhecemos, a começar por nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;E para concluir o tema, evoco as palavras do historiador e filósofo Dr. Leandro Karnal, professor na Unicamp, em um Café Filosófico que não canso de assistir: "Volto a insistir: ateísmo ou religião não tornam o mundo pior ou melhor, apenas tornam o mundo do jeito que ele é". &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Deixe seu comentário em &lt;b&gt;&lt;i&gt;"&lt;a href="http://detextoemtexto.blogspot.com/2011/01/imaginem-um-mundo-sem-religiao.html"&gt;de texto em texto&lt;/a&gt;".&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Mais uma vez quero indicar a página na qual o texto acima está abrigado. Trata-se de um blogue com textos claros, bem redigidos e despidos de opiniões contraditórias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5171197751822704267?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5171197751822704267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5171197751822704267' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5171197751822704267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5171197751822704267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/01/imaginem-um-mundo-sem-religiao.html' title='Imaginem um mundo sem religião...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTuW-uCUX1I/AAAAAAAACJk/a8pOqnyJXz0/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2191424533769163042</id><published>2011-01-21T15:05:00.000-02:00</published><updated>2011-01-21T15:05:16.107-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teísmo'/><title type='text'>Fé e Tragédia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTm8pkP3QOI/AAAAAAAACJY/1tfOtfwDGH4/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTm8pkP3QOI/AAAAAAAACJY/1tfOtfwDGH4/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O contexto e a forma de tragédias como as que aconteceram no Rio de Janeiro, em Franco da Rocha e no sul de Minas Gerais não são mais novidade. Temos um volume grande e não tão inesperado assim e temos políticos, que vinham silenciosamente enviando o carne do IPTU para moradores de áreas de risco, agora culpando estas chuvas e sendo finalmente obrigados a pedir ou forçar a saída dos sobreviventes das áreas de risco. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O lado social, político e econômico da questão tem sido amplamente abordado pela imprensa de forma geral e haveria pouco a acrescentar. No entanto, uma perspectiva menos abordada é a do contexto religioso que envolve tragédias como esta. A pergunta chave, neste sentido, é: Qual o papel que a fé tem diante de tais tragédias? De onde as vítimas sobreviventes podem tirar forças para lidar com um recomeço tão brutal e por vezes, sem mais poder contar com aqueles que estavam ao seu lado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pessoas de fé afirmam que cada sobrevivente é um milagre, pois contraria todas as expectativas e as probabilidades "racionais" diante do caos e da destruição imposto às vitimas. Casos como o do pai que salvou a vida do filho mesmo estando soterrado, cavando em sua direção, abraçando-o para aquecê-lo e mantendo-o hidratado com sua própria saliva até a chegada do resgate, várias horas depois são expostos de forma emblemática para embasar esta idéia. A fé, segundo os religiosos, salvou o pai e o filho pois sem a fé, o pai teria sido inundado pela lógica probabilistica que lhe jogaria para baixo, diante de uma situação tão improvável, fazendo com que desistisse de si e do filho, perecendo ali mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o mesmo raciocínio, surge a pergunta: Como agem os ateus e os agnósticos diante de situações como esta? A quem recorrem se em nada crêem? É de uma suposta ausência a esta pergunta que os religiosos costumam fazer afirmações como a de que não existem ateus em um avião caindo. Para quem recorreriam? Darwin? Dawkins?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, a resposta ateísta a estas indagações, como a de que trata-se de puro instinto do sobrevivência e preservação - é vista como rude e fraca, por parte dos religiosos, por não ter a poesia, a beleza e o mistério que, embora de forma artificial, permeia a história do homem. O mistério é aquilo que nos atrai a shows de mágica, mesmo que, lá no fundo, saibamos que pode não ser mágica, mas sim um truque, uma ilusão. Optamos então por continuar acreditando, para não cair na rudeza de afirmar que toda a fé em Deus daquele pai que salvou seu filho poderia ser substituída por um pensamento como "que tenho eu a perder para não tentar"?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa opção pela manutenção do mistério, como se pode imaginar, não é nada racional mas é amplamente utilizada pelo simples fato de o homem agir, no fundo, mais como um animal irracional do que como a racionalidade encarnada. Se o ser humano fosse o poço de racionalidade estatística com o qual os religiosos gostam de rotular os não-religiosos (chegando a fazer afirmações irônicas como a de que a razão seria seu deus), não creio que haveriam tantos apostadores assim nas casas lotéricas ou tantas pessoas sozinhas dispostas a mudar o mundo. O instinto humano é irracional e toma decisões irracionais, como qualquer animal. Ser racional, para o homem, é um trabalho, uma labuta na qual consegue manter-se focado razoavelmente bem, desde que não haja o mínimo envolvimento emocional. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, esse lado irracional, que faz o homem decidir lutar contra aquilo que, racionalmente, não teria a menor chance, é uma ferramenta do homem para buscar seus objetivos que, em certos casos, aumenta significativamente as suas chances de sobrevivência. Chame-o de fé, chame-o de natureza humana, chame-o de providência ou como quiser. Seja qual for a verdade, as divergências a este respeito são um preço ínfimo a pagar por esta característica tão valiosa que nos faz querer descruzar os braços, apostar todas as nossas fichas e cavar enquanto for preciso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixe seu comentário na fonte: (&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://leitecommangafazmal.blogspot.com/2011/01/fe-e-tragedia.html?showComment=1295629175922#c5434139662800925751"&gt;Leite com Manga Faz Mal?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Recomendo a leitura dos textos postados pelo Carlos Barth. São bem coerentes, de leitura fácil e agradável. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2191424533769163042?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2191424533769163042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2191424533769163042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2191424533769163042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2191424533769163042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/01/fe-e-tragedia.html' title='Fé e Tragédia'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTm8pkP3QOI/AAAAAAAACJY/1tfOtfwDGH4/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8074792882658463060</id><published>2011-01-18T17:10:00.001-02:00</published><updated>2011-01-18T17:12:05.269-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>O Deus de Israel</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTXlju41sII/AAAAAAAACI4/bVqLfyNvE_Q/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTXlju41sII/AAAAAAAACI4/bVqLfyNvE_Q/s400/Blogue3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;E entraram na aliança para buscarem o Senhor Deus de seus pais, com todo o coração, e com toda a sua alma; E de que todo aquele que não buscasse ao Senhor Deus de Israel, morresse; assim o menor como o maior, tanto o homem como a mulher. (2 Crônicas, 15:12-13)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Deus Todo-Poderoso, criador do Céu e da Terra era o Deus de um povo só. O do povo escolhido: o povo de Israel. Eu, se fosse religioso, acharia isso muito, mas muito estranho mesmo. Como ateu, entretanto, percebo uma razão bem simples: o Deus da Bíblia, o Deus cristão, o Deus de Abraão e tal, foi inventado por aquele povo e eles sabiam que os outros povos já tinham seus próprios deuses, também inventados. Então, aquele seria só deles. Nada que impedisse, porém, que eles se apoderassem dos mitos já existentes nas outras religiões para criarem um “pano de fundo” para a sua divindade novinha em folha. A criação do mundo, o mito do dilúvio, o do envolvimento da divindade com uma mortal, donde nascia um “semideus”, as ideias de Paraíso e Inferno (ou Hades), tudo isso já era corrente na mitologia de outras religiões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que, acho eu, essa religião trouxe de novo foi “a palavra” escrita da sua divindade. Uma coletânea de textos escritos por seres humanos e atribuídos a ela. Isso parece ter dado tão certo que, tempos depois, os muçulmanos adotaram o mesmo expediente e, como fez o povo de Israel com relação a Deus, eles criaram uma “palavra” só deles, ditada pela divindade e redigida por um analfabeto. Mas para Deus, digo, para Alá nada é impossível, embora, ao que parece, ele queria por que queria transmitir sua palavra escrita em árabe e apenas em árabe. Quem quisesse ser salvo por Alá, teria que aprender esse idioma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, esses novos crentes, os do Deus de Israel, conseguiram implementar uma estrutura de doutrinação da sua fé de um jeito totalmente novo. As crianças não teriam um contato gradual com essa nova divindade através do convívio social, da observação das tradições e através da cultura, como acontecia nos demais povos. Deus seria algo em que elas “aprenderiam” a acreditar muito antes de qualquer outra coisa. A expressão bonitinha “Papai do céu” não surgiu por acaso. É a primeira coisa que você, como eu, lembra da figura de Deus. Isso foi repetido para você à exaustão desde muito antes de você aprender a falar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um processo lento e trabalhoso, mas de comprovada eficácia. Uma vez que você tenha entrado nele na idade certa, não há como escapar. Fatalmente você vai acreditar em Deus, na Bíblia e em tudo o mais que lhe disserem. Mas nem todo mundo teve essa má sorte de nascer numa sociedade que se presta a aceitar, quando não incentivar, tal abuso infantil. Mas o “processo” também sabe como contornar tal problema. Apenas transmitir a crença não basta, é preciso que se prepare cada nova geração para “combater” os dissidentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das maneiras é o que eu chamaria de “combate intelectual”. Combater argumentos em contrário com coisas do tipo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Para quem não crê em Deus, nenhuma explicação é possível; para quem crê, nenhuma explicação é necessária!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma vez que as pessoas conseguem doutrinar as crianças para acreditarem que existe um Deus e que a Bíblia é a sua palavra, não vejo dificuldade em que elas consigam, também, colocar nas cabecinhas delas que isso aí é um “argumento”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma outra maneira, mais prática, da qual tanto a Bíblia (como nos versos que abrem esse post) quanto o Corão trazem alguns bons exemplos em vários versículos e suras, é aquela que os muçulmanos também copiaram e da qual dão provas ao mundo de sua perícia: a imposição e divulgação da fé pela força bruta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ao que crê, chame de irmão; ao que não crê, chame de inimigo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://deusilusao.wordpress.com/2011/01/16/o-deus-de-israel-2/"&gt;DEUSILUSÃO&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Existem versões, teorias e "n" formas de explicar a existência e inexistência de divindades. Existem aquelas que são muito coerentes e que merecem ser lidas e difundidas. O texto da página &lt;em&gt;DEUSILUSÃO&lt;/em&gt; merece todo o tempo dedicado à sua leitura... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8074792882658463060?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8074792882658463060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8074792882658463060' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8074792882658463060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8074792882658463060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2011/01/o-deus-de-israel.html' title='O Deus de Israel'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TTXlju41sII/AAAAAAAACI4/bVqLfyNvE_Q/s72-c/Blogue3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2587971032646863314</id><published>2010-12-25T13:38:00.000-02:00</published><updated>2010-12-25T13:38:34.869-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Os Evangelhos Gnósticos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TRYP7UXCjDI/AAAAAAAACHQ/f9EwXTSBy84/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TRYP7UXCjDI/AAAAAAAACHQ/f9EwXTSBy84/s400/Blogue2.jpg" width="264" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que podemos pensar e acreditar acerca do Cristianismo? Sempre foi da maneira como se propaga hoje? Curiosamente versões diferentes do Cristianismo já existiam antes, não apenas nos nosso dias. Convido-o a ver o vídeo a seguir. Não chega a ter cinco minutos e serve para reflexão...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis a fonte (UOL) com o link: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tvuol.uol.com.br/#view/id=a-vida-desconhecida-de-jesus--jerusal-04021B3766E4A16307/mediaId=8649376/date=2010-12-24&amp;amp;&amp;amp;list/type=user/codProfile=yaq680z51683/"&gt;Evangelhos Gnósticos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2587971032646863314?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2587971032646863314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2587971032646863314' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2587971032646863314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2587971032646863314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/12/os-evangelhos-gnosticos.html' title='Os Evangelhos Gnósticos'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TRYP7UXCjDI/AAAAAAAACHQ/f9EwXTSBy84/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-4977520183380712207</id><published>2010-11-30T14:35:00.003-02:00</published><updated>2011-01-17T22:34:53.421-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>O reino divino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São duas postagens oriundas do blogue &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e que foram publicadas em novembro de 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TPUmwvluvsI/AAAAAAAACFA/YJ1Qp7SwfTw/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TPUmwvluvsI/AAAAAAAACFA/YJ1Qp7SwfTw/s400/Blogue3.jpg" width="336" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O reino divino - I&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O reino divino não é desse mundo. Assim sendo ele transcende qualquer tipo de concepção escudada no pensamento humano. Não sendo daqui é praticamente impossível imaginá-lo à luz da compreensão dos homens que são finitos e tendenciosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vencida a etapa da fé, ou seja, crer na existência de um ser superior, mister se faz considerar como seria esse reino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em geral o terráqueo projeta o reino de sua divindade com base no seu existir humano. Em cada época da história o homem imaginou um reino divino. Hoje acontece assim também. Afinal como seria o reino divino?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso a busca às respostas parta de dados estatísticos nós teremos milhares de formatos do reino divino. Cada reino teria hierarquia e leis coadunando com o seu similar terrestre. Fica muito difícil imaginar esse reino divino - isto para quem está de fora. Para quem está dentro de qualquer protótipo na terra não será complicado. Cada um tem um reino divino com vestimenta feita rigorosamente sob medida. Enfim: cada extensão na terra tem, no seu imaginário, a concepção exata do reino divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curiosamente existem fontes antigas que apontam para tudo isso. São livros famosos e milenares, que sobreviveram a todos os tipos de ataques. Esses livros são os sustentáculos das muitas nuances da fé. Desses livros emergiram os grandes conglomerados de culturas religiosas, com destaque para o Judaísmo, Cristianismo, Islamismo. Ainda existem “n” culturas orientais e afins...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses grandes aglomerados deram origem a milhares de pequenas culturas da fé. Cada micro célula tem uma projeção, tal corte de alfaiate, que descreve, rigorosamente, o formato do reino divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O reino divino é maravilhoso! Todos querem morar nele e porque assim almejam vivem, ainda na terra, num ensaio geral. Esse ensaio é uma tentativa de viver por antecipação “um pedacinho do céu” que é o reino divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem não quer ser cidadão do reino divino?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira etapa para quem quer habitar no reino divino é crer em sua existência. O segundo passo é complicado. Existem muitos protótipos do reino divino. Qual seria o verdadeiro? Como escolher?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TPUnc3dBQZI/AAAAAAAACFE/7L48Y4PHwQs/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TPUnc3dBQZI/AAAAAAAACFE/7L48Y4PHwQs/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O reino divino - II&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há duas opções para a escolha do reino divino. Uma é (a) pela comodidade resultante da tradição. O reino escolhido é justamente aquele no qual o fiel já está inserido. Ele é convencido ou convence-se de que o reino divino no qual se encontra é o reino verdadeiro. Julga-se um privilegiado. Enquanto bilhões estão no reino errado, ele é o “sortudo” que já nasceu ou escolheu o reino correto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A (b) outra forma é difícil e pode resultar em um dos dois finais possíveis. (1) O investigador poderá, no final, adentrar para o reino que lhe dá segurança. A segurança obtida é decorrente de uma escolha consciente e (2) pode ser que o investigador descubra que tal reino divino não existe (pelo menos não na forma como desejaria que fosse...).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como podemos concluir, existem duas possibilidades de habitar no reino divino e uma que exclui a existência de tal reino, sob a égide de um ente poderoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o realista, a busca ao reino divino é dura! De fato é penosa. Ele é sincero e sabe que o caminho iniciado é sem retorno. Ele poderá descobrir o “verdadeiro” reino ou simplesmente descobrir que ele é fruto do imaginário humano. Há que se ter coragem suficiente para seguir por esse tortuoso e estreito caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como sempre se soube, o caminho da verdade é íngreme, curvo, cheio de contratempos... Mas é o caminho da verdade e ele não promete um final feliz. &lt;strong&gt;Promete, sim, um final verdadeiro&lt;/strong&gt;. Essa verdade é aquela mesma da qual muito se falou: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Qual verdade e qual liberdade? A verdade é aquela descompromissada e a liberdade é aquela que nos livra do jugo do erro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema é que os “idealistas” querem que a verdade e a liberdade coadunem com o seu desejo e com sua fé. Complicado, não é? Quem não quer assim? Qual a pessoa que não deseja um reino divino à sua imagem e semelhança?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Amigo leitor:&lt;/strong&gt; o reino divino existe. Ele pode ser real ou pode ser fruto da imaginação humana. O reino divino pode ser uma criação do todo poderoso ou pode ser engenharia da mente humana. Pode ser maravilhoso e pode ser “um sonho lindo que se foi...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Uma coisa é certa: ele existe!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-4977520183380712207?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/4977520183380712207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=4977520183380712207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4977520183380712207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4977520183380712207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/o-reino-divino.html' title='O reino divino'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TPUmwvluvsI/AAAAAAAACFA/YJ1Qp7SwfTw/s72-c/Blogue3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-327608136429971115</id><published>2010-11-25T14:39:00.001-02:00</published><updated>2010-11-25T14:50:45.924-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Fé cega e faca amolada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mês de fevereiro de 2009 eu produzi um texto e o dividi em seis partes. O título "fé cega e faca amolada" trouxe muitos leitores para o blogue "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". O texto a seguir é a sua unificação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6Lf7JoRJI/AAAAAAAACEM/54Oj6I2aCTg/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6Lf7JoRJI/AAAAAAAACEM/54Oj6I2aCTg/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fé cega e faca amolada - I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devo confessar que ando meio constrangido com a ação dos criacionistas em defesa de suas teses. Por que estou constrangido? Porque faço parte deste grupo que vê mais sentido na existência de um ser criador do que nas teorias contrárias a essa existência. De certa forma o criacionismo cego acaba empurrando as pessoas sérias na direção contrária ou no mínimo para as rédeas do agnosticismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A defesa do criacionismo tem sido feita por pessoas que não conseguem o revestimento da coerência em suas teses. No afã de defender seus pontos de vista acabam se escudando em fontes dúbias. Além disso é notório o uso de autores e textos longe dos propósitos originais. É lamentável!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas instituições confessionais não têm “defensores” oficiais e uns e outros se postam como se fossem os baluartes da “sã doutrina”. Fazem a defesa em forma de “fé cega” e se servem de argumentos como se esses fossem “faca amolada”. As contradições soam gritantes! É possível ver uma pessoa defendendo o criacionismo cristão e ao mesmo tempo sendo admiradora do design inteligente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O criacionista cristão é somente isso: criacionista cristão! Ele não pode se arvorar a fazer misturas como se um químico fosse! As correntes interpretativas não se misturam! São diferentes por natureza!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentar pinçar pontos de diferentes teorias para fundamentar a que foi eleita é, no mínimo, um ato leviano. Eis porque eu me sinto envergonhado de estar, ainda, nas fileiras do criacionismo. Cada ato insano afasta mais um, pois a insegurança quanto a uma teoria força o cidadão sério à busca da verdade. Não a achando só lhe resta o amplo manto agnóstico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que esses de “fé cega e faca amolada” não percebem o quanto estão sendo inócuos, inúteis e blasfemos? Acreditam mesmo estar prestando algum bem ao advogar o criacionismo dessa maneira torpe?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6Njnce3fI/AAAAAAAACEQ/-kZUCPV3eK0/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6Njnce3fI/AAAAAAAACEQ/-kZUCPV3eK0/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fé cega e faca amolada - II&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os que desejam ardorosamente o criacionismo como teoria viável precisam estar conscientes de que esse é apenas o primeiro passo. Em geral os que creem na “pujança” do criacionismo sentem a necessidade do segundo passo, que para eles é ainda mais importante: ter a convicção, pela fé, claro, que esse criador é um ser pessoal, que tenha criado tudo com um propósito, que veja o ser humano como sua obra prima e que tenha como objetivo precípuo resgatar os homens desse mundo vil, em decadência moral e natural. Claro que essa forma de ter fé é oriunda dos criacionistas cristãos. Nem vou considerar outros milhares de criacionistas com suas teorias vagas e igualmente sem fundamentação científica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás a questão científica está num segundo plano. O primeiro é o da fé. Quem assim age merece certo respeito. O problema, a meu ver, se atém aos que querem sedimentar sua crença criacionista via “ciências” de improviso e entre elas está o obtuso (como tem sido proposto) “design inteligente”. A tentativa de substantivar a teoria criacionista cristã com outras teorias de outras procedências tem sido o “calcanhar de Aquiles” dos hoje tidos como “xiitas da fé”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os fundamentalistas e/ou “pseudo-cientistas cristãos criacionistas” estão fabricando um monstrengo ao melhor estilo Dr. Frankenstein. Buscam o que consideram ser de melhor na teoria criacionista e fazem uma mistura explosiva com o que entendem de especialíssimo nas demais teorias. No final comportam-se como se tivessem descoberto a pólvora! Na realidade estão fabricando um monstro!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por esse motivo eles têm deixado, de forma merecida, o posto de pensadores confiáveis. Estão se tornando insípidos, inodoros e incolores. Nem por isso devem ser tratados como se águas fossem. A não ser que possamos considerá-los como águas apodrecidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande problema é que a membresia de muitas agremiações religiosas é superficial e acredita em muita coisa, inclusive em duendes e em papai Noel. Acredita tanto nesses famigerados e falsos baluartes que outorga, ainda que tacitamente, o poder de representação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As bobagens que são publicadas acabam ficando como opiniões oficiais de denominações seculares e sérias, mas que estão sendo apodrecidas sistematicamente pelos fundamentalistas malucos: alquimistas da ciência distorcida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6OSyEengI/AAAAAAAACEU/7yHo1-HXvAI/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6OSyEengI/AAAAAAAACEU/7yHo1-HXvAI/s400/Blogue1.jpg" width="392" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fé Cega e Faca Amolada - III&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma pergunta precisa ser feita: quem tem autoridade para defender o criacionismo? Parece uma pergunta óbvia, mas há que se notar os diferentes tipos de defesa dessa teoria. Aqui no Brasil tal postulação é feita pelos “criacionistas cristãos”. Para o cristão o criacionismo é conforme a Bíblia. O sagrado livro cristão tem dois testamentos: o velho e o novo. Aqui, por exemplo, já existe divergência com outro militante criacionista que é o Judaísmo. Os problemas, como podem notar são imensos! Os cristãos, que são ortodoxos por natureza, não advogam simplesmente o criacionismo. Protestam por uma adequação à interpretação de um livro que eles consideram sagrado e único. E os demais livros de outros criacionistas igualmente ortodoxos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que dizer de outros criacionistas atuais e do passado? É justo atribuir, aos criacionistas cristãos, martelo do julgamento? Há respeito às demais interpretações? A defesa feita por aqui não é “bairrista”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero exemplificar o efeito do meu arrazoado. É claro que os criacionistas cristãos, num exercício de honestidade, deveriam ser claros em dizer que defendem o criacionismo à luz dos dois testamentos bíblicos. Não podem deixar de transparecer que essa forma de teorizar o criacionismo é exclusiva e não coaduna em cem por cento com as outras correntes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso tem acontecido? Essa honestidade tem ficado clara?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero deixar aqui três links de textos criacionistas publicados no sítio Observatório da Imprensa. Atentem para a forma de defesa de cada texto e os comentários em cada um. Eu diria que ler os textos sem os comentários seria um exercício incompleto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os textos são: "Rivalidade ou mal entendido?" - "A Darwin o que é de Deus" - "Endeusando Darwin em clima de guerra".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sugiro a leitura dos bons artigos e dos comentários. Tirem suas conclusões e perguntem a si mesmos: quem tem autoridade para defender o “criacionismo único”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6PLZSPJ-I/AAAAAAAACEY/kaKeRJ0DU-g/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6PLZSPJ-I/AAAAAAAACEY/kaKeRJ0DU-g/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fé cega e faca amolada - IV&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vencida a etapa do convencimento de que existe um criador vem, indubitavelmente, aquela que traz alento ao criacionista cristão: um deus pessoal e, portanto, cuidadoso e atento ao extremo. O criacionista cristão não defende o criacionismo simplesmente porque ele é o espelho da verdade. Defende porque quer vida em abundância. As teses criacionistas cristãs seriam ardorosamente defendidas sem essa bendita esperança? É possível enxergar um criacionista cristão que defenda suas teses apenas pelo compromisso com a verdade? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É bom considerar que a defesa do criacionismo sem objetivar qualquer recompensa seria ato de extraordinário altruísmo. Por outro lado a defesa de uma tese e em seguida o almejar constante pela “vida eterna” não seria expressão máxima de egocentrismo conjugado com egoísmo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre fico com uma dúvida imensa: a defesa do criacionismo é feita pelos comprometidos com a verdade ou por aqueles que não admitem a possibilidade do fim dessa miserável vida? Chamo a atenção para os criacionistas cristãos que se irmanam em torno dessa “verdade” e que fazem de sua vida uma rotina de supostas boas ações. Há algo de errado em tentar ser bom? Evidentemente que não! Mas qual é o objetivo primordial na busca incessante pelas boas maneiras? A recompensa que vem do cristianismo - uma das vias do criacionismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema que surge: no afã de desejar defender a própria pele muitos criacionistas cristãos se entregam numa luta insana contra aqueles que são ateus e os chamam de tolos e loucos! Os ateus instam em chamar, em contrapartida, tais criacionistas de medrosos, egoístas, egocêntricos e superficiais. Sim, superficiais! As teses criacionistas não descartam a fé como complemento das muitas lacunas. O uso da fé nessas lacunas causa incômodo imenso nos pensadores descompromissados com eternidade da vida pessoal. O confronto dos que têm fé com os que se escudam permanentemente e exclusivamente na ciência é embate sem nexo e com uso de “armas” diferentes e explosivamente desproporcionais...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado os criacionistas cristãos não podem dispensar a fé. Tal fé preenche as muitas lacunas. Sem esse preenchimento não existirá um deus pessoal. E a existência desse ser cuidadoso é, sem dúvida, o grande agente motivador das teses das centenas de agremiações que se servem da “fé cega e da faca amolada”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6P3Ea7yEI/AAAAAAAACEc/l-22ftGzf1I/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6P3Ea7yEI/AAAAAAAACEc/l-22ftGzf1I/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fé cega e faca amolada - V&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que destinei os textos da semana para esse tema “fé cega e faca amolada”? Possivelmente para ratificar o que venho dizendo sempre: essa peleja entre criacionistas e ateus é muito chata! Num primeiro momento parece ser algo captador de conhecimento e difusão de idéias. Logo adiante fica claro que é um embate inócuo em que armas de calibres diferentes são usadas. Não é possível mensurar resultados! Não se mede o alcance de cada um! O criacionista não apenas defende essa teoria e sim vê nela, sobretudo, a possibilidade de eternização da vida humana. Busca não apenas um criador. Busca, depois disso e principalmente, um ser pessoal, carinhoso, preocupado... O ateu não nutre esperança similar. Quer apenas o que chama de verdade, não se preocupando com vida eterna, simplesmente porque não crê nisso. É como se batalhasse contra uma alienação humana implementada pelos “preenchedores de lacunas”, via “fé cega e faca amolada”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho a pretensão de sugerir o fim do debate. Mesmo porque essa voz, tão ínfima que é, jamais seria ouvida e, se fosse ouvida, seria desconsiderada. Ressalto que a defesa criacionista que abomino é essa dos “criacionistas cristãos”. Parecem “xiitas da fé”. Querem de todo modo que o mundo inteiro se curve diante dessa mistura que chamam de ciência criacionista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por hora paro, não sem antes sugerir a você que separou esse tempo para essa leitura: façamos parte de um grupo mais respeitador! Criacionistas, ateus ou agnósticos - não importa! Precisamos aceitar pontos de vista divergentes e analisá-los sempre! A verdade está lá, no lugar de costume. Tal verdade não mudará em função das análises humanas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensemos nisso...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6QtzKtD6I/AAAAAAAACEg/_jKIjzC6TTE/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6QtzKtD6I/AAAAAAAACEg/_jKIjzC6TTE/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Sobre os textos "fé cega e faca amolada"...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Eu pretendia, pelo menos por enquanto, parar com esses textos. Acontece que recebi algumas mensagens, via correio eletrônico, que motivam algumas notas explicativas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;São elas:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Entendo que antes de questionar a arrumação da casa dos outros é mister arrumar a própria casa. Refiro-me aos criacionistas de uma forma geral. São vários segmentos criacionistas entre eles o judaísmo, o cristianismo e o islamismo - não podemos nos esquecer das religiões orientais, indígenas e incluir outras variantes do criacionismo. Até mesmo o darwinismo pode ser encaixado por aqui. Sabemos que Darwin se ateve à origem das espécies e não à origem da vida. Digito tudo isso para perguntar: qual a vertente do criacionismo é a correta? Existe alguma que seja? Como discutir o ateísmo sem primeiro arrumar a casa do criacionismo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Como o meu foco foi o “criacionismo cristão” nem vou para os outros segmentos. Afinal qual o criacionismo cristão é tido como válido? O católico romano? O ortodoxo? O anglicano? O luterano? Aquele dos protestantes conservadores? Seria aquele dos cristãos carismáticos? Notem que as fórmulas apresentadas pelas correntes cristãs são diferentes em maior ou menor grau. A defesa do criacionismo por diversas agremiações cristãs tem sido feita de forma ponderada ou é na forma de um “proselitismo” disfarçado? Os criacionistas cristãos podem se insurgir contra o darwinismo e ateísmo sem primeiro arrumar a própria casa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Recebi algumas perguntas por e-mail e uma me chamou particular atenção: “Seriam os criacionistas cristãos bitolados e sem capacidade de discernimento?” Notem que em nenhum momento do texto eu sugeri que o criacionismo seja algo “sem pé nem cabeça”, mas que a maneira como tem sido defendido é contraditória, superficial e irritante. Asseverei, inclusive, que determinadas pessoas “se investiram” de autoridade e falam como se fossem representantes do criacionismo cristão! Essas pessoas têm contribuído negativamente! A elas eu me dirigi em determinadas ocasiões solicitando que parassem com essas defesas obtusas, que só servem para pessoas muito simples e despidas de senso crítico...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Por fim eu deixo bem claro: as teses ateias não têm atraído adeptos. Criacionistas estão se tornando agnósticos e ateus por outro motivo: a fragilidade dos arrazoados dos criacionistas que defendem seus postulados de forma dúbia! Postulados que são repletos de contrafações e eivados de superficialidade asquerosa!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu compromisso é com a verdade e enquanto não a vislumbro, de forma segura, não me sirvo da “fé cega e da faca amolada” para me guarnecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto isso a guerra segue de forma desigual. As armas usadas são desproporcionais. Esse embate não trará qualquer resultado proveitoso...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges - Autor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;Teólogo e Advogado&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-327608136429971115?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/327608136429971115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=327608136429971115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/327608136429971115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/327608136429971115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/fe-cega-e-faca-amolada.html' title='Fé cega e faca amolada'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO6Lf7JoRJI/AAAAAAAACEM/54Oj6I2aCTg/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-6135734663415355048</id><published>2010-11-24T14:25:00.002-02:00</published><updated>2010-11-24T14:34:51.721-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Fé: Indústria e Comércio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A postagem a seguir é resultante da somatória de &lt;strong&gt;&lt;u&gt;três textos&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; oriundos do blogue &lt;strong&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/"&gt;Convictos ou Alienados?,&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; no ano de 2009.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO06mZEK5gI/AAAAAAAACDs/92mhwxof19s/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO06mZEK5gI/AAAAAAAACDs/92mhwxof19s/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fé: Indústria e Comércio - I&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A fé pode ser industrializada e depois comercializada? Muitos entendem que não. No mundo atual a difusão da fé tem crescido de forma absurda! São tantos, os aglomerados da fé, que é necessário um estudo pormenorizado de cada segmento para saber que tipo de produto está sendo oferecido à membresia. Como são formados os credos? Como são treinados os líderes? Como a doutrina precisa ser incutida? Como ter um diferencial para atrair adeptos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A religião central do nosso enfoque é o cristianismo. Por hora apenas nele nos concentraremos. Por que o Brasil tem tantas igrejas e seitas? Quais os ingredientes do cardápio doutrinário de cada agremiação religiosa? Qual a maneira inteligente criada pelos núcleos para levar o fiel a acreditar que somente a sua agremiação tem a verdade?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO07R19PizI/AAAAAAAACDw/pH1d2nKkEU4/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="326" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO07R19PizI/AAAAAAAACDw/pH1d2nKkEU4/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fé: Indústria e Comércio - II&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O início de um movimento é suscitado pela crença ou pela esperteza. Com o passar do tempo a agremiação ganha corpo físico e corpo doutrinário. As doutrinas são incorporadas na medida em que os intelectuais do meio começam a apresentar teses de onde vieram (ou teses adaptadas). Nada se cria, tudo se copia e modifica. Com a explosão demográfica na instituição de fé outros mecanismos vão surgindo. Há necessidade de diversificação: mídia (TV e rádio), hospitais, educação e afins. O movimento transforma-se num conglomerado que junta bens e fiéis. Observem que acontece esse tipo de crescimento em todas. Todas mesmo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisam surgir diferenciais. Por que ficar nesta e não naquela? A indústria da fé precisa agir com inteligência. Será necessário comercializar a produção de tal forma a levar o fiel a crer que está no único lugar correto. A produção de costumes na indústria da fé tem que ser na medida exata. Remédio em pequena quantidade produz dispersão e remédio em quantidade excessiva aniquila o paciente. Surgem os seminários que produzirão gerentes de ordens: pastores, bispos, padres, não importa o título. Os gerentes são os principais comerciantes no varejo da fé. Precisam ensinar a membresia a vender e atrair mais compradores que se tornarão vendedores... O que se vende? Uma teoria de fé cumulada com práticas específicas. A medida exata da difusão dos costumes e da doutrina levará o membro a se julgar um felizardo por estar no lugar certo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não existe outra forma de industrializar e comercializar. Não havendo um equilíbrio nos costumes e nas doutrinas a difusão dos produtos não trará os resultados ideais. Iniciar um projeto e não concluir propiciará uma debandada para outro conglomerado. Nos tempos atuais as instituições de fé estão em luta acirrada. Muitos produtos para poucos consumidores. Incentivos são instituídos e colocados nas mãos dos gerentes de ordem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na indústria e comércio da fé existem três tipos de indivíduos essenciais: os pensadores, os difusores e os absorvedores... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO0734V-FTI/AAAAAAAACD0/4wPBRJEEELw/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="350" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO0734V-FTI/AAAAAAAACD0/4wPBRJEEELw/s400/Blogue3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fé: Indústria e Comércio - III&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na indústria e comércio da fé existem três tipos de indivíduos essenciais: os pensadores, os difusores e os absorvedores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pensadores conduzem a indústria religiosa por meio da implementação da “teologia sistematizada”. Esta teologia precisa ficar entre muros e será modificada de forma gradual, de maneira a atravessar gerações. Uma visualização cautelosa da teologia sistemática de uma agremiação permitirá notar a diferença gritante entre o pensamento dos primeiros teólogos, quando comparado com o pensamento dos atuais. Esta adequação recebe várias expressões designativas tais como “adaptação ao momento histórico”, “revelação progressiva”, “repúdio à inspiração estática” e afins. É grandioso o trabalho executado pelos pensadores que são lotados em seminários, editoras, pontos estratégicos de elaboração e difusão. Eles dão o tom exato do conglomerado da fé, sempre atentos ao que acontece no mundo. A cultura religiosa não existiria sem eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os difusores assumem a função de levar à mesa o alimento idealizado pelos pensadores. Função essencial pois sem este intermediário da fé as elucubrações dos pensadores não chegariam aos agentes de consumo (absorvedores). Os difusores dotados de senso crítico acurado são elevados à condição de pensadores ou sumariamente afastados. Difusor que pensa e questiona é promovido ou demitido. Não há possibilidade de um difusor que pense cumprir o papel de distribuir cardápios e pratos. O difusor bem preparado é o grande gerente (padre, pastor, bispo e leigo de alto conceito) que faz implementação da teologia sistemática criada e sempre adaptada pelos pensadores. É um trabalho hercúleo! Os difusores precisam crer piamente no que ensinam ou pelo menos fingir com eficácia. É irrelevante se o difusor seja crédulo ou incrédulo: o mister tem que ser cumprido rigorosamente conforme ditames dos pensadores. A cultura religiosa não seria difundida sem eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os absorvedores são os alvos a serem alcançados. Não existiriam agremiações compostas apenas por pensadores e difusores. Faltaria o objeto principal para consumir os produtos industrializados e comercializados. A fé sem membresia não existe. A fé sem pessoas para seu efetivo exercício é figura inimaginável! Os absorvedores precisam ser tratados como ovelhas mansas e essencialmente crédulas. Não existe absorvedor questionador. O questionador é excluído do meio. Sua sagacidade não lhe permitiria ser um difusor. Não é permitido dar o grande salto! Impossível saltar do ofício de absorvedor para pensador. A função do absorvedor é consumir! Jamais produzir! Nunca comercializar! A cultura religiosa não seria consumida sem eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fé: indústria e comércio. Simplesmente isto. Uma grande empresa elaborada (pensadores), apresentada (difusores) e amada (absorvedores). Eis um fato que poucos ousam admitir e que muitos insistem em não enxergar...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;(&lt;strong&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/"&gt;Convictos ou Alienados?)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Enéias Teles Borges - Bacharel em Teologia e Advogado&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-6135734663415355048?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/6135734663415355048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=6135734663415355048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6135734663415355048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6135734663415355048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/fe-industria-e-comercio.html' title='Fé: Indústria e Comércio'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TO06mZEK5gI/AAAAAAAACDs/92mhwxof19s/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8870270319966179780</id><published>2010-11-20T18:59:00.001-02:00</published><updated>2010-11-30T16:28:52.753-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>A volta dos que não foram...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TOg2iuDfMnI/AAAAAAAAB_M/rqT6fmuWBg0/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TOg2iuDfMnI/AAAAAAAAB_M/rqT6fmuWBg0/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ficamos felizes com o seu retorno!” Já ouviram frase assim? Ela geralmente é dita às pessoas que depois de algum tempo aparecem lá na comunidade dos fiéis. É como se uma ovelha desgarrada voltasse ao redil. O redil é um meio impregnado de tradição e julgamento baseado em comportamentos padronizados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Normalmente a resposta que deve ser dada, por aquele ser que se ausentou conscientemente, deveria ser: “Não retornei porque nunca fui. Nunca fui porque jamais estive...” É claro que estou me referindo ao engajado racional. O engajamento racional é aquele vivido por indivíduo que admite ter nascido num contexto, gostar dele, mas que não atribui a este modo de viver o título de ser o único. Único no sentido de que os demais carecem de legitimidade. É lógico concluir, portanto, que se os demais carecem de legitimidade resta apenas o único. O único é justamente o tal redil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso exercitar a coragem antes de afirmar: “Não retornei porque nunca fui. Nunca fui porque jamais estive...” Reagir assim é assumir racionalmente que existe a possibilidade de simplesmente (e ideologicamente) ter nascido no lugar errado, se é que existe tal lugar. Reagir desta forma é ter disposição para conceder aos outros a possibilidade da legitimidade. O engajado racional, observando que o contexto no qual cresceu é bom (socialmente), que nele cresceu e que a ele se acostumou, faz da frequência a tal contexto um ato de prazer. Não havendo prazer ele se afasta e um dia reaparecerá com uma esperança: a de que aquele meio tenha voltado a ser agradável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que torna um contexto agradável? O lugar, as pessoas, os objetivos comuns, o respeito e &lt;em&gt;quetais&lt;/em&gt;... Viver num contexto bom não significa, necessariamente, abraçar sua ideologia religiosa. É admitir que em geral os ambientes vividos por famílias religiosas são bons, assim como são bons os ambientes habitados por pessoas não religiosas e respeitadoras das regras do bom viver social. É algo cultural! A religião sem engajamento racional é apenas uma cultura de cunho religioso sistematizado. Nada mais que isso! É óbvio que para concordar com a esta assertiva é preciso enxergar além dos muros do castelinho dourado...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto posto concluo: aquele que reaparece num contexto político-social-religioso não retornou ideologicamente pelo simples fato de que nunca dele se foi. Quem não foi jamais poderia retornar. E porque não foi? Porque ideologicamente jamais esteve.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É algo como “estar de corpo presente, mas com a alma distante...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2009/03/volta-dos-que-nao-foram.html"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8870270319966179780?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8870270319966179780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8870270319966179780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8870270319966179780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8870270319966179780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/volta-dos-que-nao-foram.html' title='A volta dos que não foram...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TOg2iuDfMnI/AAAAAAAAB_M/rqT6fmuWBg0/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5779511951357673170</id><published>2010-11-17T13:51:00.001-02:00</published><updated>2010-11-30T16:29:12.689-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Deus: por onde começar?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TOP5rDiUJqI/AAAAAAAAB-M/DeTDZ1b3tZ4/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TOP5rDiUJqI/AAAAAAAAB-M/DeTDZ1b3tZ4/s400/Blogue1.jpg" width="305" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Deus: por onde começar?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Carlos Silva&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por onde começar a investigar filosoficamente o problema de Deus? Que questão deve ter prioridade sobre as outras? Saber se existe? Saber o que é? Ou saber se é possível conhecer alguma coisa a seu respeito?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À primeira vista, qualquer uma parece igualmente boa para começar, mas uma análise mais cuidadosa revela que não é assim. Rapidamente se descobrem prós e contras em todas e o optimismo inicial corre o risco de se converter em pessimismo céptico e paralisar a investigação. Analisemos cada uma com algum detalhe e vejamos onde isso nos conduz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Admitamos, por hipótese, que é a primeira a melhor para iniciar: "Deus existe ou não?" Não é lógico que é esta a questão das questões, a primeira de todas, a que deve ser colocada e respondida antes de qualquer outra? Pois, se Deus não existir, que sentido faz continuar a colocar as outras questões? Nenhum, não é verdade?! Se não existir, a questão da sua identidade ou essência, bem como do nosso conhecimento dele, são questões vazias e absurdas; por isso, devemos decidir primeiro se Deus existe ou não e só depois perguntar o que é e o que podemos saber sobre ele, certo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Errado! Pois, por outro lado, que sentido faz perguntar se Deus existe, sem sabermos o que ele é? Sem sabermos do que estamos a falar quando usamos a palavra "Deus", qual o seu significado? Nenhum, como é evidente! Não é absurdo perguntar se algo existe, sem que façamos a mínima ideia do que é esse algo? Portanto, talvez a segunda questão deva ter prioridade lógica e metodológica sobre as outras duas! Definir primeiro o objecto que se quer conhecer e só depois determinar se ele existe e pode ser conhecido ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas também aqui podemos encontrar uma objecção a esta tese: como é possível determinar a identidade essencial de algo que se desconhece se existe ou sequer se pode ser conhecido? Determinar a essência de uma coisa ou ser não implicará um duplo compromisso ontológico e epistémico com a sua existência real e com a possibilidade de o conhecer? Dizer que X é igual a Y ou que pode ser caracterizado pelas propriedades A, B e C, não pressupõe a existência de X e o nosso conhecimento do mesmo? E como podemos nós afirmar a essência ou existência de algo sem que isso pressuponha ou implique o nosso conhecimento desse algo, precisamente da sua essência e/ou existência? Não será então mais acertado, e porventura a única via possível, começar com a terceira e última das questões, isto é, saber se podemos ou não conhecer algo sobre o objecto em causa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal é possível saber algo sobre Deus ou não? Só resolvendo isto, podemos e devemos avançar para as outras, já que uma resposta negativa a esta questão esvazia e impossibilita qualquer uma das outras; se nada podemos saber em relação a Deus, nem o que é nem se existe, resta-nos acatar humildemente a conhecida máxima lógico-filosófica segundo a qual devemos calar aquilo de que não podemos falar — mas aqui sem qualquer saída mística, simplesmente suspendendo todo o juízo sobre o objecto, por impossibilidade cognitiva radical!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, uma vez mais, também aqui se pode descobrir um argumento contra tal tese: como podemos decidir que nada se pode saber sobre algo que desconhecemos? Não é isto absurdo? Afirmar que não podemos conhecer um objecto qualquer, real ou imaginário, concreto ou abstracto, possível ou actual, não implica saber ou acreditar que isso existe e o que isso é? Caso contrário, que legitimidade racional temos para defender tal ideia?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas então, se cada uma das questões parece reenviar para as outras, pressupondo-as e/ou implicando-as reciprocamente numa rede de interdependências, como desatar este nó lógico, como sair deste beco aparentemente sem saída da investigação filosófica sobre Deus? Haverá uma saída? Ou estamos condenados a mais uma aporia do começo, sem solução racional possível, a não ser o agnosticismo radical face a qualquer uma dessas questões e ao problema de Deus como um todo? Será que existe uma quarta questão que resolve o problema? Será a escolha arbitrária e o ponto de partida indiferente? Será a questão do começo uma falsa questão? Será possível atacá-las a todas ao mesmo tempo? Será a aporia real ou aparente? Como resolver este dilema, ou melhor, este trilema, uma vez que são três questões?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A solução existe e pode ser inspirada no engenho mítico de dois personagens históricos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alexandre e a história clássica do nó górdio e Colombo e o lendário problema do ovo! Analogamente ao corte do nó com a espada e à quebra da base do ovo, a solução da nossa perplexidade teológico-filosófica consiste na sua dissolução, isto é, em perceber que, na realidade, uma das questões pode e deve ser preferida às outras, porque uma das objecções que enfrenta não é, pura e simplesmente, correcta e assenta num equívoco que pode ser desfeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De facto, não só é possível, como é mesmo requisito prévio, indispensável a qualquer investigação, que se defina previamente, conceptualmente, o objecto a investigar, pois, caso contrário, não só não se saberia o que procurar, como, caso se descobrisse a resposta, nunca se saberia se era verdadeira ou falsa, dada a indefinição original quanto às condições necessárias ou suficientes que a mesma deveria satisfazer. Assim, a definição conceptual de Deus, a sua caracterização prévia como um ser com determinadas propriedades essenciais específicas (reconhecidas, aliás, salvo pequenas diferenças, por todas as religiões monoteístas e tanto por crentes como por ateus e agnósticos), é condição necessária para se inquirir quer a sua existência, quer a sua cognoscibilidade, e não implica qualquer compromisso ontológico ou epistémico, uma vez que se trata tão só de definir o significado de um termo, a forma como é usado, ou aquilo que queremos dizer quando falamos disso — em suma, o conceito de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"De que falamos quando falamos de Deus?" — eis a questão prioritária, que é, no fundo, outra maneira de perguntar o que é Deus, ou seja, a que tipo de ser corresponde o termo "Deus". Tal como inquirir se existem o Pai Natal, o rato Mickey, o super-homem ou o conde Drácula pressupõe tão só que saibamos do que estamos a falar — isto é, que conheçamos o significado desses termos — não implicando qualquer compromisso ontológico — isto é, não implica qualquer crença prévia na sua existência — também no caso de Deus isso acontece e fica assim claro qual deve ser a questão que deve iniciar a investigação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://criticanarede.com/html/iniciodeus.html"&gt;Crítica na Rede&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5779511951357673170?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5779511951357673170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5779511951357673170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5779511951357673170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5779511951357673170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/deus-por-onde-comecar.html' title='Deus: por onde começar?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TOP5rDiUJqI/AAAAAAAAB-M/DeTDZ1b3tZ4/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5890537457577647512</id><published>2010-11-12T17:04:00.001-02:00</published><updated>2010-11-30T16:29:37.613-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>Saramago e a ficção de Deus</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TN2Pn36NspI/AAAAAAAAB9E/RAS-vbZLN28/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TN2Pn36NspI/AAAAAAAAB9E/RAS-vbZLN28/s400/Blogue1.jpg" width="252" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Disse o insensato no seu coração: não há Deus.” Naturalmente, esta pouco misericordiosa denegação do homem como ser de razão, ou esta terrível ironia divina – como se tivesse adivinhado, como é do seu ofício, a futura ironia do meu amigo Saramago –, é posta no livro sagrado nos lábios mesmo de Deus. Apesar deste sarcasmo divino, os homens, na sua peripécia histórica, sempre disseram no seu coração – ou tiveram a tentação de o pensar –: “Não há Deus.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mais peremptórios, em épocas que o permitiam, como no século XVIII e nos seguintes, assumiam essa negação de Deus chamando-se a si mesmos “ateus”. Na verdade, foram “os homens de Deus”, ou o mesmo Deus, como o texto bíblico o testemunha [Salmo 14 (13), 1; Salmo 53 (52), 1], que primeiro se separaram dos outros homens. Ou registaram a separação, marcando-a para séculos com um sinal de fogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que designamos por “ateísmo”, na sua literal acepção, significa, geralmente, mais do que o seu conteúdo dialecticamente negativo. Denota um relacionamento de grau nulo com o referente Deus. É tão impensável ou inacessível na sua ordem como a pura transcendência, que é conteúdo real ou imaginário de Deus. Ser ateu é só ser e estar “sem Deus”. Perspectiva tão vertiginosa como a que a referência a Deus assinala, sob o modo de uma “ausência” tão impensável como a de Deus e não menos “abscôndita”, só que mais dolorosa, que a da presença das presenças. Ou, em termos de mera lógica humana, alguém que abdicou ou não encontra na ordem da existência, cósmica ou humana, qualquer razão ou motivo para lhe atribuir, na plenitude do termo, o que chamamos sentido e, muito menos, o Sentido de todos os sentidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerou-se ateu Espinoza porque, de maneira clara, assimilou Deus à Natureza, mas para outros, entre os quais Unamuno, passou por um “ébrio de Deus”. Tanto na tradição como na óptica moderna, considerou-se ateu e deve assim ser considerado o sujeito para quem “o nome” e, sob ele, a mesma ideia de Deus – não o seu conceito – não tem sentido algum. Embora, não sem pertinência, houvesse mais motivos para designar como “ateu” quem, precisamente, tivesse a pretensão de objectivar, ou de conceber claramente, o que ele mesmo chama Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido, não haveria ateus mais perfeitos que os chamados teólogos, pelo menos os clássicos – anteriores a Karl Barth –, que sabiam tudo de Deus, ou que sabem tudo de Deus. José Saramago, autor de “Memorial do Convento” e do tão discutido – embora a meu ver não suficientemente discutido – “O Evangelho segundo Jesus Cristo”; proclamou-se simples e naturalmente ateu. Já veremos que, como Espinoza, é também unamunescamente, e à sua maneira, um “ébrio de Deus”. Quer dizer, uma das poucas criaturas que ainda se passeiam pelas ruas desertas deste mundo, que está solicitando de novo os anjos, como num filme de Wim Wenders, atento à interpretação que o estado do mundo, a memória do seu percurso, os enigmas da vida e os labirintos do desejo lhe provocam, decidido a converter toda a sua experiência em construções fabulosas para uso de uma Humanidade sem deuses nem Deus mas que só através delas se pode redimir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O singular propósito de Saramago, o de inventar uma máquina de sonhos – de que o “Memorial...” pode ser o símbolo –, é a sua resposta a um mundo onde a imemorial utopia do Bem, nas suas versões antigas ou modernas, produziu frutos envenenados, o que deve ser refeito por uma espécie de nova Criação sem mais criador que a vontade humana, ou antes, a constelação mágica dessas vontades diversas actuando como se fossem uma só.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para justificar esta nova leitura da aventura humana numa perspectiva ateísta não precisamos sequer de a filiar na longa história ocidental da contestação dos deuses ou de Deus que atravessa essa história como gesta da revelação cristã. E muito menos de a relacionar com a versão nietzschiana dessa contestação, tal como “O Anticristo” do autor de “Zaratrustra” autêntica e brutalmente a assumiu. Há no nosso mundo hispânico, ostensivamente crente, católico a “macha martillho”; como dizia Menéndez Pelayo, uma maneira de ser naturalmente ateia. Vejamos em que sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como Tertuliano dizia que a alma era “naturaliter christiana”, também a do autor do “Memorial...” ou de “A Segunda Vida de Francisco de Assis” e, sobretudo, do controverso “Evangelho...” é superlativamente ateia. Quer dizer, com um tal excesso que não só não esconde a ferida de onde nasce como um exorcismo como vive dela. A sua “cruzada contra Deus”, a espécie de western metafísico implacável em que a converteu, é filha de uma funda vivência, de uma humaníssima vulnerabilidade frente à universal e aterradora presença do Mal. Não tanto do chamado mal metafísico ou ôntico (se tal é possível), do mal como rosto humano. Não seria arriscado pensar que a manifestação desta presença – para além da sua vivência entre os outros – tenha adquirido a seus olhos a figura de um anti-Deus e, em seguida, de um não-Deus diante da ficção comum da Humanidade que chamamos História. Escrevo com maiúscula porque foi – parece-me – nesse espelho monstruoso e sublimado do nosso destino que os avatares do Mal adquiriram para ele esse estatuto mítico. Mas também porque no seu propósito de lutar contra as mais recorrentes formas do Mal – a injustiça, a prepotência, a opressão, a crueldade, o menosprezo da condição humana – foi na História como narrativa dos males, e sobretudo dos Males apresentados como Bens, que a sua imaginação banhou para inventar, através da sua revisitação, uma contra-História ou uma a-História. Aquela que é o palco onírico dos seus sonhos verdadeiros, os de Blimunda, de Bartolomeu, de Lídia, do mesmo Jesus de Nazaré.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;José Saramago não foi o primeiro homem que leu esta história com assombro e com horror, como se fosse inventada – por um Hitchcock mais sádico do que o verdadeiro – para tirar o sono à Humanidade para sempre. Mas foi alguém que a leu como se fosse a primeira vez, que é assim que se lêem os livros que nos lêem. E então pensou e sentiu sem fim que Deus não se saía muito bem deste passo, remetendo para a culpa a responsabilidade dos males e do Mal para os sonhos dos homens, do Homem. Stendhal resolvera, em tempos, a questão por sua conta, mais lógica mas talvez menos profundamente, escrevendo que não se podia culpar Deus dos horrores de que a História está feita, porque não havia sujeito de culpa. Segundo ele, o Mal não tem sujeito por trás.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saramago, mais sensível e português nisso, exigiu com todas as forças do seu coração e da sua vontade um Deus que assumisse os males que a narrativa bíblica imputa à desobediência humana e que um Deus bom devia ter impedido. Não são elucubrações teológicas as de Saramago – embora o autor do “Memorial...” seja um “teólogo” espontâneo –, mas apenas exigência existencial, resposta, se não grito de culpado inocente que inverte e subverte a essência do conto sagrado, substituindo-o por um conto puramente humano. Para isso, paradoxalmente, necessita daquele Deus em que não crê, como utopicamente se diz, mas em que crê superlativamente em termos de ficção, para dar sentido – e mesmo tornar possível – o processo de Deus como referente supremo da História. Quem pode separar o Deus da ficção da ficção de Deus? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: (&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.snpcultura.org/vol_saramago_e_ficcao_Deus.html"&gt;snpcultura&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5890537457577647512?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5890537457577647512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5890537457577647512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5890537457577647512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5890537457577647512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/saramago-e-ficcao-de-deus.html' title='Saramago e a ficção de Deus'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TN2Pn36NspI/AAAAAAAAB9E/RAS-vbZLN28/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2684728800016520730</id><published>2010-11-11T12:28:00.001-02:00</published><updated>2010-11-30T16:29:59.449-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Ensinando ou fazendo a cabeça?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TNv8bsN2EmI/AAAAAAAAB8s/WvQEfSEW4mY/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="294" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TNv8bsN2EmI/AAAAAAAAB8s/WvQEfSEW4mY/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensinando ou fazendo a cabeça? - I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transmitir as convicções e temores é ensinamento? Seria uma forma perseverante de fazer a cabeça? Desde cedo (tenra idade) mostrar aos educandos que são “felizardos” (nasceram no lugar certo e no contexto certo) é um ensino efetivo ou uma transmissão sistematizada de conceitos próprios? Poderíamos usar a expressão “conceitos próprios” para os ensinos oriundos da tradição ou da não contestação?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como diferenciar ensinamento de indução (fazer a cabeça)? É possível sugerir que pais e educadores, em nome do ensinamento, estão contribuindo para alienação em massa, tanto no campo efetivamente social quanto no religioso?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TNv9SzuTZOI/AAAAAAAAB8w/GW4VMso-6YI/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TNv9SzuTZOI/AAAAAAAAB8w/GW4VMso-6YI/s400/Blogue2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ensinando ou fazendo a cabeça? - II&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num ponto os criacionistas e evolucionistas concordam: o ser humano é racional e essa característica o diferencia dos demais seres vivos terrestres. Para o evolucionista o uso da razão é uma constante (o que mais lhe restaria, a não ser raciocinar?). E para os criacionistas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre os criacionistas existem aqueles que notadamente confundem “ensinar a usar a razão” com “condicionar comportamentos”. Já tratamos desses tópicos muitas vezes. A grande questão é que a herança contida no bojo dos pais e professores criacionistas tende a ser transmitida da mesma forma que foi recebida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já historiei um fato, ocorrido comigo, durante a faculdade de teologia em que um professor, não tendo argumentos para responder a uma pergunta simplesmente disse: “Assim aprendi, assim ensino...”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos pais e professores se julgam aptos para ensinar e não se dão conta de que simplesmente estão repassando adiante o que receberam e não questionaram. Estão com a “cabeça feita” e treinada para “fazer outras cabeças”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O expediente, via frases padronizadas, é absurdo: “a especulação é o terreno encantado do diabo”, “quem pensa muito sofre demais”, “quem estuda demais começa a ter idéias bobas na cabeça”, “filosofia deixa as pessoas malucas”, “o aluno não tem competência para questionar professor” e por aí vai...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero dar sequência a esse tema geral trazendo ilustrações do dia-a-dia. É fenomenal como as pessoas se julgam grandes educadoras, sem saber, pelo menos, a essência do que julgam estar ensinando. Algo como cego que se julga com visão telescópica...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Textos extraídos do blogue &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/"&gt;Convictos ou aliendados&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Janeiro/2009)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges - Autor&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2684728800016520730?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2684728800016520730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2684728800016520730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2684728800016520730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2684728800016520730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/11/ensinando-ou-fazendo-cabeca.html' title='Ensinando ou fazendo a cabeça?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TNv8bsN2EmI/AAAAAAAAB8s/WvQEfSEW4mY/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-9054195878077511822</id><published>2010-09-25T15:15:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:30:23.228-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>O medo abraçado com a esperança</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TJ48QXQf-7I/AAAAAAAAB4I/JmmTv2JWL7U/s1600/Blogue2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TJ48QXQf-7I/AAAAAAAAB4I/JmmTv2JWL7U/s400/Blogue2.jpg" width="299" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que move as pessoas que creem? A bendita esperança ou o medo da maldita desesperança? O que motiva esse povo? A esperança&amp;nbsp;da prosperidade ou o medo da miséria? O que motiva os fiéis? A esperança do céu eterno ou o medo da morte eterna? O que faz os homens e mulheres de bem trilharem um caminho estreito? A esperança da atenção do Messias ou o medo da atenção do maligno?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A esperança e o medo andam de mãos dadas e é bem difícil saber qual dos dois motiva mais. Seriam os dois? Os fiéis agem com medo e com esperança? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filosoficamente falando é razoável supor que os dois são os agentes motivadores. Não era Hobbes quem dizia que o homem vivia com medo da morte violenta e com a esperança da paz duradoura? Não é razoável presumir que os homens vivem com medo da morte eterna e a esperança da vida eterna?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estaria o medo abraçado com a esperança?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges - Autor&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-9054195878077511822?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/9054195878077511822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=9054195878077511822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/9054195878077511822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/9054195878077511822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/09/o-medo-abracado-com-esperanca.html' title='O medo abraçado com a esperança'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TJ48QXQf-7I/AAAAAAAAB4I/JmmTv2JWL7U/s72-c/Blogue2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-4892733666377178180</id><published>2010-09-16T16:48:00.003-03:00</published><updated>2010-11-30T16:30:46.360-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>A César o que é de César...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TJJ0eQoxf4I/AAAAAAAAB2s/krvU-1MDEhQ/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="397" qx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TJJ0eQoxf4I/AAAAAAAAB2s/krvU-1MDEhQ/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus."( Mateus 22:21)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um conhecido meu, numa roda de amigos, dizia que não entendia porque algumas pessoas que não devolviam o dízimo. Perguntei-lhe: "Você o faz"? Ele respondeu: "Sim, devolvo, em média, mil e quinhentos reais por mês". Eu comentei: "Vale dizer que você tem resultados líquidos médios mensais de quinze mil reais, certo?" Ele respondeu: "Sim". Fiz outra pergunta: "Quanto você recolhe de imposto de renda, em média, por mês?" Resposta: "Nada. Meu contador tem um jeitinho e não pago". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concluí, dizendo para ele e para todos os presentes: "Sabe porque muitas pessoas não devolvem o dízimo? Pelo mesmo motivo pelo qual você não recolhe imposto. À luz da interpretação bíblica a fidelidade compreende Deus e César". Emendei: "No seu caso, pelas alíquotas no Brasil, o valor do imposto de renda deveria ser maior que o valor do dízimo..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei que estou chovendo no molhado. Sou advogado, teólogo e contador. Sei bem como a fidelidade é respeitada pela metade. Sei também como os que se dizem dizimistas apontam o dedo para os demais e quase sempre o dedo está sujo. Nunca ouvi um pregador, leigo ou pastor, pregar sobre a fidelidade e ensinar que é igualmente obrigatório o pagamento do imposto. Nunca ouvi dizer que as coisas feitas pela metade não agradam a deus. Nada contra o dízimo e sim a favor do imposto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não adianta dizer que não há reciprocidade do Governo. Quem disse que a obrigação de recolher imposto está vinculada a isso? Jesus, por acaso, questionou a tirania e corrupção de Roma? O dízimo deve ser devolvido simplesmente porque foi determinado, assim como ocorre com o imposto. Alguém quer questionar o sentido do verso bíblico, nos ensinamentos de Jesus?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem poderia explicar isso (procedimento cumprido pela metade), a não ser os membros da &lt;em&gt;FCFA&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Fé Cega e Faca Amolada&lt;/em&gt;)?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: (&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2010/09/cesar-o-que-e-de-cesar.html"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-4892733666377178180?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/4892733666377178180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=4892733666377178180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4892733666377178180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4892733666377178180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/09/cesar-o-que-e-de-cesar.html' title='A César o que é de César...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TJJ0eQoxf4I/AAAAAAAAB2s/krvU-1MDEhQ/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3635584101315699087</id><published>2010-08-11T12:01:00.003-03:00</published><updated>2010-11-30T16:31:13.686-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>A apostasia e a verdade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TGK6dNhSLDI/AAAAAAAABtQ/zbQQio27e8g/s1600/Blogue3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TGK6dNhSLDI/AAAAAAAABtQ/zbQQio27e8g/s400/Blogue3.jpg" width="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A apostasia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudar de opinião é apostasia. Mudança de religião é apostasia. Entendemos apostasia como afastamento de uma maneira de pensar, de crer, da cultura religiosa na qual estivemos inseridos. O ser humano é um ser pensante e faz bem em usar a &lt;em&gt;massa&lt;/em&gt; para decidir e para escolher ficar no lugar em que se encontra ou mudar para outro. Apostatar não faz mal. É resultante da razão humana e de sua capacidade para exercer o livre arbítrio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A verdade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem muitas pessoas que confundem apostasia com afastamento da verdade. É normal, nos meios religiosos, ouvir frases como esta: "fulano apostatou da fé, afastou-se da verdade..." É um dizer preconceituoso ou oriundo de quem tem limitação em discernir. Sim, limitação em pensar e concluir que muitas vezes a apostasia de uma ideia pode ser uma aproximação da verdade - desde que aquela ideia anterior estivesse equivocada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apostatar não é incorrer em erro, não é fugir da verdade. A verdade e a apostasia podem estar de mãos dadas. Para isso precisamos entender a essência de seus significados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que confundem apostasia com afastamento da verdade fica um recado importante. É bem melhor afastar-se de uma maneira de crer, de uma opinião, desde que seja de forma consciente, do que ficar no mundo hermeticamente fechado às razões da consciência e racionalidade humanas. Muitas vezes o apostatado saiu do contexto de fé, mas aproximou-se da verdade imutável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A apostasia e a verdade precisam ser apreciadas à luz da razão e jamais entendidas à luz da &lt;em&gt;fé cega e da faca amolada (FCFA)&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3635584101315699087?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3635584101315699087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3635584101315699087' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3635584101315699087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3635584101315699087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/08/apostasia-e-verdade.html' title='A apostasia e a verdade'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TGK6dNhSLDI/AAAAAAAABtQ/zbQQio27e8g/s72-c/Blogue3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5450572565162340832</id><published>2010-08-01T14:04:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:31:40.945-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Caminhos de Deus?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TFWpM9uSkXI/AAAAAAAABr0/6G463Jf1_wg/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" height="390" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TFWpM9uSkXI/AAAAAAAABr0/6G463Jf1_wg/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O homem pobre&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um homem pobre, muito pobre, conseguiu um empréstimo bancário para pagar despesas médicas de uma pessoa de sua família. Nem imaginava como pagaria aquele compromisso. Conseguir o dinheiro fora um milagre. Seria o primeiro e talvez o último. Não teria condições de pagá-lo e teria seu nome incluído nas listas de restrições de crédito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se dirigia para casa, com o dinheiro, ele foi assaltado por um bandido que o espreitava desde que saira do banco. Desesperou-se. Estava endividado, sem o dinheiro do empréstimo e não teria como bancar as despesas médicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O assaltante&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguém viu o assalto e chamou a polícia. Os policiais perseguiram o ladrão. Para escapar do flagrante o bandido jogou o envelope com o dinheiro no mato. Foi pego pela polícia, mas conseguiu mostrar que era inocente. E o produto do crime? Foi fácil ser liberado. Bastou contratar um advogado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O sortudo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um outro homem, de classe média, queria trocar de carro. Possuía um carro do ano anterior. Queria trocar, por um do ano. Andando pela estrada viu um pacote numa moita. Pegou, abriu e achou dinheiro. Suficiente para trocar de carro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Moral da história&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O homem pobre buscou consolo na fé. Disse para si mesmo: "deus sabe o que faz. Quem ficou com o dinheiro precisa mais do que eu..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O assaltante rendeu graças a deus: "deus me iluminou. Joguei o dinheiro fora. Foi o anel, ficou o dedo. Estou livre..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O homem de sorte deu um testemunho na igreja, contou sua história, falou de seu carro novo. Resumiu: "deus quer que sejamos a cabeça, nunca a cauda..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como podem ver cada um tem um deus conforme a sua necessidade, não é? Há um adágio polular que diz "deus manda o frio conforme o cobertor..." Para quem quer acreditar sempre haverá uma "justa" razão...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2010/08/caminhos-de-deus.html"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5450572565162340832?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5450572565162340832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5450572565162340832' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5450572565162340832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5450572565162340832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/08/caminhos-de-deus.html' title='Caminhos de Deus?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TFWpM9uSkXI/AAAAAAAABr0/6G463Jf1_wg/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2308807532114620851</id><published>2010-06-30T16:23:00.003-03:00</published><updated>2010-11-30T16:32:00.631-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Um convite à reflexão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TCuZPzKJE4I/AAAAAAAABno/2aHQFeM6-jE/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" ru="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TCuZPzKJE4I/AAAAAAAABno/2aHQFeM6-jE/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível pensar e depois investigar sem medo? Medo de ter que rever conceitos filosóficos e teológicos? As nossas convicções são oriundas de um zelo investigativo e do compromisso com a verdade? Tais convicções seriam resultantes de uma tradição familiar, social e religiosa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma viagem pelo mundo do questionamento permitiria uma escolha justa entre a verdade e a mentira? O que é verdade? O que é mentira? A diligente busca e o compromisso com a verdade não poderiam levar o homem à decepção?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um breve relato:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano de 1998 eu tive a oportunidade de conviver profissionalmente com uma pessoa muito inteligente e confusa quanto à vida. Permanecia, mesmo tendo ultrapassado a casa dos 40 anos, questionando tudo o que via e vivia. Perguntou-me se eu poderia ajudá-lo. Eu lhe disse que o presentearia com alguns livros que versavam sobre o tema. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passados alguns dias ele me disse que não queria os livros. Perguntei: por quê?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A resposta não poderia ter sido pior: "sei que se eu ler esses livros haverá uma mudança radical em minha vida. Não quero isso. Não sei se tenho condições de mudar o meu jeito de ser nem quero. Assim está bom. Pode melhorar, mas pode piorar. Prefiro não me arriscar e continuar como estou...". Ele fez uma escolha. Optou por continuar com suas dúvidas e dilemas. O medo o impediu de avançar. Preferiu o quase conforto da dúvida. Considerou inviável dar um salto adiante. Os livros não seriam suficientes para mudar sua vida. Serviriam como símbolo de uma mudança. De uma conquista. Liberdade... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos são o que são e fazem o que fazem por escolha pessoal. Outros não. Uns vivem a vida de forma convicta outros não. A convicção advém da busca e do compromisso exercidos de forma individual. Sem essa busca e comprometimento o que se tem é um comportamento típico do alienado, daquele que se tornou alheio a si mesmo. Há pessoas que não querem admitir a diferença existente entre a prática resultante da busca personalizada e aquela prática decorrente do que se assimilou de outras pessoas, sem qualquer crítica ou questionamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos, finalmente, afirmar que existem pessoas efetivamente convictas? Existem pessoas rigorosamente alienadas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buscar, sem medo, resposta para essa inquietante pergunta é nosso maior objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2007/12/um-convite-reflexo.html"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autor: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Enéias Teles Borges&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2308807532114620851?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2308807532114620851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2308807532114620851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2308807532114620851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2308807532114620851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/06/um-convite-reflexao.html' title='Um convite à reflexão'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TCuZPzKJE4I/AAAAAAAABno/2aHQFeM6-jE/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8364253805097561320</id><published>2010-06-17T13:42:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:28:09.213-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Pensamentos confusos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TBpQCwkUIsI/AAAAAAAABjg/zFoqYuYAKCQ/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" qu="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TBpQCwkUIsI/AAAAAAAABjg/zFoqYuYAKCQ/s400/Blogue1.jpg" width="186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Mais vale um homem, todavia nunca, do que às vezes, sem comparação, talvez...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era o final do ano de 1985 e eu estava, com minha namorada e atual esposa, participando da excursão de formatura do SALT (Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia). Nosso destino era um acampamento em Itapema – SC. Passeio muito bom e que deixou saudades. Demos um giro por algumas cidades de Santa Catarina e do Paraná.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um colega nosso, hoje pastor, ficou a viagem inteira repetindo esta frase supra. Frase usada para ilustrar palestrantes e pregadores que se serviam de mensagens “sem pé e sem cabeça” – mensagem de um confuso. Tal pensamento confuso era oriundo de oradores que faziam estudos e pesquisas superficiais e as transmitiam à membresia eclesiástica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois é... Eu tenho ouvido muitas mensagens neo-pentecostais e de igrejas conservadoras que têm como resumo o título do presente texto: pensamentos confusos... O mundo está confuso, as mensagens são confusas e dirigidas a um público confuso que não se considera como tal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho reparado que as mensagens de hoje entram em contradição com as de ontem e que serão contraditórias em relação às futuras... Mas é como reina no mundo do faz de conta: cada público tem o orador que merece. Quem não se aprofunda merece receber, como se fosse um banquete, as mensagens rasteiras que são dirigidas aos ouvidos que se julgam atentos...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É chegado o final de semana e nele as agremiações, como sempre, pararão para ouvir. Será como sói acontecer: os supostos doutrinadores fingindo que doutrinam e os ouvintes fingindo que são doutrinados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o jogo do faz de conta recheado com pensamentos confusos...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;(&lt;em&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2008/12/pensamentos-confusos.html"&gt;convictos ou alienados?&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Por Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8364253805097561320?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8364253805097561320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8364253805097561320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8364253805097561320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8364253805097561320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/06/pensamentos-confusos.html' title='Pensamentos confusos'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TBpQCwkUIsI/AAAAAAAABjg/zFoqYuYAKCQ/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8371892082365342690</id><published>2010-06-10T16:12:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:27:39.403-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>O Jesus histórico</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TBE5AjJgXbI/AAAAAAAABhw/bCaUIPsiGUg/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" qu="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TBE5AjJgXbI/AAAAAAAABhw/bCaUIPsiGUg/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Jesus histórico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Manuscritos, descobertas arqueológicas e uma mudança de mentalidade favorecem um avanço na reconstituição da Palestina de há 2.000 anos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Roberto Pompeu de Toledo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há quem desconheça esta história. Tem um presépio no começo, pregação e milagres no meio e, no fim, um trágico ato de solidão, humilhação e morte. Não há história mais contada, de geração em geração, mais dissecada nos livros, nem mais repisada, nas artes plásticas, nos últimos 2.000 anos. Conhecem-se detalhes ínfimos. Por exemplo, que havia um burro e urna vaca na gruta, no nascimento do menino. Quatro autorizados historiadores, Mateus, Marcos, Lucas e João, também chamados evangelistas, deixaram para nossa perpétua memória o registro de como se passaram as coisas. Por vezes tiveram mesmo o cuidado de enquadrar o relato central dentro de seu devido pano de fundo histórico, como Lucas, ao escrever que tudo começou quando o rei Herodes reinava na Judéia, sendo Quirino governador da Síria, e na ocasião em que Augusto, imperador de Roma, ordenou um censo universal. E assim poderíamos prosseguir, chegar ao fim do parágrafo em perfeita paz e excelsa glória e até encerrar o assunto por aqui, pois se a história é sobejamente conhecida não há o que acrescentar, se não fosse um detalhe: o que se concluiu até agora é falso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há história mais cheia de furos, esta é a verdade. Os relatos são confusos, as zonas de sombra se sucedem, as contradições abundam. Caso se leia cada Evangelho por si, verticalmente, muito bem - cada história até que exibe certa coerência. O problema começa quando se parte para a leitura horizontal, comparando um com outro. Em Mateus, José é avisado por um anjo do próximo e auspicioso nascimento. Em Lucas, é com Maria que isso acontece. Em Mateus, o menino recém-nascido é visitado por reis magos, ou apenas "magos", como ele prefere. Já em Lucas quem o visita são pastores. Fez-se a conciliação no presépio juntando magos e pastores, e até acrescentando a eles uma vaquinha e um burrinho. Por falar nisso, de onde surgiram tais animais? Não há registro deles nos Evangelhos. A rigor, também não há registro de gruta ou estábulo. O que há é uma referência, em Lucas, a uma manjedoura, onde se colocou o bebê, "porque não havia lugar para eles na sala". O texto é obscuro, mas em todo caso fala em "sala", não em gruta ou estábulo, e dá a entender que se providenciou uma manjedoura à falta de berço, não mais que isso. O resto - uma noite passada no estábulo, à falta de alojamento na cidade, a vaca, o burro... esse resto é folclore. não registro dos Evangelhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se compara os evangelistas com outras fontes, externas a eles, o resultado pode ser desastroso. Veja-se o caso do douto Lucas, quando dá suas coordenadas históricas - ele erra tudo. O rei Herodes, da Judéia, já havia morrido, quando Quirino passou a governar a Síria. Portanto, pelo simples e bom motivo de que não houve simultaneidade entre ambos os governos, nada pode ter acontecido quando um e outro governavam simultaneamente. E mais: não se tem notícia de censo universal algum ordenado por Augusto. É fácil concluir que estamos no meio de um cipoal. Que história era mesmo essa? Quem nasceu onde, e quando? Há enormes dificuldades, sim. Por vezes sentimo-nos perdidos na floresta, sem bússola. Mas há também uma boa notícia, para a qual se pede a gentileza da atenção do distinto público. Lá vai: nos últimos anos. tem-se registrado um notável progresso nas pesquisas sobre Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que se vai abordar aqui é o Jesus histórico. Que isso fique claro, de uma vez por todas. Não é o Jesus teológico. Não é o Cristo dos altares. Tampouco é o Jesus de cada um. nascido no recôndito recanto da intimidade onde brota, ou não brota, a fé. O Jesus em questão é o que nasceu, viveu e morreu na Palestina, concretamente, num determinado período histórico. Sobre esse Jesus um dos maiores estudiosos do Novo Testamento neste século, senão o maior, o alemão Rudolf Bultmann, escreveu, nos anos 20: "...já não podemos conhecer qualquer coisa sobre a vida e a personalidade de Jesus, uma vez que as primitivas fontes cristãs não demonstram interesse por qualquer das duas coisas, sendo além disso fragmentárias e muitas vezes lendárias, e não existem outras fontes". Bultmann era pessimista, como se vê, a ponto de depor as armas, no que se refere à pesquisa histórica de Jesus. Compare-se agora sua afirmação com outra, formulada em 1985 por um respeitado especialista irlandês, E.P. Sanders: "A opinião predominante em nossos dias parece consistir em que podemos conhecer muito bem o que Jesus queria dizer, que podemos saber muito sobre o que ele disse..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que houve, entre os anos 20 e os 80, que aumentou assim a confiança nas pesquisas? Muita coisa: descobertas de manuscritos e sítios arqueológicos, uma nova mentalidade na abordagem do assunto, um rigor crescente. O otimismo que passou a contagiar os especialistas é ilustrado pelo fato de ser farta, e crescente, a produção intelectual no setor. A bibliografia é imensa. Este artigo se baseará em seis livros recentes, três saídos ou que sairão em breve no Brasil e outros três recém-publicados em língua inglesa. Um desses livros, cuja edição brasileira acaba de ser lançada, é Jesus no Judaísmo, de James H. Charlesworth, professor da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. Depois de citar as opiniões acima transcritas, de Bultmann e Sanders, Charlesworth acrescenta, a respeito do avanço das pesquisas: "... o fugidio pano de fundo da vida de Jesus está agora muito mais claro do que era, mesmo há vinte anos".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos num mundo de alta erudição. De gente capaz de mergulhar num papiro em hebraico ou grego antigo e voltar à tona misturando o resultado com os recursos da moderna antropologia. Sobretudo, estamos num mundo de obcecados, de estudiosos que consagram a vida a meditar sobre um só assunto, e dos quais se exige, entre outros talentos, um tirocínio de Sherlock Holmes. Tome-se o caso da análise do professor Joel B. Green de uni versículo que aparece em Mateus e também no chamado Evangelho de Pedro, um dos vários Evangelhos ditos apócrifos, de confecção considerada tardia, ou seja, já muito distanciada da morte de Jesus, e não reconhecidos pela Igreja. O versículo refere-se ao momento em que, com Jesus já morto e sepultado, os sacerdotes dizem a Pilatos: "Ordena pois que o sepulcro seja guardado com segurança até o terceiro dia, para que os discípulos não venham roubá-lo e depois digam ao povo: Ele ressuscitou dos mortos" (Mt 27:64). Mais especificamente, a questão repousa sobre um trecho que aparece idêntico, em Mateus e em Pedro: "...para que os discípulos não venham roubá-lo..." Quem copiou quem? Mateus copiou Pedro ou Pedro copiou Mateus?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naturalmente, a dúvida só surgiu por conta de especialistas que passaram a sustentar a tese de que, ao contrário de se tratar de um texto tardio, ou seja, já do segundo século depois de Cristo, como em geral ocorre com os apócrifos, o Evangelho de Pedro seria um documento de alto valor, cronologicamente situado ainda à frente dos quatro Evangelhos oficiais, ou canônicos, que se considera escritos mais ou menos entre os anos 70 e 100 do século 1.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Green pegou aquele fiapo de frase, "para que os discípulos não venham roubá-lo", e se pôs ao trabalho. Descobriu que a palavra "discípulo" é comum em Mateus, que a usa 73 vezes, mais do que qualquer outro dos três evangelistas canônicos. Já no Evangelho de Pedro, não aparece nenhuma outra vez. O verbo "roubar" (klepto, no original grego) aparece quatro vezes em Mateus e, de novo, nenhuma em Pedro. Enfim, a preposição "para", no sentido de "a fim de" (mepote, em grego), aparece sete outras vezes em Mateus, e apenas uma outra em Pedro. Conclusão: o cacoete verbal, ou, para ser mais elegante, o "estilo", é de Mateus. Com toda a probabilidade, é ele a matriz. Pedro, ou seja lá quem for o autor que é chamado de "Pedro", já que nunca se tem certeza das atribuições de autoria, mesmo no caso dos quatro evangelistas consagrados, copiou-o. Portanto, seu Evangelho é posterior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Separar entre a documentação antiga o que tem valor e o que não tem é uma das trabalheiras dos pesquisadores. O público leigo em geral tem fascinação pelos evangelhos apócrifos - a fascinação de entrar num território proibido. Eles são fascinantes mesmo, pelas extravagâncias que chegam a conter. Num deles, Jesus é um menino mágico que faz passarinhos de barro e, depois de bater palmas, põe-nos a voar. Noutro, Jesus, também menino, roga uma maldição e faz cair morta uma criança que o perseguia. Outra cena de infância é mais formidável ainda. Jesus quer brincar com um grupo de crianças, mas elas fogem dele e se refugiam numa casa. Jesus chega e pergunta à dona da casa onde estão as crianças. A dona da casa, para protegê-las, diz que ali não tem crianças. O barulho que ele está ouvindo em outro cômodo é de bodes. Jesus ordena então: "Deixa os bodes saírem". A mulher vai abrir a porta do cômodo e descobrir o quê? Bodes. Jesus transformara seus desafetos em bodes, de vingança, para horror da mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma ou outra exceção, os apócrifos são fáceis de descartar. Trata-se de coletâneas de histórias inventadas, algumas em meios populares onde a religião ainda mal se separava da feitiçaria. Tarefa muito mais complicada, a que todos os pesquisadores do Jesus histórico se dão, é tentar discernir, nos evangelhos canônicos, o que pode ser considerado realmente de Jesus e o que é elaboração posterior. Os canônicos foram escritos a uma distância entre quarenta e setenta anos da morte de Jesus por autores que possivelmente não foram testemunhas de primeira mão de sua vida. Mesmo no caso dos dois evangelistas que são incluídos no time original dos doze apóstolos, Mateus e João, é muito discutível se foram eles mesmos, ou pelos menos aqueles mesmos Mateus e João que conheceram Jesus, os autores dos textos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como saber o que é "histórico" em seus relatos? Os estudiosos utilizam-se de variados critérios. Um deles, óbvio, é o da múltipla atestação. Quanto mais um episódio, ou dito de Jesus, for repetido, pelos diferentes evangelistas, mais chance tem de ser verdadeiro. Outro, mais refinado, é o do embaraço. Se um determinado episódio era embaraçoso para as lucubrações teológicas dos primeiros cristãos, e mesmo assim foi conservado nos Evangelhos, é porque deve ser verdadeiro. É o caso do batismo de Jesus por João Batista. Foi muito difícil explicar às primeiras comunidades cristãs por que o superior, isto é, Jesus, havia se deixado batizar pelo interior, isto é, o Batista. Se foi assim, e apesar disso foi consagrado nos textos, então é porque o episódio deve ser verdadeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudo lingüístico, que se viu na comparação entre os textos de Mateus e o Evangelho de Pedro, é um dos instrumentos que se tem para a pesquisa sobre Jesus. Outro são as descobertas arqueológicas. E entre elas nenhuma se iguala, em qualidade e fartura, aos chamados Manuscritos do Mar Morto, um conjunto de papiros achado a partir de 1947 nas cavernas da região de Qumram, no moderno Israel. e que até agora ainda não foram completamente restaurados e decifrados. Os Manuscritos do Mar Morto têm servido para muita coisa, nos últimos quarenta anos, inclusive para uma exploração sensacionalista que se situa, na imaginação popular, naquele perigoso terreno entre as previsões de Nostradamus e o segredo dos discos voadores. Na verdade, sabe-se hoje muito bem o que eles são. São uma antiga biblioteca, eis tudo - e é muito. Inclusive, no início dos anos 50, depois da descoberta dos manuscritos, escavações realizadas nas proximidades pelo padre francês Roland de Vaux trouxeram à luz uma construção que, destruída e queimada no ano 68 da nossa era, concluiu-se tratar-se sem dúvida de um antigo convento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir daí formou-se um impressionante consenso entre os especialistas - nas cavernas, os membros da seita de Qumram esconderam a biblioteca do convento. Viviam-se os dias tempestuosos da revolta judaica contra o domínio romano que resultaria, no ano 70 da nossa era, na destruição de Jerusalém. Esconder os manuscritos, acondicionados em jarras, na iminência de um ataque romano que realmente viria a varrê-los do mapa, foi a maneira que os membros da seita encontraram de preservar seus documentos para a posteridade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A seita em questão, muito provavelmente, é a dos essênios, cujo rastro encontra-se em muitos outros textos da antiguidade. Na biblioteca que eles esconderam nas cavernas há de livros do Velho Testamento a documentos específicos da seita, como o Manual de Disciplina, que era seguido por seus membros. Os documentos foram datados de um período que vai do ano 200 antes de Cristo até 67 depois. Ou seja: muitos deles são até contemporâneos de Jesus. Há centenas de textos completos e milhares de fragmentos, que vêm sendo pacientemente remontados por uma comissão na qual se misturam especialistas judeus e cristãos, sob a supervisão do governo israelense. Decepção: até agora, apesar de serem documentos da mesma época, não há nenhuma menção a Jesus. Isso não invalida, no entanto, o imenso valor dos textos de Qumram para o conhecimento da época e do ambiente que circundava Jesus. "Penetrar no mundo dos Manuscritos do Mar Morto equivale a mergulhar no tempo e no ambiente ideológico de Jesus", escreve Charlesworth, o já citado autor de Jesus no Judaísmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os textos de Qumram revelam idéias muito próximas das de Jesus. Havia entre os membros da seita uma acentuada escatologia, por exemplo - isto é, como em Jesus, um alerta permanente contra o fim dos tempos, que se considerava iminente. Havia também uma total entrega a Deus. Esses e outros traços comuns configuram uma espécie de elo perdido do pensamento judaico entre os tempos do Velho Testamento e o advento da era cristã e sugerem entre um e outro uma transição menos abrupta do que se chegou a supor. A seita de Qumram também escancara a realidade de um judaísmo vibrante e variado, nos tempos de Jesus, tão pouco unitário que alguns autores hoje preferem falar em "judaísmos", não num judaísmo só. No entusiasmo das primeiras descobertas chegou-se a imaginar um Jesus fortemente influenciado pela doutrina dos essênios, quando não um membro da seita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, tanto quanto há semelhanças, há diferenças, a mais gritante das quais é a atitude perante as regras judaicas de conduta. Os essênios são ainda mais fanáticos que os fariseus na sua observância. Já Jesus, como se sabe, disse que o "sábado foi feito para o homem, não no homem para o sábado". Ele dava muito pouca importância ao rigor imobilista com que os ortodoxos mandavam guardar o dia santo, como de resto a todas as outras proibições e imposições rituais. Ou melhor: ele estava aí era para subvertê-las mesmo, num contínuo chamamento para a superioridade da pureza e da devoção interiores, não exteriores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em todo caso, há sinais de influência essênia em Jesus, uma das quais, relativa à expressão "pobres de espírito", uma das fórmulas enigmáticas de Jesus - a outra é "o Filho do Homem" -, configura uma conclusão de Charlesworth que se poderia classificar de espetacular. "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus", diz a primeira das bem-aventuranças, do Sermão da Montanha (Mt 5:3). Que pobres de espírito serão esses? Eis a resposta de Charlesworth: pobres de espírito, bem como pobres, "são termos técnicos, usados pelos essênios para se descreverem". O autor cita um dos documentos de Qumram, o chamado Manuscrito da Guerra, para desfiar numerosos exemplos em que os essênios chamam-se a si próprios de pobres, ou pobres de espírito, identificados como "os perfeitos do caminho", que acabarão por derrotar os iníquos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra importante descoberta de manuscritos, feita até um pouco antes, em 1945, ocorreu no Egito, na região de Nag Hammadi. Entre os 53 documentos ali encontrados, todos em copta, a língua falada no Egito, nos primeiros anos da cristandade, inclui-se o chamado Evangelho de Tomé, uma coleção de 114 ditos de Jesus, enfileirados, um atrás do outro, em que alguns vêem a tradução de um original semita talvez dos primeiros tempos. No setor das ruínas desenterradas ultimamente cite-se a casa de Cafarnaum, que Charlesworth, entre outros especialistas, está convencido tratar-se da casa de São Pedro referida nos Evangelhos, entre muitos outros motivos pelo fato de terem sido encontrados anzóis num dos seus compartimentos, exatamente um dos instrumentos de trabalho de seu presumível proprietário. "A descoberta é virtualmente inacreditável e sensacional", observa Charlesworth. Nessa casa Jesus hospedou-se e operou milagres, segundo os Evangelhos. Charlesworth enfatiza, extasiado, que com a descoberta da casa de Pedro tem-se "o mais antigo santuário cristão já desenterrado em qualquer parte".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fique-se por aqui, embora houvesse ainda muito o que enumerar, em matéria de descobertas. Acrescente-se apenas que a elas juntou-se nos últimos anos uma nova e muito produtiva mentalidade, a de analisar Jesus à luz do ambiente, dos documentos e da cultura judaica em que, naturalmente, estava imerso, algo que, por mais óbvio, não se fazia, por preconceito ou rivalidade religiosa. A soma de tudo isso é auspiciosa. Um escritor inglês do qual adiante se falará mais extensamente. A.N. Wilson, autor de outra das obras saídas por estes dias - Jesus, a Life -, chega a afirmar: "O mundo de Jesus tem sido colocado num foco mais preciso por nossa geração do que por qualquer outra geração anterior, desde o ano de 70 desta era". O ano 70, como já se recordou, é o da arrasadora repressão promovida pelos romanos contra os judeus. De alguma forma, fisicamente, o mundo de Jesus morreu aí. Ao mesmo tempo, segundo prossegue Wilson, a fé católica enveredou por seu "caminho curioso", caracterizado por muito "pouco interesse nas origens semitas de Jesus e ainda menor conhecimento delas". Afinal, quem era Jesus? E por que incomodava tanto a ponto de ser condenado a morrer na cruz?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/251202/religiao_1992.html"&gt;Veja&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; O artigo é de 1992, mas podemos dizer que é atual. O que se perde em ler e refletir?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8371892082365342690?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8371892082365342690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8371892082365342690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8371892082365342690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8371892082365342690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/06/o-jesus-historico.html' title='O Jesus histórico'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/TBE5AjJgXbI/AAAAAAAABhw/bCaUIPsiGUg/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-6746286788409760578</id><published>2010-05-21T23:16:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:27:22.204-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Você diria a verdade?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S_c-MMbyWqI/AAAAAAAABfA/_UiF2SZ1vGM/s1600/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S_c-MMbyWqI/AAAAAAAABfA/_UiF2SZ1vGM/s400/Blogue.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Você diria a verdade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imaginemos a seguinte situação, ocorrida em séculos passados, numa época em que a comunicação era precária. Ao final pergunte a você mesmo: eu diria a verdade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um barco com várias pessoas, homens e mulheres, naufragou e os sobreviventes conseguiram chegar a uma terra próxima. Era uma ilha de razoável tamanho e com água potável. Nela seria possível sobreviver, mas as pessoas prefeririam o resgate. Muito tempo se passou e o resgate não veio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À medida que o tempo passava algumas pessoas morreram e outras nasceram. Surgiu uma comunidade provisória. Havia atritos e alguns deles eram violentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mais antigos, com medo de uma revolta geral e que nela os mais fortes subjugassem os mais fracos, tomaram uma decisão em conselho: iriam infundir medo na comunidade. Implementariam uma esperança. O medo e a esperança serviriam para conter a violência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começaram a doutrinar os mais novos dizendo que um dia todos seriam resgatados e que iriam para uma terra maravilhosa. Lá não faltaria alimento e todos viveriam para sempre. Mas só os bons iriam. E mais: nem a morte impediria a ida dos bons para aquele lugar maravilhoso. As pessoas do bem seriam sepultadas num lindo cemitério e aqueles do mal seriam queimados numa fogueira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como saber quem era bom e quem era mau? Os antigos criaram uma norma geral e os casos que não estivessem relacionados nas regras seriam julgados pelo sábio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem era o sábio? Era o escolhido. Escolhido por quem? Cada sábio ao envelhecer escolheria um discípulo. Um dia o discípulo e o sábio iriam para o outro lado da ilha (proibido para as demais pessoas) e lá o sábio iria para a terra maravilhosa e o discípulo voltaria - para ser o novo sábio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o passar dos anos e a morte dos mais antigos a geração presente passou a crer em tudo aquilo que foi ensinado. A paz foi instalada. Ninguém queria perder a terra maravilhosa. Os que iam envelhecendo esperavam, pelo menos, que fossem enterrados no lindo cemitério. Ninguém queria ser queimado. Todos queriam o eterno lar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi assim que os sábios conseguiram deter o caos. Medo e esperança! Imaginem se não fosse assim. Seria uma luta sem igual. O mais forte destruindo o mais fraco e o mais fraco se unindo com outros para a guerra contra o mais forte. O estado de guerra seria eterno. Isso mesmo, “eterno” enquanto durasse pois essa situação de animosidade acabaria aniquilando com a vida humana na ilha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já leu algo assim? É claro. Muitas vezes, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos ampliar o leque?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine que você esteja naquela ilha e faça parte da geração presente. De tão exemplar que é acabou sendo escolhido para ser o discípulo, seria o futuro líder. O sábio estava velho. Era chegada a hora da viagem para o outro lado da ilha. Você está ansioso pois sabe o peso da responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dia o sábio lhe diz: “é hoje é agora”!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegando no outro lado da ilha o sábio lhe conta a verdade. Não existe terra maravilhosa. Essa tradição secular foi criada para promover e sustentar a paz na ilha. Ele diz algo perturbador: “agora cabe a você manter a paz ou promover a guerra. Tudo depende do que dirá ao povo quando retornar”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sábio morre e você o enterra e, por fim, toma o caminho de volta à comunidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que situação! Ter que decidir por um caminho ou outro: dizer a verdade e esperar pelo caos ou continuar com a tradição e escolher o novo discípulo – futuro sábio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando você chega de volta à comunidade as pessoas o esperam com festa e alegria e perguntam: “como foi que o sábio seguiu para a terra maravilhosa?”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você é o novo sábio. As pessoas olham para você com respeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aí? O que diria?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos refletir?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se tudo em nossa volta fosse uma obra de engenharia humana para preservação da espécie? Notou que sempre temos algo a temer e ao mesmo tempo algo bom a esperar? Qual a nossa verdade? Será que se a verdade for diferente dessa que cremos a sua divulgação seria o melhor caminho?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você gosta de pensar nessas coisas? Eu não apenas gosto: eu preciso pensar dessa forma. É assim que procuro verificar a cada dia se eu sou um CONVICTO ou um ALIENADO...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2008/02/voc-diria-verdade.html"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-6746286788409760578?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/6746286788409760578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=6746286788409760578' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6746286788409760578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6746286788409760578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/05/voce-diria-verdade.html' title='Você diria a verdade?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S_c-MMbyWqI/AAAAAAAABfA/_UiF2SZ1vGM/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5157161157298666356</id><published>2010-04-27T15:51:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:27:04.408-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Comemore: você está certo!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S9cxzKp1AYI/AAAAAAAABa8/v5Q8PmYMDAc/s1600/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S9cxzKp1AYI/AAAAAAAABa8/v5Q8PmYMDAc/s400/Blogue.jpg" tt="true" width="346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Comemore: você está certo!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comemore pois você está certo! Você é um felizardo por estar certo! Esteve no lugar e hora certos! Celebre essa conquista pois você está certo! Durante muito tempo eu comemorei, com razão, o fato de estar certo. Julgava-me uma pessoa abençoada por ter nascido no lar certo, no país certo e na religião certa! Nasci certo, que maravilha!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não importa a sua denominação religiosa, não importa a sua fé, não importa o seu deus: você está certo! Seu deus não permitiria que você nascesse, vivesse e morresse no erro. Ele não faria tamanha maldade! Viva e comemore, pois você está certo! Não importa se você é muçulmano, judeu, cristão ou de qualquer conglomerado religioso ocidental ou oriental: você está certo! Seu deus mostrou, pelos profetas e santos, que você é o remanescente, que você faz parte do povo escolhido, não tema e não trema: você está certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde cedo você aprendeu que tem a verdade e que os outros têm o erro. Claro que você está com a verdade! Como você é estudioso e analisou todas as possibilidades de fé e ainda continua no mesmo lugar a conclusão é simples: você continua no mesmo lugar simplesmente porque está certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E você, cristão brasileiro, comemore em alto e bom som! Não importa sua denominação. Não importa se é católico, protestante, pentecostal (...), você está coberto de razão! O deus que lhe mostrou o caminho, via profetas e santos, jamais permitiria que você ficasse na igreja errada! Você está certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os demais são filhos das trevas e você é filho da luz. Você está certo! Claro que está certo, como não? Tudo mostra que você está certo e que você deve ficar onde sempre esteve: no lugar certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa é a grande contradição da fé coletiva: muitos pensam de forma diferente. São muitos os grupos de fé e todos se julgam o remanescente. Todos se julgam certos! Todos dizem que deus mostrou o caminho! Todos dizem que deus não permitiria que ficassem no erro...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então vibre, emocione-se, esbalde-se e chore de alegria! Não importa qual a sua fé! Comemore: você está certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: [&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2009/03/comemore-voce-esta-certo.html"&gt;Convictos ou Aliendados&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5157161157298666356?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5157161157298666356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5157161157298666356' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5157161157298666356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5157161157298666356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/04/comemore-voce-esta-certo.html' title='Comemore: você está certo!'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S9cxzKp1AYI/AAAAAAAABa8/v5Q8PmYMDAc/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-2669688895125639939</id><published>2010-04-14T17:24:00.003-03:00</published><updated>2011-08-12T12:09:28.363-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>Religiosidade e cultura religiosa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S8Ykbc4W9gI/AAAAAAAABZc/loyJCYiSaaY/s1600/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="366" src="http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S8Ykbc4W9gI/AAAAAAAABZc/loyJCYiSaaY/s400/Blogue.jpg" width="400" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho detectado resistência de muitos, quando diferencio religião de cultura religiosa. Produzi um texto com esse tema (&lt;a href="http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2008/09/religio-ou-cultura-religiosa.html"&gt;Religião ou Cultura Religiosa?&lt;/a&gt;). Recomendo a leitura daquela postagem que será incrementada com o que digitarei adiante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para entender religião, em especial o Cristianismo, precisaremos nos ater a três verbos: garantir, acreditar e doutrinar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma religião ou segmento religioso precisa GARANTIR a salvação aos fiéis. O objetivo principal da membresia é, de fato, a salvação ou, em outras palavras, a migração desse mundo finito e tenebroso para o mundo eterno e maravilhoso. A religião, portanto, garante aos fiéis a salvação e tal salvação remete ao segundo verbo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma religião ou segmento religioso precisa ACREDITAR naquilo que difunde. Estamos falando de um credo. Cada grupo religioso tem um credo diferenciado e é nessa divergência de credos que encontramos a explicação para o número imenso de segmentos que se arvoram à condição de únicos portadores da “verdade verdadeira”. A religião, evidentemente, GARANTE a salvação, mas é necessário que se ACREDITE no credo proposto. O credo é o caminho para a graça, que no caso do Cristianismo é oriunda de Jesus e dos seus méritos (justiça imputada). Do exercício dos dois verbos, garantir e acreditar, nós somos remetidos ao terceiro verbo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma religião ou segmento religioso, que GARANTE e que ACREDITA, não pode guardar apenas para seus membros as “boas novas de salvação”. Não basta garantir a salvação aos que acreditam. Novos prosélitos precisam ser captados. O verdadeiro fiel religioso GARANTE, ACREDITA e DOUTRINA. A membresia convicta da garantia da salvação, por acreditar no credo, vê-se impelida a doutrinar. Chamam o doutrinamento de obras da fé (frutos do espírito ou o realizar de Cristo nos atos humanos – isso no Cristianismo). É o trabalho incessante do que tem a garantia da salvação, por acreditar na mensagem que abraçou e que se sente no dever de doutrinar aqueles (muitos) que “estão nas trevas”. Todo aquele que não compartilha do credo é ser humano que precisa ser resgatado do “império da maldade”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do entendimento do que é religião (na prática), entendimento esse que compreende a convicção e o conhecimento do credo e de tudo o mais que a tradição daquele contexto religioso produziu, é possível, facilmente, diferenciar “religião” de “cultura religiosa”. Como? De forma bem simples: acima ficou claro como funciona a prática no mundo da religião. Na cultura religiosa não é possível conjugar de forma eficiente aqueles três verbos. Melhor dizendo: não é possível viver tais verbos. O religioso crê porque conhece e por conhecer é que garante a salvação. Por conhecer e crer no credo difunde, de forma consistente, a história do seu segmento religioso (a começar da criação humana até a glorificação no outro mundo – aquele mundo eterno).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que possui tão somente a cultura religiosa não garante, porque não conhece o credo e por não conhecer o credo, como seria possível doutrinar? Em resumo o que se pode dizer é cristalino e, portanto, de fácil entendimento. O religioso é um convicto, pois sua crença está sedimentada no conhecimento e na fé que advém de tal conhecimento. Aquele que possui a cultura religiosa é um alienado, que só está ali por circunstâncias da vida. Está ali porque foi colocado. Nunca entrou, pois sempre esteve ou, melhor dizendo, nasceu no contexto. Nada pesquisou, nada sabe. Porta-se como papagaio da fé que segue, a vida inteira, difundindo, de forma fugaz, uma luz que imagina possuir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que um ferrenho seguidor da cultura religiosa poderá se transformar num ferrenho religioso. Basta que ele entenda (na essência) os verbos garantir, acreditar e doutrinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-2669688895125639939?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/2669688895125639939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=2669688895125639939' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2669688895125639939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/2669688895125639939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/04/religiosidade-e-cultura-religiosa.html' title='Religiosidade e cultura religiosa'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S8Ykbc4W9gI/AAAAAAAABZc/loyJCYiSaaY/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-8880403398935973230</id><published>2010-04-09T12:17:00.002-03:00</published><updated>2010-11-30T16:26:13.081-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Saudades de minha inocência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S79E6KzTMNI/AAAAAAAABY8/ipsuRUcelj4/s1600/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S79E6KzTMNI/AAAAAAAABY8/ipsuRUcelj4/s400/Blogue.jpg" width="400" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Saudades de minha inocência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Houve um período, em minha vida, que deve ser considerado tempo de inocência. Eu acreditava no que me diziam com muita facilidade. A ausência de malícia não me tornava um bitolado (não me fechava para novas ideias). Eu acreditava porque era razoável crer. Por que não acreditar no que me diziam, se eu cria na bondade e na capacidade das pessoas em minha volta? O pressuposto era bem simples: os seres do bem, disseminam coisas do bem. Ponto! Eu confiava nas pessoas e, por nelas confiar, eu acreditava em tudo o que diziam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As lições, que a vida me trouxe, ensinaram-me a confiar desconfiando. Mesmo confiando nos indivíduos não seria possível acreditar, sempre, no que eles diziam. Eles até poderiam agir com boas intenções, mas isso não queria dizer que estivessem certos, simplesmente porque eram confiáveis. A vida ficou amara. Passei a ter um permanente “nó na garganta”. Percebi que as pessoas quase sempre não mereciam confiança. E mais: mesmo quando confiáveis, nem sempre se serviam de fontes fidedignas, quando difundiam suas convicções. Não é fácil! Acreditar faz bem, mas nem sempre aquilo que parece bom o é, em sua essência. Por essa e por outras, eu concluí, que é impossível viver, hoje, sem sentir saudades dos tempos de inocência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de tudo isso as paisagens da vida continuaram as mesmas, mas já não eram vistas com os mesmos olhos (os saudosos olhos da inocência). Alguém poderia dizer: “faz parte do amadurecimento humano. Você pensava como menino e, agora que cresceu, deixou de pensar como menino...” Parece simples, mas não é bem assim. Seria até bom se assim fosse, mas por que eu haveria de me enganar? A expressão saudades da inocência tem um sentido figurado: é o de sentir saudades de um tempo em que era normal confiar sem questionar. Nos “tempos de hoje” é imperdoável, confiar sem questionar. A realidade não permite mais isso. Urge acordar! Não estamos mais nos anos dourados. Não vivemos mais na “ilha da fantasia”. Moramos no terrível mundo do “aqui” e do “agora”. Só nos resta sentir saudades da nossa inocência e ponto final! O mundo real não nos permite realizar sonhos! Não existe o mundo ideal! Esse suposto mundo ideal só há para quem está disposto a acreditar na existência de Papai Noel, do Saci Pererê, de Duendes e afins. Serve sim e, de forma cabal, para os eternos detentores da &lt;em&gt;fé cega e da faca amolada&lt;/em&gt;. Para os que querem abrir os olhos para enxergar (ver de verdade) só resta sentir saudades do tempo de inocência. É como sentir saudades de um mundo no qual nunca se viveu...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande realidade é essa: quem passa grande parte da vida acreditando que existe um pote de ouro no fim do arco-íris e depois descobre que tal tesouro não existe, tende a suspirar e aceitar a realidade. Aceitando essa realidade, haverá de sentir saudades do tempo no qual ainda não tinha constatado que, no fim do arco-íris, não existe pote de ouro. E mais: nunca existiu! Pois é assim mesmo: depois que constatei que não existe um pote de ouro no fim do arco-íris (por favor – isso é sentido figurado), comecei, desesperadamente a sentir saudades de minha inocência...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-8880403398935973230?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/8880403398935973230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=8880403398935973230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8880403398935973230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/8880403398935973230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/04/saudades-de-minha-inocencia.html' title='Saudades de minha inocência'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S79E6KzTMNI/AAAAAAAABY8/ipsuRUcelj4/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-1855110854760351657</id><published>2010-03-24T19:31:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:25:51.603-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Adão tinha umbigo?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S6qSa-qzAEI/AAAAAAAABW0/0g5qHxeCh5o/s1600/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="384" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S6qSa-qzAEI/AAAAAAAABW0/0g5qHxeCh5o/s400/Blogue.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Adão tinha umbigo?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As crianças são inteligentes. Precisam desenvolver a inteligência. Carecem ser acompanhadas nesse processo mágico. Os pais precisam ter cautela. Como permitir e favorecer o desenvolvimento da inteligência infantil sem confundir com “condicionamento”? Como canalizar a inteligência dos meninos e meninas sem incorrer na liberalidade ou na ortodoxia? Difícil não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa pergunta, tida como de origem infantil, é interessante: “pai, Adão teve umbigo?” Querem algo mais inteligente? A lógica, no mundo religioso, levaria um pai atento e corajoso a dizer: “filho, Adão não teve umbigo, ele foi criado adulto, não foi como você e eu...”. E o medo? E as perguntas que poderiam vir depois, do tipo: “pai, como foi então que eu nasci?”. Muitas vezes os pais têm medo das perguntas que virão em seqüência e fogem da primeira pergunta. Quanto medo! Que pena!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande auxílio que o pai deve dar ao filho é ensinar como se chegar ao caminho. Os pais querem definir o caminho. Os pais estão certos em dizer que conhecem e amam os filhos e que querem lhes oferecer o melhor. Uma coisa é oferecer outra é forçar! Há quem diga: “faço minha parte e vou junto”. Outros dizem: “vou junto, para confortar nos erros e parabenizar nos acertos, mas preciso deixar que assumam a individualidade com responsabilidade. Não posso enfiar neles a minha individualidade...” É difícil educar filhos, principalmente quando educar pressupõe exatamente isso: educar! Educação é uma coisa, condicionamento é outra. Educar é criar condições para que cada um localize o seu caminho, condicionar é impor um caminho, aquele que os pais entendem como certo. Educar é ensinar o endereço da biblioteca, mostrar como localizar os livros, e ajudar a entender os conteúdos práticos. Condicionar é indicar livros específicos e sugerir que os demais não servem...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A força da tradição tem contribuído, negativamente, para a atual situação dos jovens. Os movimentos liberalizantes também. Um não tem autoridade para mensurar o outro. Enquanto os liberais empurram os filhos para uma vida sem sustentação os ortodoxos conduzem os filhos para um comportamento pragmático.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados são ruins em ambos os casos. Filhos liberais transformam a vida num piquenique. Quando a festa acaba a anarquia ganha espaço. Filhos ortodoxos vivem numa repressão constante aos anseios naturais. Quando a repressão acaba o exagero toma conta. A pessoa reprimida tenta compensar o passado e fica mais voraz que o liberal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como chegar ao ponto de equilíbrio? Sugestão: não fugir da pergunta: “pai, Adão teve umbigo?” Responder perguntas assim educa os próprios educadores. A resposta a essa questão implicará em mais perguntas e mais respostas. A resposta honesta, dia após dia, é, de fato, “ensinar o moço no caminho que deve andar...”. Algo como ensinar a pescar e não entregar o peixe pronto. Algo como ensinar a procurar e não indicar o único caminho que conhece.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somos resultados de uma educação capenga e estamos, por tradição, seqüenciando as mazelas conseguidas por herança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As fontes das mazelas são, invariavelmente: as escolas despreparadas, os segmentos religiosos obtusos e alienantes e as famílias que não querem assumir responsabilidades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A responsabilidade é muito grande. Implica em fazer muito. Inclusive romper com as tradições que visivelmente estão obsoletas. Os princípios são os mesmos, mas o mundo é outro. Não podemos ficar adstritos aos conceitos do século XIX nem ao liberalismo amalucado do século XX.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos responder, enquanto há tempo, à pergunta que não quer calar: “pai, Adão tinha umbigo”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: [&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2008/06/ado-tinha-umbigo.html"&gt;Convictos ou Aliendados?&lt;/a&gt;].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-1855110854760351657?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/1855110854760351657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=1855110854760351657' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/1855110854760351657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/1855110854760351657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/03/adao-tinha-umbigo.html' title='Adão tinha umbigo?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S6qSa-qzAEI/AAAAAAAABW0/0g5qHxeCh5o/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-4295897605509329215</id><published>2010-03-10T16:46:00.001-03:00</published><updated>2010-11-30T16:25:16.834-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Devoradores ou limitadores de mentes?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S5f2qoACzuI/AAAAAAAABVc/A9Px0rcMrFE/s1600-h/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="322" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S5f2qoACzuI/AAAAAAAABVc/A9Px0rcMrFE/s400/Blogue.jpg" vt="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Devoradores ou limitadores de mentes?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O processo alienatório devora a mente ou "apenas" a limita? Pergunto isso porque fica difícil saber se o alienado está agindo sob influência direta do alienador (devorador) ou se a alienação centrou-se em limitar a capacidade da mente, impedindo-a de vislumbrar o mundo que existe e está fora dos muros estabelecidos pelo processo alienatório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cultura religiosa, à imagem e semelhança dos plantonistas da fé cega e da faca amolada, é, sem sombra de dúvidas, um processo alienatório que atingiu refinamento exuberante. Resta analisar seu objetivo principal: devorar ou limitar? O devorador de mentes, em tese, alimenta-se da mente dos alienados tornando-os na medida exata do seu interesse. O limitador, que no primeiro momento parece menos letal, cerca a mente do alienado ao ponto de impedir que este enxergue além dos muros imaginários estabelecidos pela ortodoxia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fato é que devorando ou limitando mentes a cultura religiosa (qualquer uma delas) tem produzido diversos tipos de alienados, entre eles os homicidas e os tapados da fé. O homicida age em nome do seu deus da maneira que se faça necessária, incluindo aí o terrorismo. O tapado pertence à maioria de sempre: tem a mente engessada, enorme dificuldade para pensar e opta (podemos dizer assim?) pelo óbvio e mais fácil: o acreditar sem questionar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homicidas e tapados, vítimas dos devoradores ou limitadores de mente são criaturas moldadas à semelhança ou interesse dos seus criadores - os homens que pensam e que regem os homens que acreditam...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: [&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2009/11/devoradores-ou-limitadores-de-mentes.html"&gt;Convictos ou Aliendados?&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-4295897605509329215?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/4295897605509329215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=4295897605509329215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4295897605509329215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4295897605509329215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/03/devoradores-ou-limitadores-de-mentes.html' title='Devoradores ou limitadores de mentes?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S5f2qoACzuI/AAAAAAAABVc/A9Px0rcMrFE/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-6268196206814445287</id><published>2010-01-18T11:39:00.004-02:00</published><updated>2010-11-30T16:24:44.754-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>É cegueira ou esperteza?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S1RkQtZc_DI/AAAAAAAABRc/jdXMN14eV2U/s1600-h/Blogue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S1RkQtZc_DI/AAAAAAAABRc/jdXMN14eV2U/s400/Blogue.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;É cegueira ou esperteza?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como sempre deixei claro eu fui criado dentro de um contexto protestante, tendo, inclusive, me bacharelado em teologia. Repito isso para historiar um episódio que gerou em mim uma pergunta: É cegueira (pela ingenuidade) ou é esperteza (pela malandragem)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um conhecido meu, também adventista, fez faculdade no estado de São Paulo e logo deparou com um problema. Aulas no sábado. Como sabem os adventistas do Sétimo Dia (ASD) têm o sábado como dia especial e que, portanto, deve ser mantido “santo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ocorre que determinada matéria desse amigo seria ministrada exclusivamente no sábado pela manhã. Um semestre inteiro tendo aquela disciplina! O que fazer? Ele orou, pediu a bênção divina e foi conversar com o professor. Explicou sua situação e o professor permitiu: (a) que ele ficasse sem assistir às aulas e (b) sem necessidade de fazer provas. Em resumo: ele foi aprovado numa matéria sem ter assistido às aulas e sem ter feito as provas de avaliação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costuma contar isso a quem quer ouvir como se fosse uma bênção divina!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As perguntas que me ocorreram à época:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(1) O professor tem essa autoridade? É possível conceder presença a um aluno ausente? É possível aprovar um aluno, em determinada disciplina sem que ele tenha assistido às aulas e se submetido à avaliação?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(2) O professor fez isso com aprovação da escola? Se o fez a escola teria essa autoridade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(3) Caso a escola, tendo sabido do assunto, pediu autorização ao Ministério da Educação e Cultura? Se o fez o MEC teria concordado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha maneira de pensar é bem simples: para “guardar” o sábado esse meu amigo conseguiu induzir um professor a errar e uma faculdade a aprovar um aluno que não merece a graduação que tem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não teria sido melhor assistir às aulas no sábado e “errar sozinho?” Quem sabe, como exercício de fé, ele não deveria ter abandonado a disciplina, ainda que a conclusão do curso fosse atrasada?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por essas e outras pergunto a muitos que transformam a mentira e o engodo em “bênção divina”: É cegueira ou é esperteza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: [&lt;a href="http://convictosoualienados.blogspot.com/2009/02/e-cegueira-ou-e-esperteza.html"&gt;Convictos ou Alienados?&lt;/a&gt;].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-6268196206814445287?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/6268196206814445287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=6268196206814445287' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6268196206814445287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/6268196206814445287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2010/01/e-cegueira-ou-esperteza.html' title='É cegueira ou esperteza?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/S1RkQtZc_DI/AAAAAAAABRc/jdXMN14eV2U/s72-c/Blogue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3276349749091622269</id><published>2009-11-16T12:00:00.001-02:00</published><updated>2010-11-30T16:24:00.519-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profecia'/><title type='text'>Profecia: o ano de 2012</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SwFalm58h0I/AAAAAAAABLE/77yPldghE1g/s1600/Blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SwFalm58h0I/AAAAAAAABLE/77yPldghE1g/s640/Blog.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o “apocalipse”, o “fim do mundo”, “o juízo final”, “o fim de um ciclo” e, nos mais otimistas, “o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças afirmam que algo extraordinário ocorrerá em nosso planeta em 2012 (ou antes).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca antes uma data foi tão importante para muitas culturas, para muitas religiões, cientistas e governos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que acontecerá na fatídica data de 21 de dezembro de 2012?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos pólos da Terra. Como isso seria possível? Devido a distúrbios nos campos magnéticos do Sol que, gerando colossais tormentas solares, afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Resultado: o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com conseqüências catastróficas para a humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Violentos terremotos demolirão todos os edifícios, alimentando tsunamis colossais e atividade vulcânica intensa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, a crosta terrestre deslizará, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros falam que grandes cataclismos serão gerados devido a passagem de um "astro/cometa/planeta" perto da Terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seria o “Abominável da Desolação” de Jesus, a “Abominação Desoladora” do profeta Daniel, a grande estrela ardente com um facho, chamada "Absinto” do Apocalipse de João, a “Grande Estrela“, “o Grande rei do Terror“, “O Monstro” ou “O Novo Corpo Celeste” de Nostradamus, o “Astro Intruso” ou “Planeta Higienizador” de Ramatis, o “Planeta Chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos, ou o “12º planeta” de Zecharia Sitchin, ou o “Nibiru/ Marduk” dos Sumérios, ou ainda o “Hercólubus” dos estudiosos da Gnose.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os cientistas da NASA a data desse acontecimento será marcada pelas piores tormentas solares da história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os governos e a ONU algo terrível está para ocorrer com nosso planeta, por isso foi inaugurado no início de 2008 o “cofre do fim do mundo” que visa abrigar sementes de todas as variedades conhecidas no mundo de plantas com valor alimentício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros esperam pelo “Juízo Final” com a separação espiritual do “joio e do trigo” (visão bíblica), que se dará com a chegada de Jesus Cristo, ou através de uma visão mais atual com relação à seres extraterrestres, ou mesmo com o colapso total da civilização humana baseada no materialismo/egoísmo (fim do sistema econômico) e início de uma nova civilização voltada ao espiritualismo, amor e fraternidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta mesma linha de “juízo final”, a teoria sobre a chegada dos seres extraterrestres se dará após um cataclismo provocado pela chegada do “segundo sol”, ou também conhecido como o "Planeta "X" / Nibiru", citado anteriormente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não podemos esquecer que na visão espiritualista do “fim do mundo”, o lado material (catástrofes, fim do dinheiro, materialismo, consumismo, etc) é colocado em segundo plano. Não que isso não acontecerá. Eles falam que sim, mas o que vai separar um mundo do outro é uma mudança consciencial: a consciência egoísta e individualista “sou ser humano, pertenço ao planeta Terra” morrerá e nascerá a consciência universalista “sou a encarnação de um espírito, pertenço ao Universo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo essa crença, os espíritos reprovados no “juízo final”, ou seja, aqueles que não mudarem a consciência frente as últimas “provas”, serão exilados no "Planeta "X" / Nibiru" e terão que recomeçar do zero todo o processo de reencarnação, enquanto que os aprovados para a nova Terra vão estar livres de recordações do passado e qualquer traço de egoísmo e individualismo. Serão os habitantes da Terra de regeneração (como os espíritas falam).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os WebBots (programas dedicados à realizar previsões com base em dados colhidos na rede mundial de computadores) algo devastador vai ocorrer no ano de 2012.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se pode notar, muitos têm a sua versão e sua própria previsão do que poderá ocorrer no ano de 2012 (ou até esta data).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas se notar você vai ver que não será o “fim do mundo”, mas o fim de um tipo de mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não nos restam dúvidas que a nossa civilização está à beira do colapso. Prova maior disso é a atual crise financeira mundial e o aumento das catástrofes naturais, além do agravamento da violência e distúrbios psicológicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qualquer um que usar a inteligência e fizer uma análise sobre os fatos mundiais que estão ocorrendo, deve compreender que se não houver uma mudança radical em nossa forma de viver, nossa sociedade não terá como sobreviver por muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.alemdaimaginacao.com/Noticias/21_12_2012.html"&gt;Texto completo em [Além da Imaginação].&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Recomendo a leitura de todo o conteúdo do texto no link acima indicado. Não nos custa saber um pouco a respeito do povo Maia, do alinhamento da nossa Galáxia e outros temas afins.[ETB]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3276349749091622269?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3276349749091622269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3276349749091622269' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3276349749091622269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3276349749091622269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/11/profecia-o-ano-de-2012.html' title='Profecia: o ano de 2012'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SwFalm58h0I/AAAAAAAABLE/77yPldghE1g/s72-c/Blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3398593559937691167</id><published>2009-11-13T18:36:00.002-02:00</published><updated>2010-12-13T14:10:52.204-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Vida fora da terra</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/Sv3CyF1qY2I/AAAAAAAABK0/bU9pGsBmMo8/s1600-h/Blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/Sv3CyF1qY2I/AAAAAAAABK0/bU9pGsBmMo8/s400/Blog.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje eu li a notícia que destacou os resultados de um impacto provocado pela NASA (Agência Espacial Norte-Americana), que lançou uma sonda sobre a superfície escura da lua. O objetivo era a localização de água naquele satélite terrestre. O resultado superou o que se supunha: existe água numa cratera lunar e numa quantidade superior ao que se imaginava possível (&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u652093.shtml"&gt;leia a reportagem: Folha Online&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em virtude desta notícia eu passei a meditar noutro assunto, objeto de convicção de alguns segmentos religiosos. Tais aglomerados da fé afirmam, de forma peremptória, que existe vida fora da Terra. Trata-se de vida pura, resultante de criação divina e que não está sujeita ao efeito do pecado - que está adstrito ao nosso planeta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imaginei como poderia reagir essa massa religiosa diante de uma descoberta de vida, ainda que muito primitiva, na lua, num planeta ou qualquer outro objeto do sistema solar ou até mesmo fora do sistema solar. Como reagiria diante dessa conclusão desconcertante? Como seria repensada a religiosidade de muitos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu até suponho que haverá uma sequência de desculpas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. “Não há vida fora da Terra que possa ser alcançada por nós humanos pecadores! É efeito visual, promovido por influência do diabo!”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. “Não é vida extraterrestre! É contaminação humana, levada para outros mundos devastados, sem valor e que, portanto, estão longe daquela criação perfeita de deus -protegida contra a nocividade pecaminosa do homem!”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. “É hora de repensar a criação, origem da vida, vida em outros mundos (...). A ciência provou que conceitos arraigados em nós estão despidos de valor. Precisamos reestudar a religião!”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como muitos passariam a se comportar diante de revolucionária informação? Não pairam dúvidas: qualquer vida encontrada fora da Terra destruirá conceitos, promoverá mudanças, ensejará apostasia da fé naquele instante comungada...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um fato é inegável: muitas religiões escudadas na bíblia terão imensa dificuldade para defender qualquer tipo de postulado que tenha como base a criação divina. Aquela criação baseada na história (fábula) de Adão e Eva, pecado, remissão de pecado e afins...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3398593559937691167?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3398593559937691167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3398593559937691167' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3398593559937691167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3398593559937691167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/11/vida-fora-da-terra.html' title='Vida fora da terra'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/Sv3CyF1qY2I/AAAAAAAABK0/bU9pGsBmMo8/s72-c/Blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-4233797925094652922</id><published>2009-10-30T22:47:00.005-02:00</published><updated>2010-11-30T16:23:01.897-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teísmo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agnosticismo'/><title type='text'>A questão da certeza no agnosticismo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SuuI2cgCDYI/AAAAAAAABJU/thdr-EG_e-c/s1600-h/Blog.bmp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SuuI2cgCDYI/AAAAAAAABJU/thdr-EG_e-c/s400/Blog.bmp.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A questão da certeza no agnosticismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Partindo duma premissa interessante do agnosticismo, que se finca na convicção de que é impossível provar ou negar a existência de deus, servindo-se dos meios humanos, eu me pergunto: Como se faz, então, a opção pelo teísmo ou pelo ateísmo? Claro que proponho a questão olhando pela perspectiva de um agnóstico...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Questão de escolha, sim, meramente de escolha. Um agnóstico pode, mesmo afirmando ser impossível provar ou negar a existência de deus, escolher ser criacionista ou ateu. Quando perguntado sobre o motivo de uma escolha ou outra, a resposta seria simples: “mesmo tendo a convicção de que é impossível provar ou negar a existência de tal divindade, por questão pessoal (e afins), escolhi ser assim ou assado...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos, quem sabe, surpreender-se-ão com isso. Imaginam que se um indivíduo não é ateu ou criacionista ele, por exclusão, é agnóstico. Já tratamos por aqui esse ponto. &lt;strong&gt;O agnosticismo não é o meio termo entre teístas e ateístas&lt;/strong&gt;. Ponto final!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível, portanto, existir agnóstico ateu e agnóstico teísta e mais, dentro do teísmo é possível encontrar um agnóstico deísta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual é, então, a diferença entre um agnóstico criacionista e um criacionista “normal”? Tomando como exemplo apenas o cristianismo, podemos afirmar que um criacionista “normal” aceita os fatos bíblicos como sendo verdadeiros. Exemplificando: o dilúvio. O agnóstico criacionista, por acreditar ser impossível provar ou negar a existência de deus, tende a não aceitar o dilúvio da forma como exarada na bíblia. Como seria possível acreditar nas informações dadas no livro milenar, como sendo a palavra expressa de deus, se ele, agnóstico, não vê prova de existência do poderoso ser?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é tão simples assim a questão da certeza em face do agnosticismo criacionista. E não poderia ser diferente. O criacionista “normal” não tem semelhança prática com o agnóstico criacionista, assim como não há similaridade prática entre o ateu convicto e o agnóstico ateu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltaremos ao tema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-4233797925094652922?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/4233797925094652922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=4233797925094652922' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4233797925094652922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/4233797925094652922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/10/questao-da-certeza-no-agnosticismo.html' title='A questão da certeza no agnosticismo'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SuuI2cgCDYI/AAAAAAAABJU/thdr-EG_e-c/s72-c/Blog.bmp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-5774060196639067865</id><published>2009-10-25T18:52:00.002-02:00</published><updated>2011-01-30T19:49:31.059-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>A guerra dos meninos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SuS6d7OU6gI/AAAAAAAABIc/LKgYovgaE4c/s1600-h/Blog.bmp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SuS6d7OU6gI/AAAAAAAABIc/LKgYovgaE4c/s320/Blog.bmp.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos anos 1980 eu estava estudando no IAE (Instituto Adventista de Ensino) atual UNASP (Centro Universitário Adventista – SP). Houve um momento, entre o final do segundo grau e início da faculdade de teologia, em que me foi possível vivenciar um alvoroço no arraial. De repente um assunto tomou conta do meio: mensagens subliminares captadas ouvindo discos, girando-os em sentido contrário. Supostamente era possível ouvir mensagens satânicas quando algumas músicas eram ouvidas “ao contrário”. Eram muitos músicos estrangeiros, mas havia, também, alguns brasileiros. Destaques para Raul Seixas e Zé Ramalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era uma loucura! Os pais, preocupados, lotavam o salão nobre da instituição. Eram noites de reavivamento espiritual. Precisavam convencer os filhos acerca da nocividade das músicas populares. Foi uma agitação maior do que outra, mais atual, promovida pelos livros e filmes de Harry Potter e pelo livro e filme “O Código da Vinci”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembro-me claramente que uma música especial foi destaque. Justamente uma do cantor Roberto Carlos, do seu LP de 1980, cujo título é “a guerra dos meninos”. Trata-se de composição que fala de um sonho e neste sonho o cantor diz que foi o mais bonito de sua vida. Tem uma frase que despertou a atenção dos “analistas” que é a seguinte: “quando em minha porta alguém tocou, sem que ela se abrisse ele entrou..”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta frase causou comoção pois os ditos analistas asseveravam que somente uma força espiritual (no caso - maligna) poderia passar por uma porta não aberta. Tal força espiritual, claro, era do senhor das trevas. O interessante é que se desconsiderava o fato de que o cantor estava, desde o começo, referindo-se a um sonho. Sonho que tratava de paz vinda por meio de crianças? Não se sabe o motivo real da implicação profunda contra esta música em especial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não importa! A música foi ouvida ao contrário e os “analistas” separaram uma frase parecida com isso: “...e esse diabo vai cantar de novo...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pronto: a música tornou-se maldita! Professores do seminário de teologia foram convocados e muita coisa se disse e se ouviu a respeito de mensagens satânicas subliminares inseridas em músicas populares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não faz muito tempo lembrei-me desse episódio ocorrido há mais de 25 anos, e procurei saber o que tinha se passado com aqueles analistas, paraninfos da boa música. Soube que muitos tinham deixado esse assunto de lado. Havia sido um momento fugaz. Alguns até se sentiam envergonhados pelo alvoroço que promoveram e outros ainda seguem acreditando naquilo tudo, mas sem promover qualquer tipo de algaravia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu soube, também, que eles andaram ouvindo “ao contrário” algumas músicas evangélicas, incluindo as dos adventistas, e ouviram frases parecidas com aquelas de músicas seculares. Ficaram com grande dúvida: se aquelas eram “do mal” como explicar as mensagens nas supostas músicas “do bem”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Discussões à parte eu quero fazer um chamamento à reflexão. Nem sei se reflexão ou se um chamado ao “varandão da saudade”. Que tal ouvir a música, prestar atenção na letra e, quem sabe, emitir sua opinião?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seria possível mesmo tudo aquilo que disseram da música? Que encerrava em si uma apologia ao mal? A música trata de “um bem maior”: a paz, o amor e deus... (claro que naquele tempo dizia-se que essa paz era uma paz falsa, advinda do mal ou uma forma de “contrafação”...) Sugiro que seja ouvida com calma e que a letra seja analisada de forma imparcial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis o link para a música [&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=uZMjTU9jBDE"&gt;a guerra dos meninos&lt;/a&gt;].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-5774060196639067865?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/5774060196639067865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=5774060196639067865' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5774060196639067865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/5774060196639067865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/10/guerra-dos-meninos.html' title='A guerra dos meninos'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SuS6d7OU6gI/AAAAAAAABIc/LKgYovgaE4c/s72-c/Blog.bmp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-3183150086233012262</id><published>2009-10-19T15:42:00.001-02:00</published><updated>2010-11-30T16:22:16.306-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>O agnóstico é um desnorteado?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/StylW6s7w6I/AAAAAAAABHk/374FZhMRfP0/s1600-h/Blog.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394368266816439202" src="http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/StylW6s7w6I/AAAAAAAABHk/374FZhMRfP0/s400/Blog.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 398px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O agnóstico é um desnorteado?&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Enéias Teles Borges&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a análise de muitos, os teístas e os ateístas são indivíduos que, a despeito do contraste de suas convicções, podem ser considerados entes de norte definido. Por norte definido entende-se o oposto de desnorteado, que é o que perdeu o rumo ou sentido de direção que é confuso ou embaraçado. Tal entendimento, no que diz respeito a crer ou não crer na existência de divindades, faz do cidadão um ser convicto ou não, desnorteado ou não. Em suma diríamos que tanto o teísta quanto o ateísta são pessoas com seu rumo bem delineado, mesmo tendo convicções contrastantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dizer, então, de um agnóstico? Seria, portanto, um desnorteado por não partilhar rigorosamente de uma convicção (teísta ou ateísta)? Somente serão considerados com sentido de direção aqueles que se alinham com o teísmo ou ateísmo? Haveria uma terceira via? Essa outra via seria o agnosticismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom entender que para o agnóstico, assim como não é possível provar, de forma racional, a existência de divindades e do sobrenatural, é de igual maneira impossível provar que não existem. É claro que o agnóstico não considera isso um problema, já que ele não enxerga necessidade que o force a se enveredar por essa tarefa investigativa e estéril (divindades existem ou não existem?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitas pessoas usam, erroneamente, a palavra agnosticismo com o sentido de um meio-termo entre teísmo e ateísmo. Isso é estritamente incorreto pois teísmo e ateísmo separam aqueles que acreditam num Deus daqueles que não acreditam. O agnosticismo separa aqueles que acreditam que a razão não pode penetrar o reino do sobrenatural daqueles que defendem a capacidade da razão de afirmar ou negar a veracidade da crença teística”. (Wikipedia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao definir que a razão não pode penetrar o reino sobrenatural o agnóstico mostra o seu norte e não se perturba com isso. Quem poderia, com o pleno uso da razão, afirmar que ele (agnóstico) está errado por assim proceder?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira como o agnostismo pode melhor ser enxergada encontra guarida no seguinte: agnosticismo é uma forma mais intelectualmente honesta de ver a questão da existência ou não de um ser superior. Enquanto o ateísmo afirma que Deus não existe, numa posição que não pode ser provada, o agnosticismo argumenta que a existência de Deus não pode ser provada ou deixar de ser provada; que é impossível saber se Deus existe ou não. Neste conceito, o agnosticismo está certo. A existência de Deus não pode ser provada ou deixar de ser provada empiricamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assim pensar é típico de um desnorteado ou de quem é honesto, compromissado e pronto para aceitar evidências de um lado ou de outro (caso existam)?&lt;br /&gt;-&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-3183150086233012262?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/3183150086233012262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=3183150086233012262' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3183150086233012262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/3183150086233012262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/10/o-agnostico-e-um-desnorteado.html' title='O agnóstico é um desnorteado?'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/StylW6s7w6I/AAAAAAAABHk/374FZhMRfP0/s72-c/Blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-9080429059061038572</id><published>2009-10-03T23:25:00.003-03:00</published><updated>2011-08-12T12:15:22.415-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><title type='text'>Sobre a ética e a moralidade...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MJ3PnHAS1aQ/TkVDg4_44YI/AAAAAAAACi4/1brTugZFLNE/s1600/Blogue1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="324" src="http://2.bp.blogspot.com/-MJ3PnHAS1aQ/TkVDg4_44YI/AAAAAAAACi4/1brTugZFLNE/s400/Blogue1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Uma missão difícil eu creio que está concluída. Foi a de mostrar às minhas filhas que a boa ética e sã moral independem de religiosidade ou, melhor dizendo, da cultura religiosa. O contexto no qual cresceram e estudaram tem imensa dificuldade para mostrar que é possível ser ateu e ainda assim ser ético e ter moralidade. Assim como existem pessoas boas é más nos centros de fé o mesmo ocorre nos âmbitos daqueles que creem na inexistência de qualquer divindade. Isto que dizer que elas, sendo teístas ou ateístas, estão obrigadas a enxergar esta vertente pura da ética e da moralidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Devo admitir que foi uma tarefa árdua. Cresci aprendendo que ser religioso é ser ético e não ter deus no coração é ser louco. Não é um provérbio bem difundido aquele que assevera ser néscio o que afirma não existir deus? Por suposta loucura há um encaixe: o ateu não é ético, logo o ateu conspira contra a moralidade. Algo como um mundo sem limites às mazelas da carne – promovido pelos loucos ateus. Não é isso que, enfim, fica transparente no discurso dos pseudo-religiosos?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Concluo, portanto, que a missão está cumprida e não é de hoje. Até considero minhas filhas como privilegiadas por não terem ouvido desde a infância “que eram filhas da luz” e que fora do contexto de fé no qual cresceram só existem os “filhos e filhas das trevas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Neste sábado tecemos comentários acerca da dissociação que há entre ética e religiosidade. Existem éticos em todos os lugares e isso independe de sexo, cor, religião e afins. Eu as ouvi falando longamente sobre isso. Foi gratificante não ver nelas os assustadores indícios da crença espúria: aquela que sugere que só o religioso é bom e, em contrapartida, o não religioso carece de freios morais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Sinto-me aliviado pois sempre sofri pressão dos “meus iguais” que seguem habitando no centro de cultura religiosa. Quantas vezes eu ouvi algo como “é preciso manter suas crianças sempre na igreja para que aprendam o que é certo e saibam se afastar do que não é justo”. Ou assim: “você tem se ausentado da igreja. Você é adulto, mas sua atitude é prejudicial às suas filhas que necessitam frequentar a igreja...”&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Não foi fácil ao longo dos 19 anos de uma filha acrescidos dos 16 anos paralelos da outra. Como é importante ver que entenderam que a ética e a moralidade são qualidades que precisam ser bem desenvolvidas e que para tal não são necessários o incentivo e o chicote dos centros de difusão da fé cega e da faca amolada.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Elas compreendem, é claro, que o ambiente dos centros de cultura religiosa é bom. Repleto de pessoas bem intencionadas, mas que carecem de uma visão mais clara e respeitosa acerca das demais pessoas de outras religiões e das que sequer têm religião - por serem atéias.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Sinto-me, no mês em que completei 47 anos, realizado no que concerne a este ponto importante, independentemente de religiosidade ou ausência dela: deve-se fazer o certo simplesmente porque é certo. Eis o que se pode dizer de ética e de moralidade. Eis o que me deixa com a convicção de que minhas filhas entenderam...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-9080429059061038572?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/9080429059061038572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=9080429059061038572' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/9080429059061038572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/9080429059061038572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/10/sobre-etica-e-moralidade.html' title='Sobre a ética e a moralidade...'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-MJ3PnHAS1aQ/TkVDg4_44YI/AAAAAAAACi4/1brTugZFLNE/s72-c/Blogue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-23661296304355960</id><published>2009-09-13T00:00:00.001-03:00</published><updated>2011-11-01T21:09:19.438-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'>Jesus é o caminho, eu sou o pedágio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SqxgkNl7u-I/AAAAAAAABDM/ntMp8OIRZj0/s1600-h/Blog.bmp.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380781830041222114" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SqxgkNl7u-I/AAAAAAAABDM/ntMp8OIRZj0/s400/Blog.bmp.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 263px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 350px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;As culturas religiosas cristãs têm enfatizado, ao longo dos tempos, que Jesus Cristo é o caminho. O caminho, sabe-se, existe para ser percorrido. No caso em questão o mínimo que se espera é o uso do caminho de forma graciosa, conforme apontam as interpretações que tratam da morte vicária de Cristo. Deveria ser assim, mas efetivamente não é!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Qualquer centro de cultura religiosa, no seu proceder, tem uma frase que está estampada na prática dos seus ritos: “Jesus é o caminho, eu sou o pedágio”. Objetivamente o que fica claro é que para percorrer o caminho que é Cristo, a membresia necessita passar pelo pedágio. O pedágio é caro!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quem sabe alguns diriam que a manutenção do caminho requer cuidados e que esses cuidados demandam a necessidade de recursos. Acontece que os recursos, que deveriam ser mínimos, tornam-se grandiosos em face da opulência que cerca a atual postura da teologia da prosperidade tão difundida nos meios tortuosos da fé cega e da faca amolada. O pedágio tem encarecido tanto o custo de utilização do caminho que Jesus Cristo deixou de ser “o caminho” para se tornar “o negócio”!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;É inegável que os centros de difusão da fé tenebrosa estão se tornando o grande meio de captação de recursos. Tais recursos são usados de forma desenfreada pelos líderes – gerentes do pedágio. As instituições da fé amalucada estão se tornando potências em segmentos econômicos como jamais se imaginou!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;As práticas do cotidiano dos conglomerados da fé dizem, sistematicamente, que existe um caminho para a salvação (Jesus), mas que o uso desse caminho não é gratuito. Impossível jornadear na direção dos céus sem cumprir a etapa do pagamento do pedágio. Almeja vida eterna? Pague o pedágio!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A maneira de arrecadar fundos consiste no que se chama de “por deus à prova”. Devolvem-se dízimos e ofertas e a prosperidade começa na terra e se eternizará nos céus. Como se pode provar que deus cumprirá a expectativa? Eis a grande chave da porta principal! Através de processo permanente de alienação! A massa outorga o que tem e o que não tem e fica esperando por uma prosperidade que jamais virá. Nesse instante de desventurada magia o Cristo deixa de ser o caminho e transforma-se no negócio.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O pedágio tem enriquecido instituições e seus líderes. O pedágio tem furtado a realidade das pessoas e nelas implementado a esperança. Esperança que apesar de ser a última a morrer, certamente se desvanecerá...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enéias Teles Borges &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9013696950863432807-23661296304355960?l=culturaereligiosidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/feeds/23661296304355960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9013696950863432807&amp;postID=23661296304355960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/23661296304355960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9013696950863432807/posts/default/23661296304355960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culturaereligiosidade.blogspot.com/2009/09/jesus-e-o-caminho-eu-sou-o-pedagio.html' title='Jesus é o caminho, eu sou o pedágio'/><author><name>Enéias Teles Borges</name><uri>https://profiles.google.com/110210825310923232428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-X2iyPDk6FjQ/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAChY/Sm1l4UVAZjg/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SqxgkNl7u-I/AAAAAAAABDM/ntMp8OIRZj0/s72-c/Blog.bmp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9013696950863432807.post-7514544699230408868</id><published>2009-08-30T21:44:00.002-03:00</published><updated>2011-08-12T12:12:41.721-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Jesus Cristo - Super Estrela</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="325" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375922686088804882" src="http://2.bp.blogspot.com/_8O_ug6UB_sk/SpsdMzxJehI/AAAAAAAABB8/6SkuqMHGCD0/s400/Blog.bmp.jpg" style="display: block; height: 325px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" width="400" /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O mundo carece de um Jesus Cristo. Alguém que, sendo onipotente, ofereça o que todo ser humano aceitaria com prazer: um deus pessoal. Um ser supremo que zele pelo jornadear do homem neste mundo de sofrimento. Quem não deixaria imediatamente de ser ateu ou agnóstico se tivesse certeza plena que esse ser existe? Somente o néscio - o tolo. Quem quereria ser ateu ou agnóstico apenas para &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;ser do contra&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;? Quem não aceitaria uma vida eterna repleta de realizações e desenvolvimento permanente da razão? Acredita-se que ninguém em sã consciência deixaria de aceitar, sendo de graça, imenso dom.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O grande problema reside no fato de que é praticamente impossível saber da existência desse ser supremo. Para tentar localizá-lo, caso exista, é muito difícil. É um ser que se esconde. Que só pode ser imaginado através da &lt;i&gt;subjetividade&lt;/i&gt; da fé. Mas a fé não é certeza. Sendo algo concreto e facilmente palpável não seria objeto da fé. Exercitar a fé não é para qualquer um. O racionalista, dentro de sua sinceridade, carece de fatos concretos. Ele não é teimoso! Não é um rebelde sem causa! Observem: não é porque existe uma pregação permanente nos muitos centros de fé que ele, o racionalista, acredite que pelo muito falar e pelo bastante ouvir o ser supremo se materialize. O mundo, portanto, carece de um Jesus Cristo palpável, que não se esconda e que se manifeste de forma simples e objetiva. Ele, segundo os crentes, existe e tem amor de sobra para dar. Mas por que ele não se manifesta de forma inequívoca para os racionalistas sinceros? Sendo ele um ser de pleno amor, por que não demonstrar essa caridade mostrando-se e tornando desnecessária a fé? Por que esse ser não &lt;i&gt;liquida&lt;/i&gt; de vez com a necessidade crescente de teólogos que inventam, anos após anos, formas de ver e sentir esse Jesus Cristo?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Seria Jesus Cristo um ser concreto ou uma superprodução? Não seria esse Jesus Cristo uma Super Estrela que é apresentada de múltiplas formas pelos múltiplos centros de fé e de esperança? &lt;b&gt;Uma pergunta que insta em não se calar:&lt;/b&gt; Jesus Cristo se de fato o senhor existe por que não se mostra de forma simples e cristalina - sem a necessidade dos olhos da fé? &lt;b&gt;Uma afirmação que não quer se calar:&lt;/b&gt; Jesus Cristo: caso o senhor se manifeste de forma concreta e esplendorosa (como os teólogos dizem que o senhor é), o mundo o aceitará! É tão simples aceitar a verdade! É impossível recusar os fatos! Sendo Jesus Cristo um ser de pleno amor, por que não simplifica a vida das criaturas carentes de vida (...)? E que tal vida seja eterna! O mundo aceita – é certeza absoluta!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Não queremos um Jesus Cristo Super Estrela e sim aquele Jesus que os teólogos dizem existir. Basta que ele não se esconda - tornando-se visível apenas para os olhos da fé. A fé é um instrumento que muitos não possuem. São muitos os aleijados - por não possuírem esse membro (a fé). Seria justo não se mostrar de forma concreta para os cegos - aqueles que não possuem os olhos da fé?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;É para se pensar: ou apenas existe um Jesus Cristo - Super Estrela ou apenas existe um Jesus Cristo que não quer se mostrar para os que não têm os olhos da fé ou ele simplesmente não existe! Não existe? Não como ser concreto - e sim como uma superprodução dos teólogos - aqueles que possuem olhos da fé ou que usam a fé alheia, de forma espúria, para sobreviver neste mundo vil e tenebroso – usando os centros de fé como um pasto inesgotável.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O mundo &lt;b&gt;&lt;i&gt;real&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; não carece de um Jesus Cristo – Super Estrela. O mundo &lt;i&gt;&lt;b&gt;real &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;clama por esse ser supremo e pessoal. O mundo dos aleijados – que não possuem os olhos da fé, necessita de uma manifestação concreta deste ser que os teólogos dizem que é de infinito a
